Google+ Roxx 2 Download : Maio 2012

Roxx World

quinta-feira, 31 de maio de 2012

ULYTAU – JUMYR KYLYSH

ULYTAU – JUMYR KYLYSH (TWO WARRIORS) (2006\9) Cazaquistão


As viagens de Marco Polo McLeod. "... e já deveriam ser umas seis da tarde, o mar Cáspio ia ficando cada vez mais para trás, uma longa estepe estendia-se com o azul escuro da noite no horizonte. O sol ia desaparecendo nas nossas costas reflectido nas águas cáspias e serenas do maior mar rodeado por terra em todo o planeta. A caravana avançava lentamente procurando o local mais abrigado para pernoitar quando avistámos uma pequena coluna de fumo não muito longe dali. Ouvia-se musica e aquilo que pareciam festejos trazidos pelas asas dos ventos frios e típicos destas zonas quase mongóis do kazakhistão, terra dos Hunos. ao longe, ia-se erguendo uma serra conforme nos aproximava-mos cada vez mais do seu sopé. Já conseguíamos avistar aí um acampamento nómada com umas tendas redondas que circundavam por sua vez uma fogueira que ficava bem no centro e com bastante movimento á sua volta. Cada vez mais perto, encontramos uma pequeno grupo de caçadores bem alegres, que se dirigia para o acampamento, todos com peças de caça ás costas, fruto de uma boa caçada, que nos iam dizendo algo como: Ulytau, Ulytau! O nosso tradutor disse-nos que essas palavras queriam dizer "montanha sagrada". Pensei que estariam a convidar ou a orientar para algum festejo em honra da montanha que se erguia perante nós e o acampamento, talvez estes nómadas se reunissem aqui para festejar a sua montanha que devia ter algum significado sobrenatural para lhes merecer tamanho festejo e alegria. Chegamos ao acampamento, fomos bem recebidos, e logo de imediato convidados pelo ancião da tribo a participar na refeição de caça que se confeccionava na fogueira e a participar dos alegres festejos que rodeavam o grupo de bardos que tocava fabulosas melodias étnicas mescladas com musica clássica e Heavy Metal, utilizando um violino, exímiamente tocado por uma belíssima mulher de raiz kazakh, uma guitarra eléctrica metálicamente executada por um caucasiano e um instrumento peculiar que parecia um alaúde mas que apenas tinha duas cordas e que o músico mongol tocava com uma maestria divinal, sobre o qual perguntei ao tradutor e de imediato me disse que era uma dombra, instrumento típico daquela zona da Ásia central. Os nómadas, dançando e festejando iam-nos apontando e dizendo a palavra ulytau, ulytau...! Finalmente percebi, o grupo de fabulosos bardos que entretia toda uma nação chamava-se Ulytau!
E foi assim que viajando pela net, encontrei mais um espantástico grupo musical de Folk \Neoclassical metal os Ulytau, grupo originário do kazakhistão. Este grupo, composto por 3 elementos centrais, Erjan Alimbetov – Dombra, Maxim Kichigin - Guitar e Alua Makanova – Violin, são o núcleo daquilo a que eu chamo de peça magistral. Tornaram-se na minha coqueluche, e que para muitos de vós pode parecer parvo é na verdade uma designação que ainda não faz juz à qualidade musical desta banda. É certo que não será do agrado e do género de muitos de vós, mas a sua gigantesca internacionalização fala por si. Basta procurarem informação e vão ficar de boca aberta como eu. "Jumyr Kylysh" é o seu único álbum até à data, pelo menos fazendo fé na informação existente; e que foi lançado em 2006, e reeditado por uma editora alemã em 2009 com o titulo traduzido em inglês "Two Warriors". Posso afirmar-vos com toda a convicção, que apesar da orientação musical, este é um grupo de "música do mundo"; e além de fabulosos são originais! Impensável um mongol tocar um espécie de alaúde artesanal com apenas duas cordas como um autêntico guitar hero. (Esta das duas cordas já não é original, o desmiolado do baixista dos dinamarqueses DAD também toca um baixo com 2 cordas; quando se lançaram no estrelato do rock dizia que não precisava de mais cordas porque não sabia tocar mais). Mas aqui o caso é exactamente o oposto, o mongol espalha brasa. Têm mesmo que ver e ouvir, mas ver especialmente! Usem a vossa imparcialidade e vão ficar espantados, é mágico! Aos que não conhecem, já estão a perder muito tempo; aos que conhecem, podem sempre inovar e ir pedir ao Júlio Pereira para fazer uma banda de folk metal a tocar cavaquinho! (Júlio Pereira - músico português especialista em instrumentos tradicionais como o famoso cavaquinho, minúscula guitarra acústica de 4 cordas).
McLeod Falou!
(este é dedicado ao meu amigo Yaman que é fã de southern rock, uma variante deste folk Kasakh)

Temas:
01. Adai - 3:15
02. Winter - 3:58
03. Kurishiler - 3:31
04. Jumyr-Kylysh - 5:06
05. Toccata and Fugue - 4:18
06. Ata Tolgauy - 4:13
07. Turkish March - 4:13
08. Yapyr-Ai - 3:52
09. Teriskakpai - 4:05
10. Kokil - 3:36


Banda:
Erjan Alimbetov - Dombra
Maxim Kichigin - Guitar
Alua Makanova - Violin
Session musicians:
Roman Adonin - Keyboards
Oleg Tarnovskiy - Guitar
Serik Sansyzbayev - Bass
Rafael Arslanov - Drums

***





JADED HEART - Common Destiny

JADED HEART - Common Destiny (2012) Alemanha/ Suécia


Alemanha e Suécia são reconhecidas por seus actos de alto nível no Melodic Hard Rock, e se você pegar os músicos dos dois países e junta-los você pode esperar uma grande banda.
Esse é o caso dos roqueiros hard, Jaded Heart, cujas fileiras não só o alemão Axel Kruse baterista dos Mad Max, mas também cantor sueco Johan Fahlberg.
" Common Destiny" é o 11 º álbum desta banda sólida que celebra o seu vigésimo aniversário.


Por este novo álbum Jaded Heart está melhor do que nunca, oferecendo 'widescreen rock' sua marca registada, estádios prontos Euro Hard Rock cheio de sons, de inspiração moderna riffs, teclados e grandes coros subtis.
Embora certamente mais enraizada no sector de Melodic Rock, " Common Destiny" entra nos seus ouvidos em muitos lugares bonitos com sons metálicos, tais como " Saints Denied", cheias de riffs e um trabalho de guitarra stunnig liderada pelo sueco Peter Östros guitarrista.
Em faixas como " Buried Alive", "Are We Mental" e " Life Is Beautiful", destaca Jaded Heart nos coros em estilo dos anos 80, com um toque de Whitesnake, em grande parte devido à garganta de ouro de Johan Fahlberg que adicionou ao som da banda um toque distintivo.
Em " Run And Hide", por exemplo, o cantor não tem problemas para atingir notas mais altas sem perder o controle, nem o tom profundo e vocal rico.


" Common Destiny" é outro álbum, sólido e consistente dos Jaded Heart, uma banda que recentemente reforçou o seu som, mas nunca perdeu o factor catchiness.
Não há tempo para baladas em Jaded Heart 2012, apenas guitarra impulsionado o Hard Rock Melódico feito com poder e classe. Os sintetizadores / teclados estão sempre presentes na música da banda, mas agora acrescentando texturas e enriquecer as melodias de fundo.
A produção de " Common Destiny" é semelhante em tamanho às canções incluídas: grande, enorme, imensa. Manipulados por Michael Voss (Mad Max) e da banda, essas novas músicas soam realmente crocante e impressionante, graças também a (Bonfire) engenharia e mixagem.




Temas:
1. With You
2. Saints Denied
3. Into Tears
4. Buried Alive
5. I Believe
6. Run and Hide
7. Are We Mental
8. My Destiny
9. No More Lies
10. Life Is Beautiful
11. Higher
12. Fire And Flames




Banda:
Johan Fahlberg (Vocals)
Michael Mueller (Bass)
Peter Oestros (Guitars)
Henning Wanner (Keyboards)
Axel Kruse (Drums)




quarta-feira, 30 de maio de 2012

Michael Thompson Band - Future Past

Michael Thompson Band - Future Past (2012) USA

Sua habilidade como guitarrista e compositor são inegáveis, sua experiência com grandes artistas é gigantesca. O primeiro, álbum homônimo, de Michael Banda Thompson (1989, Geffen, também conhecido como How Long) ganhou status de lenda entre os fãs de rock melódico, AOR e de West Coast. Agora lançaram um novo trabalho de Michael Thompson, Future Past.


Future Past pode parecer um album comum, um empreendimento simples mas fundamental na West Coast e AOR. Três das mais fortes canções dão inicio a este álbum. High Times, a imensamente cativante Can't Be Right, e a que dá nome ao album são um ambicioso rock melódico. Então, ao ouvir o coração do álbum, When You Love Someone e Gypsy Road, são músicas que começam com uma introdução muitas vezes suave que convida a complacência de audição. Em seguida, para construir este gracioso e impressionante arranjo, com grandes ganchos o trabalho de Thompson na guitarra é ilimitada e elegante. Beautiful Mystery, End Game, e o Gypsy Road subtilmente discreto são apenas três exemplos.


Destaque para os arranjos das canções Can't Miss e Fight For Your Life, onde Thompson fez um trabalho requintado. O vocalista Larry King (Soleil Moon), que, ao tentar o 'rock', com sua voz tensa e áspera é um trunfo para as canções de Thompson e um prazer de ouvir.




Тemas:
01. High Times
02. Can't Be Right
03. Future Past
04. When You Love Someone
05. Here I Am
06. Beautiful Mystery
07. Break Me Down
08. End Game
09. Gypsy Road
10. Can't Miss 2012
11. Fight For Your Life




Banda:
Michael Thompson Guitars & Keys
Larry King Vocals
Khari Parker Drums
Alan Berliant Bass




Musicos convidados:
John Blasucci – Keys
Dave Hiltebrand – Bass – When You Love Someone, Beautiful Mystery, Future Past, Here I Am & Break Me Down
Matt Walker – Drums – High Times
Sahara Thompson – Background Vocals – Can’t Miss
J.P. Delaire – Keys, Background Vocals, Sax – Can’t Miss





AOR - The Colors Of L.A

AOR - The Colors Of L.A (Frederic Slama) (2012) USA


Após dois anos de trabalho duro, Frédéric Slama está de volta com o álbum mais esperado da west coast de 2012, AOR com um elenco jamais visto de talento num único álbum, tais como: Tommy Denander, Philip Bardowell, Jerry Hludzik (Dakota), Joe Pasquale , Steve Newman, Joey Summer, Bill Champlin (Chicago), Christian Tolle, Steve Lukather, Michael Landau, David Foster, Randy Goodrum, Michael Thompson, Rick Riso, Diggs David, Bruno Levesque (Silence) e muitos mais.


Co produzido por Tommy Denander, "'The Colors Of L.A'", décimo album dos AOR, é a mistura perfeita entre música melódica rock & westcoast. O som é mais pesado desta vez na onda de Toto, Foreigner ou Survivor. Grandes melodias, solos fabulosos e novas versões gravadas de temas favoritos como "Teach Me How To Love You Again" ou "'You're My Obsession''. 'The Colors Of L.A' contém todos os elementos de um album clássico. Puro êxtase AOR!


Temas:
Jenny At Midnight
Benedict Canyon
Kimberly
Under Your Spell
Brittany
Halo Of Light
Just One Kiss On Your Heart
Dreams From Silver Lake
You're My Obsession
Teach Me How To Love You Again
Grace (bonus Track)
Never Gonna Let Her Go (bonus Track)




Musicos:
Frederic Slama (guitars, keyboards)
Tommy Denander (all instruments)
Philip Bardowell (vocals)
Jerry Hludzik (vocals)
Steve Newman (vocals)
Joey Summer (vocals)
Rick Riso (vocals)
Joe Pasquale (vocals)
Christian Tolle (all instruments)
Bruno Levesque (all instruments)
Steve Lukather (guitar)
Michael Landau (guitar)
David Williams (guitar)
Michael Thompson (guitar)
Peter Friestedt (guitar)
David Foster (keyboards)
Randy Goodrum (keyboards)
David Diggs (keyboards)
Morris Adrigens (keyboards)
Brandon Fields (saxophone)
Tom Saviano (saxophone)
Hussain Jiffry (bass)
Vinnie Colaiuta (drums)
Joey Heredia (drums)
Miri Miettinen (drums)


segunda-feira, 28 de maio de 2012

Mick Simpson - Cruel World

Mick Simpson - Cruel World (2012) UK

Mick Simpson é o herói anônimo do mundo da música. Dentro da indústria, ele é amplamente aclamado, no entanto, no mundo exterior não se sabe muito sobre o seu trabalho. No início dos anos 80 Mick trabalhou como músico de estúdio e foi descoberto por Elkie Brooks que lhe pediu para visitar em sua banda. BBC Radio One Tommy Vance falou com Mick depois de um show e como resultado, ele passou alguns dos instrumentais de Mick ... no seu programa Rock Show Friday Night.
Em meados de 1990, Mick trabalhou com John Parr em 'St Elmo's Fire' fame, apresentando no seu álbum 'Man With A Vision'. Algumas faixas de seu álbum é apresentado em filmes com grande sucesso, como "Running Man", com Arnold Schwarzenegger e 'Three Men And A Baby', com Tom Selleck. Mick então acompanhou em tornês com ex Rolling Stone Bill Wyman 'Rhythm Kings' e em 2004 o seu tema original 'A Father's Son' ganhou o International Songwriters Award promovido pela Fundação britânica. A faixa foi recebida nos principais canais de televisão e rádios com música de Mick 'Looking Through My Eyes', que foi lançada para arranjar dinheiro e conscientização sobre o autismo, que é uma causa próxima ao seu coração. Em junho de 2005 Mick foi convidado para o 80 º aniversário da lenda dos blues BB King no seu bar de blues em Nova York. Ele também tocou ao lado de Gary Moore e Snowy White.


Temas:


1. No Reason to Cry
2. Cruel World (feat. Andy Littlewood)
3. Number One
4. Find Another You (feat. Malaya)
5. Pay the Man
6. The Road to Memphis
7. Lie to Me
8. You Know My Love
9. Broken Man
10. Work It Out Again
11. Can't Get Enough





Phenomena – Awakening

Phenomena – Awakening (2012) UK



Tom Galley está de regresso com a continuação da saga Phenomena, sendo este já o terceiro capítulo da segunda fase da existência do projeto. Awakening volta a apostar na diversidade vocalistas e de guitarristas que se juntam a uma banda de base para interpretarem as criações do respeitável músico inglês. Este regresso faz-se com um disco mais forte e poderoso que os seus antecessores no qual, às familiares faces e vozes de Rob Moratti, Terry Brock e Mike DiMeo se juntam agora outros nomes como James Christian (House Of Lords), Lee Small (Shy) e Toby Hitchcock (Pride Of Lions). Awakening é, de facto, como foi dito, um trabalho mais forte, poderoso e direto que o seu antecessor, não deixando, todavia, de apresentar melodias de fino recorte técnico e desempenhos vocais de elevado nível onde devem ser obrigatoriamente enquadrados os coros muito agradáveis e cativantes como um dos pontos mais consistentes deste disco. Curiosamente, mesmo sendo mais direto, é um disco que se vai absorvendo e percebendo ao longo de diversas audições. Porque só assim se capta o real sentido das melodias apresentadas e se entende o feeling colocado em cada nota e em cada linha vocal. No entanto, no cômputo geral, parece-nos um trabalho ligeiramente abaixo do seu antecessor, embora apresente, definitivamente, excelentes malhas hard rock que irão deliciar os fãs do género. E com a curiosidade de o cunho pessoal de cada vocalista ficar bem vincado. Assim, por exemplo, se Homeland, cantada por Rob Moratti, alinha numa toada mais AOR/Hard FM, já How Long, com a colaboração vocal de Lee Small, entra por campos mais bluesy. Fighter, com Terry Brock é, quanto a nós, o melhor momento do álbum, bem secundado pela surpresa que é Stand Up For Love um delicioso fecho onde um coro Gospel surpreende pela inovação.
Fonte: via nocturna


Temas:
1-Smash It Up
2-Reality
3-Homeland
4-Going Away
5- Gotta Move
6- How Long
7- Shake
8- Fighter
9- Dancing Days
10-Stand Up For Love






Banda:
Martin Kronlund: guitarras e baixo
Tom Harlan: guitarras e teclados
Imre Daun: bateria
Henrik Thomsen: baixo
Per Aronson-Andersson: Hammond





JUMPING JACK – TRUCKS & BONES

JUMPING JACK – TRUCKS & BONES (2012) FRANCE


Poderoso heavy rock moderno orientado para a malta da pesada, camionistas quero eu dizer. O pessoal do expresso da costoleta de porco; para quem não sabe, o nome do camião de Kurt Russel no filme de john carpenter "Jack Burton nas garras do mandarim"; tem aqui motivos de sobra para continuar a carburar a o toda a força os seus monstruosos comboios da estrada pela famosa route 666, a autoestrada do demónio. Riffs fabulosos e poderosos a entrar e depois a musica torna-se arrastada como se o camião fosse a subir as montanhas rochosas. Agora vem a surpresa; estes três rapazes vêm de França, dudes! Não é muito usual este tipo e som saír da europa, e muito menos da França. Escandinávia, Alemanha já tivemos algo do género mas da terra do senhor de Chauvin, para quem não sabe foi daí que surgiu o termo chauvinismo, porque o homem dizia que só o francês é que era bom; para mim é novidade. Na verdade este trio é mesmo muito bom, o Chauvin lá tinha a sua razão. Já não é a 1ª vez que uma banda francesa pega no modelo americano e interioriza-o de tal modo que enganam tudo e todos, alguém se lembra de "face down in the gutter"? XYZ, esses mesmos! Apadrinhados por Don Dokken tiveram os seus 15 minutos de fama na américa, e não só!
Voltando a estes amigos do som de Seattle agora mais pesado e doloroso; "Churches Flames" é Pearl Jam autêntico. Desdobraram bem o som e conseguiram criar algo digno de registro. Onze temas arrasadores de som denso e pesado. Malta do diesel o que é que ainda estão á espera?
McLeod Falou!


Temas:


She Made No Resist
Wet Desert
Crystal Tree
Into My Eyes
Churches Flames
Taxidermic Sensation
Fucking Holidays
Black Jack
Siren's Blast
Drunk Peanut
Neverth




Band:


Julian Bells (Vocals, Guitars)
Christophe Dabrown (Drums)
Manu Redhead (Bass)



Neil Zaza - Clyde the Cat

Neil Zaza - Clyde the Cat  (2012) USA


Neil Zaza é um guitarrista melódico USA, que ficou famoso por sua técnica apurada e sua habilidade de adaptar músicas clássicas de Bach e Mozart ao metal neo-clássico.

Temas:
01. Funeral For A Friend
02. Endless Highway
03. Higher and Higher 2012
04. Jewel
05. Adagio Intro
06. Adagio
07. Melodia 2012
08. Violet Twilight
09. Untitled 2012
10. The National Anthem
11. In My Dreams (Live Studio Version)

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Um video e outro album

domingo, 27 de maio de 2012

Soulicit - Parking Lot Rockstar

Soulicit - Parking Lot Rockstar (2011) USA



SOULICIT com seu som de rock americano já partilharam o palco com nomes como Buckcherry, FUEL, FLAW, Anew Revolution, Pop Evil, Texas Hippie Coalition, Twisted Sister & Styx.
Juntos desde 2002, a banda ganhou elogios de fãs em todo o mundo através de suas canções cativantes e impulsionada por guitarra hard rock

Temas:
01. Hell Yeah!
02. Blow Me Away
03. Parking Lot Rock Star
04. Complicated
05. Too Cold To Pray
06. Beauty Queen
07. You Are The Song
08. Gettin' High
09. Sticks And Stones
10. Time To Fly


Banda:
Darick Parson Vocalistas/guitarrista
Dan "The Danimal" Weaver guitarrista / vocalista
Andrew Weaver baixista / vocalista
Trent Boehner baterista

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Mustasch – Sounds Like Hell, Looks Like Heaven

Mustasch – Sounds Like Hell, Looks Like Heaven (2012) Suécia



Já se passaram três anos desde o último álbum Mustasch e que é uma eternidade para um fã da banda. Normalmente eles colocam um novo álbum a cada um ou dois anos de modo que este é o tempo mais longo entre dois álbuns de Mustasch (excluindo o seu melhor álbum de The Sound of the Best New True). Isto significa que as minhas expectativas eram muito altas, já que eles tiveram mais tempo do que o habitual para escrever suas canções.


De qualquer forma, Mustasch é, como sempre, consistente e tem um ponto alto. Mas eles são também muito versáteis na construção das músicas. Por exemplo, temos o Speed Metal rápido (nome apropriado?), A Morning Star elegante e balançando o single The Challenger. Não há canção neste álbum que seja fraca, com exceção da Northern Link, que é apenas relatórios de tráfego do interior da cidade de Estocolmo, em sueco (com comercial da banda, claro). Eu também tenho que dar muito crédito para aos músicos para vir ao lume com os títulos das músicas. Temos alguns títulos muito bons como Destroyed By Destruction e Your Father Must Be Proud of You.


Este álbum poderia facilmente ser a 100% se não fosse por uma coisa irritante. A duração do álbum. O álbum é apenas cerca de 35 minutos de duração que é muito curta para um álbum perfeito. Se não fosse o comprimento do álbum eu dizia que este álbum seria um candidato a álbum do ano.


Temas:
01 – Speed Metal
02 – The Challenger
03 – It’s Never Too Late
04 – Cold Heart Mother Son
05 – Morning Star
06 – Dead Again
07 – Your Father Must Be Proud Of You
08 – Destroyed by Destruction
09 – I Don’t Hate You
10 – Northern Star


Banda:
Mats Stam Johansson - Bass
David Johannesson - Guitars (ex-Sparzanza)
Ralf Gyllenhammar - Guitars, Vocals (ex-B-Thong)





sexta-feira, 25 de maio de 2012

Ascension - Far Beyond The Stars

Ascension - Far Beyond The Stars (2012) UK



A cena do heavy metal escocês é conhecido por ser heavy como o inferno trazendo ao mundo um pouco do death metal mais fino e bandas de grindcore. De Cerebral Bore para Achren o calibre musical dos músicos escoceses é excelente, e só parece apropriado para introduzir e se libertar dessa cena típica é ir para uma abordagem mais tradicional do metal. Apresentando Ascension, uma banda de melodic power metal de Aberdeen, que tem reflexos e muito estilo em suas músicas, eles são influenciados por Power Quest, Freedom Call e Blind Guardian. Através da combinação de riffs de guitarra rápidos, melodias poderosas e soberbas, cantar com coro, os Ascension criaram um dos álbuns mais belos power metal dos últimos dez anos, e esperamos vê-los crescer com o eventual power este quinteto escocês dentro dos próximos anos!


Ascension é uma banda que está colocando no mapa a cena do British heavy metal, e as suas canções como "Blackthorn", "Moongate 'e' Orb of the Moons’ realmente mostram como são incríveis os músicos britânicos. A partir do momento em que o álbum entra em acção, cada instrumento tem o seu tempo, e quer se trate de linhas de guitarra poderosas, ou a voz Ricki Carnies 'falsete fenomenal. Ascension levantam a bandeira, não só para os músicos de power metal. Mas todos os músicos de metal, mostrando que se você tem um talento puro para alguma coisa, você deve usá-lo e é isso que Far Beyond the Stars tem está repleto de um brilhante talento musical.


Cada faixa de Far Beyond the Stars tem um potencial único, simplesmente porque cada música tem o wow factor necessário para conectar um ouvinte. Cada música tem um refrão extremamente cativante que vai fazer você cantar junto. Canções como "Somewhere Back In Time ',' Reflected Life’ e' Heavenly ' soará celestial, quando tocada ao vivo.


Há também alguns sopros da mente, elementos progressistas e acústicos sobre este álbum, dando a Far Beyond the Stars uma dimensão extra. Não só mostrando a diversidade de bandas, mas também as bandas com habilidades para escrever canções, Ascension pensou diferente com esta versão, e através de faixas como a linda balada que é The Silver Tides’ o épico de 10 minutos e 'The Avatar’, apenas mostra porque eles são uma das melhores bandas de metal com base no Reino Unido.


Se você é um fã de power metal, você com certeza vai gostar de Far Beyond the Stars. É um álbum que agrada a todos. O facto é que o power metal escocês não é só rock.




Тemas:
1. Somewhere Back In Time 06:00
2. Blackthorne 05:51
3. Reflected Life 06:39
4. Heavenly 06:02
5. Moongate 08:08
6. Orb Of The Moons 04:47
7. Silver Tide 05:26
8. Time Machine 07:29
9. Far Beyond The Stars 01:15
10. The Avatar (Ascension) 09:41
11. Time For War (Japanese bonus) 03:47




Banda:
Ricki Carnie – Vovais
Stuart Docherty – Guitarra
Fraser Edwards – Guitarra
Dick Gilchrist – Bateria
Nick Blake – Baixo


quarta-feira, 23 de maio de 2012

On-Off - Don't Forget the Roll

On-Off - Don't Forget the Roll (2012) Itália



As Raízes da banda começam em 1998, ano em que MATTEO VAGO, o fundador, decidiu construir uma banda com um som forte, rocky e essencial, sem recurso, que ainda dá a ideia da 'banda nome: você só precisa de apenas uma guitarra, cabos, PA e .. o interruptor ON-OFF.
Os primeiros anos foi uma contínua alternância de músicos de guitarra, vocais e bateria, mas finalmente em 2000, aqui está o primeiro line-up e o início de muitos concertos caracterizados por covers de AC / DC, Led Zeppelin, Beatles, como covers de bandas da época, algumas de rock'n'roll clássico ou canções de blues como Chuck Berry, Willie Dixon, John Lee Hooker ou Joe Williams, tocado num clima difícil! Afinal, os blues de BB King, Robert Johnson, Chuck Berry, Yardbirds etc sempre foi a base da inspiração e fundo musical da banda. Neste período, os tambores foram "beaten&kicked" por SAMUELE SQUAIELLA que, com Fabio Turci e Silvio Bianchi, tornou-se um dos "mais velho" membro da banda.




O início de 2001 vê a primeira mudança importante: ANDREA MASTROGIORGIO juntou os vocais e imediatamente, alguns meses mais tarde, as covers dos AC / DC tornou-se parte quase integral do repertório. Por sugestão de muitos amigos, a banda iniciou um projecto de tributo aos AC / DC, ideia bastante nova para o período, quando o pedido principal foi para uma comercial banda cover, e ao mesmo tempo, bastante inovador o ponto de vista do "palco": shows foram com base em um espectáculo extremamente fiel da banda original, centrada na figura do guitarrista Angus Young vestido com farda escolar. A banda já tinha a ideia de produzir suas próprias músicas, (depois de tudo isso foi alvo desde o início), mas foi por unanimidade que decidiu momentaneamente continuar, o projecto de tributo, a fim de criar a melhor sensação musical entre os membros e crescer uma forte experiência de apresentações ao vivo no palco.
Além disso, a boa estabilidade e da ampla gama de músicas do repertório foi garantir o tempo necessário e concentração para que a partida de um trabalho sério sobre o projecto de material inédito. No entanto, durante os anos seguintes, a homenagem teve lugar cada vez mais entre os compromissos da banda, até que algum "ponto de vista diferente e criativo" e problemas pessoais de alguns membros, se começar a fomentar algumas mudanças na banda LNE-up (estável a 2007). Durante 2007 e 2008, a bateria viu LORENZO MILANI ingressar na banda, que foi baterista da banda UDO e banda cover ALTO VOLTAGGIO e JGOR GIANOLA, o guitarrista e fundador da UDO de ALTO VOLTAGGIO, como guitarrista em muitos shows. O "projecto de músicas inéditas", ficou em stand-by, primeiro devido ao alternar de músicos, em seguida, a decisão de Andrea para exclusivamente seguir o tributo aos AC / DC, e também para a falta de tempo disponível depois do trabalho. Matteo foi acumulando ideias, riffs, letras e arranjos a serem utilizados no momento certo, ao lado do material criado em 2005/2006, e nasce sempre de guitarra de Teo. O final de 2007 vê a chegada do baixista FABIO LAZZARIN como nosso membro da família, que se tornou fundamental para o "renascimento" da banda, que alcançou a estabilidade com o retorno de SAMUELE SQUAIELLA na bateria, então a entrada de novos operadores DAVIDE BATTISTELLA à guitarra rítmica faz com que a nova fase de ON-OFF começe no final de 2008. Esta última fase de ON-OFF representa o começo definido do "Projeto de músicas inéditas", voltada para a produção de nossas próprias músicas rock, no estilo de rock tipicamente clássico, cantado em Inglês, com Matteo na guitarra e vocais, decisão que foi tomada no âmbito do acordo de toda a banda, por causa da dificuldades em encontrar um novo que poderia facilmente se juntar num só startedband. By the way, o fato de ter um número menor
de "cabeças pensantes", a serem colocadas juntas "é absolutamente uma característica positiva para se manter em mente. O projecto Tribute Band ainda existe, (com ANDREA Mastrogiorgio nos vocais), alternando shows inteiramente dedicados ao AC / DC (marcado como "On-Off peças AC / DC") para concertos apenas dedicados a ON-OFF com produção própria.
Ano de 2010 vê o nascimento do primeiro álbum de ON-OFF: RIBCRASHER ... Então a banda inicia uma longa turnê promocional completamente feita por show onde a música original são a parte principal do show. Com o primeiro mês de 2011, um novo baterista se juntar à banda: ALESSANDRO MOTTA que tomar o lugar de Sam, sempre com problemas com seu trabalho! Em abril de 2012, a banda sair com um novo álbum: " Don't Forget the Roll " e uma nova página na história de ON-OFF começa!


Temas:


1. Another Bone to Suck [Explicit]
2. That's What I Call Rock'n'roll [Explicit]
3. Catch the Bunny [Explicit]
4. Money Makes Money [Explicit]
5. Turn Off My Brain Control [Explicit]
6. On the Railroad [Explicit]
7. Don't Put Your Finger (In Every Hole You Find) [Explicit]
8. She Drank All My Booze [Explicit]
9. Let's Play the Fools [Explicit]
10. Every Stone Got to Roll Someday [Explicit]
11. The Last On the List [Explicit]


segunda-feira, 21 de maio de 2012

The Cult - Choice of Weapon

The Cult - Choice of Weapon (2012) UK



Choice of Weapon é o nono álbum da banda de rock britânica The Cult. O álbum deveria ser lançado em 2011, mas a data de lançamento foi adiada para 22 de maio de 2012. As sessões de gravação para Choice of Weapon começaram em março de 2011, com Chris Goss, que produziu os EP's de 2010 Cápsule. As sessões tiveram lugar em estúdios de Nova York, Los Angeles e no "deserto da Califórnia". O álbum foi concluído em janeiro de 2012. Durante as sessões de gravação, Bob Rock juntou-se com The Cult, pela primeira vez desde Beyond Good and Evil (2001) e co-produziu Choice of Weapon.


Choice of Weapon marca a primeira vez que a banda não fez nenhuma alteração de pessoal ao longo de dois álbuns consecutivos.


Historia:
Durante um concerto de The Cult no Hammersmith Apollo em Londres, em 21 de janeiro de 2011, Astbury declarou que The Cult estariam gravando um novo álbum logo após a turnê. Eles também anunciaram que estariam trabalhando com Chris Goss, que tocou com Masters of Reality como banda de apoio na mesma noite. Em 11 de março de 2011, foi anunciado que The Cult estavam de volta ao estúdio gravando o álbum com Goss. Em maio, a banda foi escrevendo e gravando demos novas no Witch Mountain Studio em Hollywood Hills, e começaram a gravar o seu novo álbum nos Hollywood Recording Studios. Em outubro de 2011, o baixista Chris Wyse, afirmou que o álbum estava quase concluído e deverá ser lançado em abril de 2012. Wyse também o descreveu-o como uma mistura enérgica de "Zep/Stooges". Em 29 de novembro de 2011, foi anunciado que o álbum seria produzido por Bob Rock, que forneceu o mesmo papel em Sonic Temple, The Cult e Beyond Good and Evil.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.




Temas:
01. Honey from a Knife (03:06)
02. Elemental Light (04:45)
03. The Wolf (03:33)
04. Life > Death (05:32)
05. For the Animals (04:28)
06. Amnesia (03:02)
07. Wilderness Now (04:33)
08. Lucifer (04:40)
09. A Pale Horse (03:14)
10. This Night In the City Forever (04:45)
11. Every Man and Woman Is a Star (03:26)
12. Embers (05:01)
13. Until the Light Takes Us (04:19)
14. Siberia (03:36)


Banda:
Ian Astbury - voz, percussão
Billy Duffy - guitarra
Chris Wyse - baixo
John Tempesta – bateria






SONATA ARTICA – STONES GROW HER NAME

SONATA ARTICA – STONES GROW HER NAME (2012) Finlândia



Super-estrelas nórdicas e não só, Sonata Artica são hoje uma banda de referência no mundo heavy metal. Nos últimos discos, a tendência power melódica tinha dado lugar a uma melancolia mais dark, doom, gótica, o que quiserem chamar; o que é certo é que não era tão apelativo aos seguidores mais heavys e melódicos. Neste novo disco, "Stones Grow Her Name", voltam atrás e trazem-nos um disco mais de acordo com o power melódico, se bem que temas como "Black Sheep" e "Wolf and Raven" não existem aqui, agora a direcção passa por Nightwish. A começar este disco temos um riff de Kansas, "fight fire with fire", Tony Kakko impecável a orientar com a sua voz o poderio musical da banda com coros épicos não só nesta faixa como em todo o disco; variações hardrock como "shitload of money" com o seu mix de sinfónico e acustico; o neoclassicismo introdutório de "losing my insanity" abre as hostilidades para uma consulta num qualquer hospício com um andamento neoclássico desconcertante e quebradiço; "Somewhere close to you" é um potente tema prog e quase alternativo num ambiente power sinfónico e também desconcertante. A faixa 5 representa para mim o ponto alto deste disco, não por ser o melhor tema, o mais apetecido ou o mais sonante, mas sim pelo facto de ser um tema de consciência real nas nossas vidas, nos dias de hoje, o eterno conflito de gerações está a perder o seu impacto e a ser sobreposto pelos efeitos tiranicos do consumismo que leva o egoísmo dos adultos a rivalizar com com as crianças perdendo a sua capacidade racional e parental, desrespeitando a sua própria essência e recusando às crianças o seu direito a crescer num mundo de liberdade, amor e sem futuro, hoje apenas vale o aqui e agora, e depois de satisfeito o ego,.. amanhã se verá! Menção para as partes 2 e 3 de "Wildfire", um tema iniciado no disco "The Reckoning Night" de 2004; e que têm cerca de 8 minutos cada, de conceptualismo épico. Às vezes uma boa bonus track, infelizmente não é como neste caso; seria um remaster de "Wildfire parte 1", mas provávelmente a ideia é fazer os fans buscar esse disco, daí que aqueles que assim o desejarem já sabem onde o buscar. Muito bom disco, ouve-se várias vezes seguidas sem cansar, dos melhores editados até agora. O teor expressivo deste disco recorre muito ao factor mental, por isso acho este disco fabuloso, há que saber impôr as emoções e acima de tudo encontrar o instrumental adequado como no caso de "cinderblox" que apesar do seu instrumental "country" agarra o tema muito bem. Se gostam ou estam dispostos a viver por quase uma hora o que tenho estado a descrever então este é o vosso disco.
McLeod Falou!


Temas:


1. Only The Broken Hearts (Make You Beautiful)
2. Shitload Of Money
3. Losing My Insanity
4. Somewhere Close To You
5. I Have A Right
6. Alone In Heaven
7. The Day
8. Cinderblox
9. Don't Be Mean
10. Wildfire, Part: II - One With The Mountain
11. Wildfire, Part: III - Wildfire Town, Population: 0
12. Tonight I Dance Alone; Bonus Track


Banda:


Tony Kakko - Vocals, Keyboards (Northern Kings)
Elias Viljanen - Guitar (Astral, Depravity, Sigillum Diaboli, Mess, The Enemy)
Marko Paasikoski - Bass
Henrik "Lance" Klingenberg - Keyboards (Mental Care Foundation, Requiem, Silent Voices, Graveyard Shift, Elias Viljanen)
Tommy Portimo - Drums




THE FALLEN – BURY YOUR DEMONS

THE FALLEN – BURY YOUR DEMONS (2012) UK



A malta inglesa lembrou-se agora de invadir o terreno do metal alternativo, algo muito próprio dos americanos começa agora a ver a concorrência a chegar perto, já lhes tinha chegado ter que assumir a superioridade no reino do rock e do heavy desde o seu nascimento com o "Taking over America" por parte de gente como Beatles, Rolling Stones, The Who, the monkees, the animals, spencer davis group, the kinks, Queen, etc... depois vem a vaga mais heavy com Led Zeppelin, Black Sabbath, Deep Purple, Whitesnake, AC-DC, Motorhead e tantos outros; de seguida com a NWOBHM e consequentemente Maiden, Leppard, Saxon, Priest e dezenas de outros; depois foi o boom do hair metal em que Thunder, FM e muitos outros tiraram partido dessa onda; agora, e saltando as 2 decadas anteriores a esta, temos a tentativa de explosão no metal alternativo. The Fallen são uma dessas granadas, são 5 rapazes de Yorkshire, com vontade de explodir no género. Este "Bury your Demons" é o seu álbum de estreia, muito comercial e ainda verde, mas com boa qualidade e motivos para não passar despercebido. Temas com alguma influência metálica europeia nas melodias mas bem acabadas e polidas, podemos mesmo atrever-mo-nos a fazer algumas comparações a Avenged Sevenfold. Existem mais propostas neste género, mas estes vale a pena tomar atenção porque numas próximas entregas correm o risco de se tornarem uma referência alternativa.
McLeod Falou!


Temas:


01. Ignite The Fire
02. Judgement Day
03. Face In The Dirt
04. Dirty Little Dead Girl
05. Distance
06. starting Over
07. The Harbinger
08. Ghosts
09. Cuts Like Glass
10. De Integro


Banda:


Johnny Fallen (vocal),
James Langley (guitarra),
Richard Reilly (backing vocals / guitarra),
Josh Adamson (baixo),
Dom Branco (Bateria) 




domingo, 20 de maio de 2012

Santana - Shape Shifter

Santana - Shape Shifter (2012) USA



Soa sempre ao mesmo, até parece que a única linha musical que conhece é o "Samba Pa Ti"; mas a musica é mesmo assim, a partir de uma ideia germinam milhões de outras, ou se gosta ou temos que encontrar a beleza do trabalho; escusado será dizer que aqui nem se põe a questão de não gostar, é Carlos Santana e não deve haver ninguém que não goste de pelo menos um tema dele. 36º disco composto por temas que foram escritos entre 1990 e 2012 e que esperavam a melhor altura para serem editados, e nada melhor do que a mudança para a nova editora Starfaith Records, para nos apresentar estes 13 temas intemporais. Desde o Hymnico "Metatron", ao folk indio "Shapeshifter" temos aqui aquilo a que se pode chamar um verdadeiro disco de Santana, instrumental e poderoso; Não no sentido de peso mas no sentimento, é forte e cheio de paisagens sonoras facilmente assimiladas e interiorizadas. Desta vez não há singles para bater recordes de vendas; a olhar para os mais de 100 milhões de discos vendidos em todo o mundo; há sim temas intimistas, apanágio de Carlos que faz algo de ambicioso, apesar de não precisar porque é um dos mais influentes guitarristas mundiais. Temas como "Angelica's Faith" são uma autêntica banda sonora para uma qualquer noite de romance numa festa que em pouco tempo se torna a dois, atmosférico e ambiental. A única coisa brilhante neste disco é a composição, passo a explicar, falar do modo como Carlos toca é clichê, já nem é equacionado, o diamante apesar de brilhar já é repetido, mas como disse anteriormente, a intemporalidade dos temas, essa sim é brilhante. Parecem saídos dos 70s, numa de solidez retro pela qual atravessamos e que no fundo só resume o que somos certificando-nos do que vamos ser. Quanto a mim, um dos melhores momentos da sua carreira que revisita o que fez e ao mesmo tempo nos oferece isso como novo e sem qualquer espécie de golpe comercial para nos tentar impingir algo, é mesmo puro e sem corantes nem conservantes. Existe uma faixa vocalizada, "Eres La Luz", muito Ricky Martin, mas boa de se ouvir. "Nomad" é a melhor faixa, Carlos conjuga um estado rocker com a sua natureza, um orgão hammond desafia o seu espirito tipo Jon Lord e Richie Blackmore; eyh, mas isto sou eu a falar, de certeza que muitos de vós terão opiniões diferentes. Posso parecer mal educado ao não falar nos restantes executantes deste disco, mas a verdadade, é que tal como Carlos são dos melhores e cumprem na perfeição, por isso mesmo o melhor do disco são os temas. Este não vai ser um disco para as massas mas sim para os entendidos e ferverosos seguidores Santanistas; SANTANA AO PODER! ( piada para descontraír fazendo alusão ao jogo de associação de palavras com o "Sandinista" dos "The Clash"); mas suponho que qualquer um possa libertar-se com este disco, quer seja com a vossa guitarra , quer seja com as imagens sonoras que ele nos transmite. É a minha coqueluche do momento. Imprescindível!!!
McLeod Falou!





Temas:
01 – Shape Shifter
02 – Dom
03 – Nomad
04 – Metatron
05 – Angelica Faith
06 – Never the Same Again
07 – In the Light of a New Day
08 – Spark of the Divine
09 – Macumba in Budapest
10 – Mr. Szabo
11 – Eres La Luz
12 – Canela
13 – Ah, Sweet Dancer

Músicos:

Carlos Santana - Guitars
Benny Rietveld - Bass
Dennis Chambers - Drums
Raul Rekow, Karl Perazzo - Percussion
Tony Lindsay - Vocals
Andy Vargas - Vocals
Chester Thompson - Keyboards


John Schlitt - The Greater Cause

John Schlitt - The Greater Cause (2012) USA



John Schlitt é um cantor de rock cristão americano. Sua carreira musical começou em meados dos anos 1970, quando tocava em uma banda de rock secular chamada Head East. Foi também vocalista da banda Petra.
John Schlitt tem quatro álbuns solo gravados, além de uma participação num álbum chamado "Renewal CD - Ready to go". Esse Cd foi lançado dia 9 de Setembro de 2001, e foi dedicado a Igreja Comunidade de Cristo, em Franklin, TN. Este álbum é composto de 18 canções feitas por vários artistas cristãos.


Em outubro de 2003, a 3ChordsRecords lançou um álbum chamado "Welcome To The Revolution," (Liberty n' Justice) que também é uma compilação de vários artistas de rock cristão, entre eles John Schlitt e Greg X. Volz. A música de John que faz parte desse projeto é "It's About Love"


Na verdade, a carreira solo de John Schlitt nunca foi vista com bons olhos. Todas as vezes que ele esteve trabalhando no lançamento de seus álbuns surgiram rumores que ele deixaria o Petra. O primeiro álbum "Shake" foi lançado logo depois do álbum do Petra, "No Doubt". Esse trabalho é como se fosse um mix de canções do "Unseen Power" ao "No Doubt", mas com um som relativamente diferente. O segundo álbum é chamado "Unfit For Suine" de 1996.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.




Temas:
01. Live It Loud
02. Take Me Home
03. Love Won’t Leave Me Alone
04. One Of These Days
05. Faith & Freedom
06. End Of Fear
07. Where I Want To Be
08. Hope That Saves The World
09. Run
10. The Gift (Dorla’s Song)
11. The Cross Remains
Musicos:
John Schlitt (vocals)
Jerry McPherson (guitars)
Andrew Ramsey (guitars)
Chris Rodriguez (guitars)
Gary Burnette (guitars)
Tony Lucido (bass)
Matt Campbell (bass)
Matt Pierson (bass)
Joeie Canaday (bass)
Tim Acres (Hammond B3 organ)
Peter King (keys)
Dan Needham (drums, percussion, keys)
Matt Butler (cello)
John Catchings (cello)



sábado, 19 de maio de 2012

Ratzmataz - Global Revolution

Ratzmataz - Global Revolution (2012) Itália



Ratzmataz foi fundado em Abril de 2006 com grande paixão por r'n'r "compartilhada por Martino Pighi (bateria) e Marchiori Loris (guitarra e vocais) ao longo dos últimos dez anos. Por essa razão, eles formaram um power trio tocando hard rock sólido a partir da década de 70. O terceiro membro a integrar a banda é Diego Franchini (baixo e backing vocals), com quem eles tocaram um par de anos antes durante uma sessão rápida, mas intensa, fazendo uma homenagem ao 'Appetite For Destruction "do album GNR


Essa formação trabalhou duro na escrita de canções, não querem ser rotulados como banda cover, e os primeiros oito temas foram concluídas em menos de um mês. Durante aquele verão Ratzmataz começou a se apresentar em shows ao vivo, e depois de uma experiência como primeiro teste no Rock Festival, em Caselle que abriu o show para a renomada banda Small Jacket. Turnê ao vivo continuaram em muitos bares / discotecas ao redor de Verona até abril de 2007. Durante este período Ratzmataz jogado como abertura para banda Bullfrog e Acitiacca, sem esquecer os espectáculos muito agradáveis com seus amigos Chernobyl Boys.
Mais info http://www.ratzmataz.it/index.php


Temas:
1. Global Revolution
2. It's Alright
3. Take Me Home
4. Go To Gay Pride
5. Burn
6. Angel
7. Her Love Is Stronger Than My Pain
8. NoBody Needs Somebody
9. Before Sweet (live studio-session)
10. Sweet Lady
11. Too Lat
12. Priscilla





sexta-feira, 18 de maio de 2012

Days Of Jupiter - Secrets Brought To Life

Days Of Jupiter - Secrets Brought To Life (2012) Suécia



Days Of Jupiter é uma nova banda sueca com o cantor Janne Hilli, guitarristas Jörgen Hellström e Jocke Grundström, o baixista Janne Karlsson e o baterista Magnus Larsson. Os membros já tocaram em bandas como Trace Of Lords e Destynation. O que imediatamente vem à mente no tema de abertura Bleed é perturbador. Não só a entrega musical, mas acima de tudo Hilli cantor que soa como primo perdido do vocalista David Draiman. A banda foi produzida por Patrik Frisk, que ajudou bandas como Corroded e Takida a encontrar seu som. Eu diria que Days Of Jupiter encaixam bem no conjunto com estas bandas, um pouco mais pesados que os Takida, mas não tão pesados como os Corroded. Bury Me Alive também tem uma pitada de Evanescence no refrão. Este é um dos potenciais hits do álbum. Silence é outro tema a ter em atenção. Esta é uma versão de bom metal e sólido nu-orientado por uma banda promissora




Тemas:
01. Bleed
02. Bury Me Alive
03. Now You ve Killed Me
04. Silence
05. Crash
06. Still Feel You Breathe
07. Beautiful Lie
08. Let It Die
09. Superman
10. Fall




DEREK DAVIS - Re-Volt

DEREK DAVIS (Babylon A.D.) - Re-Volt (2012) USA



A revolução está se movendo por todo o país! Levanta-te! Re-volt! Guarnecer as suas estações! A revolução está se movendo por todo o país! Re - Volt!
Um lançamento a solo de estreia por Derek Davis. O ex-cantor / compositor de Arista Recording Artists, Babylon AD.
O CD com 11 temas é um álbum de hard rock de batida moderna, com muitas camadas diferentes de emoções. Raiva, frustração, vingança, amor e destruição, tudo em um. Derek reuniu uma eclética mistura de músicas.
"Não é os Beatles White Album, mas eu sinto que tive a liberdade de expressão para escrever e produzir música do jeito que eu sempre quis, algo que você normalmente não pode fazer com as restrições de uma grande gravadora", diz Derek.
A música levou três anos de trabalho, e com uma pequena ajuda de um jovem ex-companheiros da banda (Babylon AD): Dan De La Rosa na guitarra e Jamie Pacheco na bateria. Derek diz: "Ele está extremamente contente com resultados obtidos. "Eu queria criar um álbum de rock orientado com atitude e emoção", algo que transmitisse a minha personalidade, crenças e convicções. "Sim, há algum comentário forte redigido em eventos actuais, mas eu gosto de ser brutalmente honesto com minhas letras. "Há também algumas baladas que mostram o meu lado mais suave, por isso é um contraste agradável, não é tudo preto e branco", diz Derek.




Тemas:
01. Re-Volt
02. Bad Man Cometh
03. Tied Down and Hammered
04. Troubadour
05. American Jihad
06. Hollywood Heartbreak
07. The Promise
08. Judas Kiss
09. I Love U 2 Death
10. Love Star
11. Desperate




Banda:
Derek Davis (vocals, guitar)
Loren Turner (lead guitar)
Eric Pacheco (bass)
Jamey Pacheco (drums)






quinta-feira, 17 de maio de 2012

Trucker Diablo - The Devil Rhythm

Trucker Diablo - The Devil Rhythm (2012) Uk



Esta banda hard rocking da Irlanda do Norte formada em 2008 e seu lançamento de 2012 " The Devil Rhythm" (na Ripple Music) é destinado a incendiar as velhas ofertas no prato actual de hard rock moderno. Você pode ter a sorte de pegá-los em turnê com os Black Stone Cherry na Irlanda, se não, você pode pegá-los no Hammerfest 2012 que está sendo encabeçado pelo Anthrax.

Trucker Diablo deve ter grande apelo entre os roqueiros de todos as matizes - que eles usam de todas as linhas, guitarras fazendo-os soar como se eles pertencessem bem ao lado de outros campeões de rock modernas, como Shinedown ou Three Days Grace, mas eles escrevem melodias com progressões de acordes que ficaram famosos pelo glamour de bandas dos anos 80. A maioria das bandas simplesmente não têm a habilidade - ou esperteza - para engrenar o rock old school e o novo, mas Trucker Diablo faz o trabalho bem feito. Eles até mesmo fazem alguns blues e Southern rock de vez em quando.

Outras características notáveis sobre este lançamento incluem o aparecimento de Ricky Warwick (Thin Lizzy) em "Juggernaut" e endossos de Joe Elliot (Def Leppard) e Dee Snider (Twisted Sister). Que mais poderia pedir?

Temas:
01.Another Ray of Light
02.Beginning of the End
03.No Way No Limit
04.Gravitation
05.Infraction
06.Ingratitude
07.Physicalli Alive
08.Born Criminal
09.Green Tiny Monsters
10.Friendship
11.running scared (bonus)


Banda:
Tom Harte: Guitar/Vocals
Simon Haddock: Guitar/Vocals
Glenn Harrison: Bass Guitar
Terry Crawford: Drums




Joe Bonamassa – Driving Towards the Daylight

Joe Bonamassa – Driving Towards the Daylight (2012)



Gravado no Studio At The Palmsem Las Vegas, NV, The Village Recorder em Los Angeles, CA e The Cave em Malibu, CA, Driving Towards The Daylight, é um álbum equilibrado de volta ao básico que destaca o estilo de Bonamassa com a assinatura das raízes do blues com o rock-and-roll, honrando as tradições dos músicos de blues originais. Nós agarramos algumas canções tradicionais de blues antigos como Howlin Wolf com Who s Been Talkin ? e as canções de Robert Johnson com Stones In My Passway, e nós, tentamos imaginar como seria fazê-las num contexto de rock, disse Shirley. É um retorno muito emocionante para o blues de uma forma muito sentimental. Ele é vibrante e é realmente robusto.


Para desafiar Joe e movê-lo para fora de sua zona de conforto, um único grupo de músicos foi escolhido, incluindo o guitarrista dos Aerosmith Brad Whitford (guitarra), Blondie Chaplan (guitarra), Anton Fig (bateria e percussão), Arlan Schierbaum (teclado), Michael Rhodes (baixo), Carmine Rojas (baixo), Jeff Bova e The Bovaland Brass, Pat Thrall (guitarra), e o filho de Brad, Whitford Harrison (guitarra).


O álbum conta com cinco originais escritos por Bonamassa, incluindo o primeiro tema Dislocated Boy, a guerreira da estrada faixa-título (e primeiro single) Driving Towards The Daylight, I Got All You Need, Heavenly Soul, e Somewhere Trouble Don t Go.. Outras faixas incluem versões tocadas por Bonamassa de Tom Waits New Coat Of Paint, Lonely Town Lonely Street, por Bill Withers (Lean On Me, Ain t No Sunshine) e A Place In My Heart por Bernie Marsden of White Snake (Here I Go Again). No álbum mais perto, o cantor australiano de rock Jimmy Barnes canta no seu hit de 1987 " Too Much Ain’t Enough Love."


Temas:
01 – Dislocated Boy
02 – Stones in My Passway
03 – Driving Towards the Daylight
04 – Who’s Been Talking
05 – I Got All You Need
06 – A Place in My Heart
07 – Lonely Town Lonely Street
08 – Heavenly Soul
09 – New Coat of Paint
10 – Somewhere Trouble Dont Go
11 – Too Much Aint Enough Love (with Jimmy Barnes)




Slash – Apocalyptic Love

Slash – Apocalyptic Love: Deluxe Edition (2012) USA




Apocalyptic Love é o segundo álbum de estúdio de Slash, o guitarrista atual do Velvet Revolver e ex-Guns N' Roses. O álbum contará com a banda de Slash, que consiste no vocalista Myles Kennedy, o baixista Todd Kerns, e o baterista Brent Fitz (colectivamente referidos como "Myles Kennedy and The Conspirators"). Produzido por Eric Valentine, está programado para ser lançado em 22 de maio de 2012.


Slash começou a trabalhar em seu segundo álbum solo em junho de 2011, quando ainda estava na turnê de seu primeiro álbum solo. Ao contrário do primeiro álbum, que contou com uma variedade de cantores como Ozzy Osbourne, Kid Rock e Chris Cornell, Apocalyptic Love foi gravado apenas com um, o cantor do Alter Bridge Myles Kennedy, que também apareceu cantando duas canções no primeiro álbum. Slash disse que seu segundo álbum seria mais um álbum de colaboração com Kennedy, e disse que não sabia se seria lançado em seu próprio nome ou um nome totalmente novo.[3] Kennedy disse que algumas das letras do álbum são sobre o uso de drogas em seus primeiros anos.


Em dezembro de 2011, três canções foram gravadas: "Halo", "Standing in the Sun" e "Bad Rain". Slash descreveu as novas músicas como "muito pesado" e em 06 de fevereiro, a gravação de "Apocalyptic Love" foi terminado. Em 24 de fevereiro foi anunciado que "You're a Lie" seria o primeiro single do álbum e foi lançado para a rádio em 27 de fevereiro.


Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Temas:
01 Apocalyptic Love 3:28
02 One Last Thrill 3:09
03 Standing In The Sun 4:03
04 You’re a Lie 3:50
05 No More Heroes 4:23
06 Halo 3:22
07 We Will Roam 4:49
08 Anastasia 6:07
09 Not For Me 5:21
10 Bad Rain 3:46
11 Hard & Fast 3:02
12 Far and Away 5:14
13 Shots Fired 3:48
14 Carolina (Bonus Track) 3:17
15 Crazy Life (Bonus Track) 3:40




Músicos:
Slash – lead guitar, talkbox
Myles Kennedy – lead vocals, rhythm guitar
Todd Kerns – bass, backing vocals
Brent Fitz – drums



terça-feira, 15 de maio de 2012

Kaledon - Mightiest Hits

Kaledon - Mightiest Hits (Compilation 2 CD) (2012) Itália



Veteranos do power metal os Kaledon lançaram o seu primeiro álbum "best of" em 31 de janeiro de 2012. Mightiest Hits inclui 12 canções de cada um de seus 6 álbuns de estúdio (2 músicas de cada episódio de "Legend Of The Reign Esqueceu-se da saga) mais 1 tema novo," Steel Maker ", que introduz o personagem principal de seu novo trabalho que em breve será gravado, a figura heróica de Altor. Todas as canções retiradas dos 2 primeiros álbuns (The Destruction', 2002 and ‘The King’s rescue’, 2003) foram regravadas pelos novos elementos da banda, os do terceiro e quarto (' The Way Of The Light’, 2004 e ‘Twilight Of The Gods’, 2006, com Stratovarius 'Jorg Michael na bateria) foram recantados e remisturados, enquanto os dos últimos 2 álbuns (A New Era Begins’, 2008 e ‘The Last Night On The Battlefield’, 2010) foram remasterizados.
‘ Mightiest Hits ' está disponível em um formato de duplo CD, incluindo um disco bónus contendo as demos da banda muito raros, para um total de 11 músicas. A obra de arte surpreendente foi criada por Nerve Design (Nile, Threshold, Vision Divine, Bulldozer).




Temas:
Kaledon 2012 CD 1 – 00:59:38
01. Steel Maker (Previously Unreleased) 04:26
02. In Search Of Kaledon 03:37
03. Desert Land Of Warriors 05:34
04. The New Kingdom 04:30
05. A Frozen Dawn 04:51
06. Mighty Son Of The Great Lord 05:40
07. Great Night In The Land 04:00
08. Clash Of The Titans 04:33
09. New King Of Kaledon 03:29
10. The End Of The Green Power 04:17
11. The God Beyond The Man 04:52
12. Surprise Impact 04:19
13. Demons Away 05:26





Kaledon 2012 CD 2 – 00:52:06
01. In Search Of Kaledon (Demo) 04:26
02. Spirit Of The Dragon (Demo) 04:05
03. Thunder In The Sky (Demo) 04:12
04. God Says Yes (Demo) 04:32
05. Army Of The Undead King (Demo) 04:15
06. Desert Land Of Warriors (Demo) 05:28
07. God Says Yes (Demo) 04:32
08. Thunder In The Sky (Demo) 04:03
09. Desert Land Of Warriors (Demo) 05:30
10. Home (Demo) 06:17
11. New Soldiers For A New Army (Demo) 04:39




Banda:
Alex Mele : Guitarra (Prayers, River Of Change)
Paolo Lezziroli : Baixo
Tommy Nemesio : Guitarra
Marco Palazzi : Vocais
Daniele Fuligni : Teclas
Luca Marini : Bateria (ex-Enemyinside)






Ted Nugent - State of Shock

Ted Nugent - State of Shock (1979) USA



State of Shock é o quinto álbum de Ted Nugent, lançado em 1979 pela Epic Records. A partir deste álbum Ted Nugent sofreu uma grande queda em sua carreira, embora o álbum tenha ficado no Top 20 da Billboard, e ter sido certificado álbum ouro pela RIAA, foi o primeiro álbum do músico a não alcançar disco de platina.


Temas:
1. Paralysed
2. Take It Or Leave It
3. Alone
4. It Don't Matter
5. State Of Shock
6. I Want To Tell You
7. Satisfied
8. Bite Down Hard
9. Snake Charmer
10. Saddle Sore

Banda:
Ted Nugent (Guitarra, vocais)
Charlie Huhn (Guitarra)
Walt Monaghan (baixo)
Cliff Davies (bateria)





segunda-feira, 14 de maio de 2012

Ryan Reid - Light It Up

Ryan Reid - Light It Up (2012) USA



Ao chegar em casa depois de uma temporada musical em Nova York, Ryan Reid, lançou seu disco de estreia, "Light It Up". A paixão de Reid é criar um tipo diferente de rock que cria fãs de todas as idades. O CD inteiro é escrito por Reid, é a culminação de soul, blues, e cheio de energia do rock projectado para trazer as influências de lendas da música do passado e do presente num único CD. "Light It Up" definitivamente mostra a verdadeira vida Ryan Reid, grande capacidade de fazer composições com músicas que vão desde a guerra espiritual ao vício lutando para acreditar em si mesmo até o fim.


Como um nativo de Stillwater, Oklahoma, gosto insaciável de Ryan Reid para o rock e os blues criaram um projecto que vai deixar os fãs pedindo por mais. Ryan Reid e banda estão na "Light it Up Tour". Este é um show de rock que você não vai querer perder!


Temas:
1. The Perfect Drug (Light it Up)
2. Mercy Me
3. Never Let Go
4. Believe
5. I Am
6. Save Me
7. Always
8. Eat Your Heart Out
9. Sometimes It's Real
10. Too Far Gone
11. Bring It On


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