Google+ Roxx 2 Download : Junho 2012

Roxx World

domingo, 24 de junho de 2012

ASIA – XXX

ASIA – XXX (2012) U.K.

 
Será nostalgia? Saudades? Sei lá,... pode ser tanta coisa, ... tenho a certeza que algo é de certeza e fazendo como Descartes, fiz uma introspecção, e errada ou não, encontrei a resposta. Algo, ficou por acabar, a nossa essência bloqueou num determinado ponto e depois de se redescobrir em outras experiências e vivências voltou a encontrar o caminho perdido. Com tanto "retro" que temos vindo a assistir a ser colocado de novo em voga, lamento desapontar muitos, mas isto não é uma moda, tem realmente um fundamento e parece-me correcto assumir que a redescoberta do caminho será a explicação mais apropriada, "certa" estaria sujeita a debate, por isso "apropriada" é mais subjectiva e como tal faz pensar e em muitos casos chegar a novas conclusões. Será que estão a ficar cansados com tantas erupções de bandas mastodonticas que em muitos casos já deviam estar em mausoléus para turistas ou cansados de tantas novas bandas a recriar essas épocas vintage? Da minha parte confesso-vos que a segunda. De uma geração que findou um ciclo, ficou esse ciclo sem um final, e agora, voltam novamente para finalmente fechá-lo. Pode ser durante mais uns anos, uns ciclos de vida ou não, pode ser breve e tão rapido como reapareceu. Asia, são uma daquelas bandas que são "A" banda. Multi-platinados em todo o mundo com dezenas de milhões de discos vendidos, entraram e ficaram nas nossas vidas como parte delas, e como não têm nada que provar a ninguém chegaram de novo ao inicio do seu ciclo. Este novo disco é algo de transcendente na medida em que começa onde a decada de oitenta suspendeu. Com o cansaço e as inevitáveis saídas e entradas de membros da banda apenas informando que divergências irreconciliáveis os estava a afastar e a separar, esta nova coleção de musicas é uma lufada de conforto e apaziguamento dos nossos próprios ciclos interrompidos, algo que como uma peça de um puzzle vem completar estágios inacabados na nossa mente. É maravilhoso ouvir isto de novo, faz-nos viver um lapso temporal, como se 25 anos não tivessem existido e J. Wetton, S. Howe, G. Downes e C. Palmer acabassem de nos entregar uma nova obra prima ainda nós a convalescer dos efeitos da última. Este XXX pode ter várias interpretações, mas 30 anos de carreira a serem fechados como começaram é mesmo a mais plausível das explicações. "Face on the Bridge" não será própriamente o novo "Heat of the Moment" mas anda por aí, perto ao longe fica de certeza na nossa mente a rodopiar e não se consegue esquecer; Asia em todo o seu explendor com os membros originais. Para aqueles que acham que isto já não tem razão de ser, apenas vos digo que são felizes por já terem fechado este estágio das vossas vidas e por isso têm muito mais por onde escolher sem olhar para trás; para quem não conhece, depois de ouvirem este disco e se ele vos "tocar" vão com toda a certeza adorar a carreira musical dos Asia especialmente a primeira fase dos anos 80; para os restantes, penso que não será com este disco que vão fechar o vosso ciclo, no entanto vão ficar em transe como se isto fosse uma droga daquelas que vos põe no topo, felizes e despreocupados como se mais nada existisse!
McLeod Falou!

Temas:

01. Tomorrow The World
02. Bury Me In Willow
03. No Religion
04. Faithful
05. I Know How You Feel
06. Face On The Bridge
07. Al Gatto Nero
08. Judas
09. Reno (Silver And Gold)
10. Ghost Of A Chance
11. I Know How You Feel (Midnight Mix)
12. Faithful (Orchestral Version)

Banda:

John Wetton – Vocals, Bass
Steve Howe – Guitars
Geoff Downes – Keyboards
Carl Palmer – Drums






sexta-feira, 22 de junho de 2012

Heartbreak Hangover - st

Heartbreak Hangover – st (2012) USA


Hard rockin riffs, letras marcantes e música de batida forte os Heartbreak Hangover criaram um som que é único, com um rock and roll cru e com simplicidade. Performances de alta energia, que batem sons hard e boa diversão são o que os Hangover Heartbreak dão ao público a cada show com a criação de um sentido pessoal de envolvimento para os seus fãs.


Na primavera de 2009, quatro amigos se reuniram para escrever uma boa música, tiveram um grande tempo a fazê-lo, e saiu rock! Hangover Heartbreak foi formado. A experiência e formação musical diversa de cada membro tem empurrado a banda rapidamente para a corrente principal da música, em Salt Lake City, Utah e outras áreas circundantes. Hangover Heartbreak já tocou com várias bandas e espera vir a tocar com muitos mais no futuro próximo.


Recentemente a banda foi escolhida como a vencedora do The Guitar Center “On Stage” concurso para abrir concerto para os Kiss em Phoenix AZ. Hangover Heartbreak foi escolhida entre mais de 800 bandas no concurso para essa área. A banda cria músicas a partir do coração que muitos podem relacionar-se com um forte sentimento de paixão que pode ser visto e ouvido lá em performances. Hangover Heartbreak já dividiu o palco com bandas, KISS, Skid Row, L.A.Guns, Great White, Vains of Jenna, Bang Tango, Genitorturers, Stephen Pearcey (Ratt) e muitos mais.


Temas:
1. Demons
2. Livin' a Lie
3. Rebel Yell
4. Nervous Breakdown
5. The Devil in You
6. Skin
7. Bitter Pill [Explicit]
8. Dirty Teaze
9. Them Wicked Things






Banda:
David Briggs - Guitars
Derek Briggs - Bass
Bob Hanson - Drums
Neil Ohmie - Vocals



Xutos & Pontapés - 78-82

Xutos & Pontapés - 78-82 (1982) Portugal



78/82 é o álbum de estreia do grupo português Xutos & Pontapés, lançado em 1982.

Temas:
01 Sémen
02 Leo
03 Dantes
04 Falhas
05 Quando eu morrer
06 Mãe
07 Quero-te
08 Viuvinha
09 Morte lenta
10 Medo
11 Avé Maria
12 Toca & foge
13 Papá deixa lá
14 Quero Mais

Banda:
Zé Pedro - Guitarra, teclas, vozes
Francis - Guitarras, vozes
Tim - Baixo, percussão, vozes
Kalú - Bateria, teclas, percussão, vozes





quinta-feira, 21 de junho de 2012

V12 - V12

V12 - V12 (LP 1990) Portugal



Os V12 são uma banda de heavy metal portuguesa do fim dos anos 80 inicio dos anos 90.
A banda demonstrava boa qualidade lançaram um álbum depois acabaram.
Segundo o que li foi que a banda queria cantar em inglês mas a editora queria que eles cantassem em português entretanto os elementos da banda estavam divididos e a banda acabou.

Temas:
1 - Sinais Dos Tempos
2 - Causa Perdida
3 - Sol Da Lua
4 - Hhaar
5 - Crack
6 - Claustrofobia
7 - Invocação
8 - Conto De Fadas
9 - Negocio Das Almas
10 - Rota Da Fé





quarta-feira, 20 de junho de 2012

BLINDSTONE – GREETINGS FROM THE KARMA FACTORY

BLINDSTONE – GREETINGS FROM THE KARMA FACTORY (2012) DENMARK 

 
Quem diria que estes rapazes da terra dos vikings iriam adoptar um som totalmente oposto, geográficamente, quero eu dizer; à sua fria e gelada terra nórdica. 4º àlbum de originais para estes dinamarqueses que soam como se tivessem saído de um club Nova-Yorkino, Blues HardRock com muito groove bem tocado e produzido, chego a sentir o cheiro a George Lynch com tanto solo à solta por este disco. Excelente vocalista\guitarrista, será mais vice versa porque o rapaz desfaz a guitarra em riffs e solos de chorar por mais. Martin Andersen, tráz consigo uma potente secção ritmica o que faz deste grupo um fabuloso power trio como já não se ouvia à muito tempo. Para tão extraordinária personificação do blues rock americano e com uma velinha acesa no vintage, não será alheia a editora americana que os apoia. Aditivo desde o primeiro ao último riff em onze faixas que acabam a saber mesmo a pouco. Aconselho este disco a qualquer rocker seja ele qual for, porque quando é bom mesmo, todos devem ouvir pelo menos uma vez na vida para não morrerem estúpidos.
McLeod Falou!
Dedicado ao meu grande amigo Yaman que por motivos de doença vai às àguas para o cartaxo! Boa viagem, amigo!

Temas:

1. Rock Your Mojo (6:28)
2. Struck Down By The Blues (4:35)
3. Free (3:15)
4. Catch Me If You Can (4:04)
5. Karma (5:16)
6. What Your Lovin’ Can Do (6:28)
7. In The Groove Of Things (4:57)
8. Once More (4:02)
9. Life Starts Over (3:04)
10. Trying (4:22)
11. Ocean Of Time (10:44)

Banda:

Martin J. Andersen - Vocals, Guitars
Jesper Bunk - Bass
Anders Hvidtfeldt - Drums, Percussion





terça-feira, 19 de junho de 2012

B.T.C. Blues Revue – Neal Black, Nico Wayne Toussaint, Fred Chapellier

B.T.C. Blues Revue – Neal Black, Nico Wayne Toussaint, Fred Chapellier – Live and More… (2 CD) (2012) USA, France


Se você puder imaginar uma banda cujos integrantes já se apresentaram com lendas do blues, incluindo Luther Allison, Popa Chubby, Jimmy Dawkins, Chuck Berry, Lucky Peterson, Billy Price , Otis Clay, Paul Personne, Hubert Sumlin, Johnny Copeland , Guy Davis, Rod Piazza, e muitos, muitos outros ... a BTC Blues Revue é que a combinação explosiva de músicos dos EUA e da França.


O grupo é liderado por três grandes Dixiefrog Records Artists: Neal Black (do Texas), Nico Wayne Toussaint e Fred Chapellier (da França), e apoiado por uma All Star Band incluindo Mike Lattrell (de Nova York), bem como Christophe Garreau e Vincent Daune (de França).


Finalmente, a música deste álbum abrange um amplo espectro de Blues, Roots, Soul e Rock, realizado por esta fusão dinâmica de BLACK, TOUSSAINT, CHAPELLIER : the B.T.C Blues Revue!


Temas:
CD 1 – Live – time: 01:14:23
01. Daily Bread (Neal Black) [00:05:27]
02. Ain’t No Need (Nico Wayne Toussaint) [00:04:56]
03. Handful Of Rain (Neal Black) [00:04:37]
04. I’ll Fly Away (Neal Black) [00:05:26]
05. Le Blues (Fred Chapellier) [00:05:05]
06. Blues For Roy (Fred Chapellier) [00:08:39]
07. I Was Wrong (Nico Wayne Toussaint) [00:05:42]
08. Fish Drip Jones (Neal Black) [00:04:40]
09. How I Got To Memphis (Neal Black) [00:03:56]
10. When The Lights Came On (Fred Chapellier) [00:05:15]
11. Smart Money (Fred Chapellier) [00:04:09]
12. Wella Wella Baby La (Nico Wayne Toussaint) [00:04:03]
13. Boobie-ing At L’Orange Bleue (Nico Wayne Toussaint) [00:02:35]
14. Rodney’s Song (Fred Chapellier) [00:05:01]
15. Turning Point (Nico Wayne Toussaint) [00:04:44]


CD 2 –Studio – time: 00:23:24
01. Blues Follow You Home (Neal Black) [00:04:31]
02. Can’t Sleep At Night (Nico Wayne Toussaint) [00:04:24]
03. Saint On The Highway (Fred Chapellier) [00:04:22]
04. Sunrise In Prison (Neal Black) [00:03:35]
05. Rock & Roll Woman (Nico Wayne Toussaint) [00:03:25]
06. Memphis Connection #1 (Fred Chapellier) [00:03:04]







FREAK KITCHEN – LAND OF THE FREAKS

FREAK KITCHEN – LAND OF THE FREAKS (2009) SWEDEN
 

 
Projecto do mastermind e master guitarrist Mathias Eklundh que já vai no 7º àlbum registrado em 2009. Conhecido pelo seu trabalho em bandas como Soilwork, Fate, Audiovision, Pagan, Frozen Eyes, Evergrey entre inúmeros outros projectos é também mestre das seis cordas com Instruction videos editados em DVD. Neste disco de 2009, oferece-nos um corrosivo conjunto de temas sobre esta sociedade capitalista e impotente, demente no seu hipocondrismo, racista e delatora que se apoiam num instrumental hardrock \ metal \ prog \ jazz \ fusion. Para apreciadores deste tipo de obras isto é um figo, só mesmo músicos de um nível superior como é o caso deste potente trio, é que é possível conseguir elevar a música até este tipo de patamares, nível altíssimo! Participam também dois músicos indianos, para verem até onde chega o nível de composição desta obra. Para os desconhecedores ou interessados em ir mais além, este é um excelente exemplo para se iniciarem noutros mundos escondidos na vossa mente; para os restantes, só posso dizer que há gostos para tudo e para todos.
McLeod Falou!

Temas:

01. God Save the Spleen
02. Hip Hip Hoorah
03. Teargas Jazz
04. Sick? (Death by Hypochondria)
05. OK
06. Honey, You're a Nazi
07. The Only Way
08. Murder Groupie
09. The Smell of Time
10. One Last Dance
11. Do Not Disturb

Musicos:

Mathias "IA" Ekhlund – Vocals \ Guitars
Chritser Ortefors – Bass Guitar \ Vocals
Bjorn Fryklund - Drums




CRIMSONIC – SILENCE TOO LOUD

CRIMSONIC – SILENCE TOO LOUD (2012) FINLAND

 
Album de estreia para os finlandeses Crimsonic. "Silence Too Loud" é um conjunto de dez musicas de hardrock\Alternative urbano saído dos subúrbios de Helsinki. Melódico, muito bem produzido e arranjado mas para o tipo de musica que apregoam podiam ser um pouco mais audaciosos, infelizmente o vocalista ainda não dá para mais, as influências podem ser identificadas desde Alter Bridge, Buckcherry e do género. O instrumental é cativante mas perde força pelo fraco desempenho do vocalista perdendo também o disco todo o interesse. Existem algumas faixas que merecem uma audição, isto para os apreciadores da veia exportadora finlandesa, de resto existem melhores alternativas.
McLeod Falou!

Temas:

1. Red Hot Devil
2. Roadblock
3. Avoided
4. Reason
5. Virus
6. Another Night (Feat. Heidi)
7. Hate/Love
8. She Bends
9. Journey
10. Every Waking Hour

Musicos:

Turre – Vocals\ Guitar
Jake – Lead Guitars\ Backing Vocals
Anssi – Bass\ Backing Vocals
J N E Pasanen – Drums

sábado, 16 de junho de 2012

Mind The Gaep - Get Ready For Tonight (2012) Alemanha


MIND THE GAEP são de Frankfurt e lançam seu primeiro álbum completo. Tão interessante um jovem grupo de rock irreprimível e rígido, que é alimentada por solos de guitarra e baixo quente penetrante bom ... e não tem frases vazias.

Como a abertura de mesmo nome leva para a combinação: gordos, riffs quase metálicos, uma canção mais áspera, mas sincera que não esconde a origem, bem como ganchos para a eternidade. Cantor Matias às vezes palestra e se encaixa perfeitamente com " Reckless Driver" ou a batida AC / DC-hard " Sister Sister", enquanto MIND THE GAEP se move com " Out Of Reach" tímida em terreno empoeirado - soa um pouco como uma balada Americana e serve no texto o melhor tema, amor.

"Miss J" (com Bass Wah-Wah) e voz com alma feminina é uma das peças de destaque no disco e isso é extraordinariamente bom para um evento de uma hora na terra da música rock. O uso de uma gaita (em "Blues Bourbon" Boogie) e o clássico punk rock como "Chicago" para continuar, assim como a música de metal puro "Femme Fatale". Mais leves acenando com " What Does Love Mean" cai um pouco, pouco antes da viola e saxofone a enriquecida " Midnight Dance".


Temas:
01.Get Ready For Tonight
02.Reckless Driver
03.Sister Sister
04.Out Of Reach
05.Miss J
06.Bourbon Blues
07.Chicago
08.Cum On Babe
09.Femme Fatale
10.What Does Love Mean
11.Midnight Dance


Banda:
Bass - Vjeran Wertag
Gesang - Matthias "Matt" Diener
Gitarre - Stephan "Branko" Eber
Schlagzeug - Fabi "Boozey" Ortkamp






PAUL SABU - Bangkok Rules

PAUL SABU - Bangkok Rules (2012) USA

PAUL SABU entrou em cena em 1984 com Kidd Glove e além de ser um cantor Emmy Award-winning, compositor, produtor e guitarrista, a sua lista de créditos é impressionante.
" Bangkok Rules" é o título do álbum mais recente de Sabu a solo, seu primeiro em Z Records e após 5 anos de hiato sem gravar.


Parte do material neste novo trabalho foi escrito com Vince O'Regan (Bob Catley), e a banda de apoio a Paul no estúdio é bastante competente.
O álbum abre com a faixa titulo " Bangkok Rules", um hard rock com uma moderna vibe Whitesnake. Sabu apresenta uma boa variedade de faixas com vocais e gritos onde se destaca o trabalho de guitarra.
Seguido pelo CD destaca-se a faixa "Rock Don't Run", com Frankie Banali (ex-Quiet Riot) intervindo para controlar as funções de percussão. Este deve ser um prazer para todos. Gosto das teclas na seção do meio, que dá um som mais pesado para o efeito em geral.


Embora haja uma abundância de outras faixas impressionantes ("Live Or Die Trying" tem um coro impressionante) são as duas primeiras músicas que ficam na mente da maioria.
É difícil não apreciar uma canção chamada "Rocked & Loaded", especialmente quando Sabu está cantando. Uma pura power rock ao máximo com melodias irresistíveis e fortes acordes.
"Race To Nowhere" é outra faixa muito boa. Paul transforma-se realmente um entalhe neste tema, com sua maneira de cantar e no tom pesado desta peça.
Eu também gostei muito da balada "Read My Eyes", um midtempo no estilo clássico Paul Sabu, com agradáveis guitarras e orquestração de fundo.
Então, sim, há muita coisa boa aqui para Sabu e fãs de melodic hard rock, mas não é tudo fácil, pois há alguns momentos de fraqueza. "Black Star" é muito chato, enquanto "Back The Jacks" é terrível em sua rosna.


"Bangkok Rules" não vai quebrar preconceitos de alguém como Paul Sabu, e permanece fiel à marca com grandes coros, altos riffs e vocais guturais.
Falando sobre seus vocais, sua voz se tornou mais áspera com os anos, não tão poderoso como costumava ser. A composição é sólida na maior parte do CD, e sua musicalidade. Mas eu não gosto muito da produção. Aos meus ouvidos é barrenta e confusa, e a mistura não ajuda também.
Das dez faixas, apenas três não têm muito para me mover, com o resto do CD mais do que a compensar com a sua energia e diversão.
Eu não vejo os fãs de Sabu ficarem decepcionado com o produto global, mas teria preferido alguns hinos mais fortes.




Temas:
01 - Bangkok Rules
02 - Rock Don't Run
03 - Race To Nowhere
04 - Live Or Die Tryin'
05 - Love's Got a Mind Of Her Own
06 - Read My Eyes
07 - Rocked & Loaded
08 - Black Star
09 - Code Blue
10 - Back The Jacks






Banda:
Paul Sabu - Vocals, Guitars
Linkan Andersson - Guitars
Martin Karlsson - Bass
Lee Morris - Drums
Convidado especial:
Frankie Banali - Drums on "Rock Don't Run"





UGLY KID JOE – STAIRWAY TO HELL

UGLY KID JOE – STAIRWAY TO HELL (2012) USA


 
De Ugly Kid Joe só tenho uma coisa a dizer, ou chegaram muito cedo ou muito tarde! De qualquer modo, ainda não será o momento para Whitfield Crane e seus pares voltarem com o seu Rap\Party Metal, com blues, hip hop à mistura, por estes dias a malta até que anda a consumir de tudo, mas Ugly Kid vêm para as massas, e essas por estes dias estão ainda viradas para o ressurgimento do hair metal, metal melodico por assim dizer, e HardRock com tendências vintage. Por isso parece-me cedo, mas se é já para marcar terreno, ok, força rapazes! Quem conhece Ugly Kid Joe só pode esperar o mesmo e neste EP só é pena não aparecer um exito tipo "everything about you", se bem que "you make me sick" tem o mesmo riff, ou quase. A presença dos Fishbone neste disco diz-vos tudo, a tendência um pouco alternativa, hip hop ou Rap metal com atitude festeira bem polido e produzido, com boas malhas antevêm um bom disco. Será que está na hora? Vocês decidam!
McLeod Falou!


 
Temas:

01 - Devil's Paradise
02 - You Make Me Sick
03 - No One Survives
04 - I'm Alright
05 - Love Ain't True! (ft. Moore & Walt of Fishbone)
06 - Another Beer




Banda:


Whitfield Crane (vocals)
Klaus Eichstadt (guitars)
Dave Fortman (guitars)
Cordell Crockett (bass)
Shannon Larkin (drums)







sexta-feira, 15 de junho de 2012

Elixir - Unleash The Magic

Elixir - Unleash The Magic (2012) Uruguai



ELIXIR nasceu no início de 2009, com a ideia de formar uma banda de Power Metal misturar velocidade com melodia, mas sem perder a força.
Para alcançar isso, Brunno Navarro (voz), Federico Fleitas (bateria), Ignacio Fernandez (Teclados), Andres Duarte (baixo), Marcos Garcia (guit.)
e Matias Artecona (guit.) se reuniram e começaram a construir uma banda poderosa.


O primeiro nome da banda foi Excelsior, mas devido a questões legais, decidiram mudá-lo para Elixir.
Primeiro show da banda foi a 28 Agosto em Troya, juntamente com Crepar e Boanerges (Argentina). A resposta da multidão foi esmagadora.
Depois de mais dois shows bem sucedidos, Elixir é convidado para tocar como banda de apoio a Epica (Holanda), o show permitiu Elixir para tocar na frente de 3000 pessoas!
Este foi um grande passo para a banda e, devido a isso, eles entraram em estúdio para iniciar o processo de pré-produção de seu primeiro álbum. Durante este processo, a banda foi convidada novamente para participar num show internacional, nesta oportunidade eles apoiaram Sonata Artica.


Após uma longa espera, a banda começou a gravar seu álbum, que foi gravado em Inglês e Espanhol.
UNLEASH THE MAGIC: É o título do primeiro álbum dos Elixir, que contém 8 músicas onde misturam os elementos mais distintivos de power metal com recursos modernos e up-to-date.
O álbum contém todos os tipos de ambientes, como riffs rápidos, peças melódicas, mid-tempo riffs e elementos sinfônicos aqui e ali.


O álbum foi totalmente gravado em Molecula Studios por David Larrosa, mixado e masterizado por Sebastian Vera nos Sound Work Studios.




Temas:
1. Excelsior (Intro) (2:08)
2. Weapons Of Heart (6:09)
3. Unleash The Magic (4:39)
4. Until Eternity (4:29)
5. Facing The End (4:07)
6. Souls With No Glory (5:02)
7. Wasteland (4:58)
8. Sunrise (4:56)
9. Legacy (4:51)




Banda:
Andres Duarte - Bass
Federico Fleitas - Drums
Matias Artecona - Guitars
Marcos Garcia - Guitars
Ignacio Fernandez - Keyboards
Brunno Navarro - Vocals




quinta-feira, 14 de junho de 2012

Roxigenio - Roxigenio

Roxigenio - Roxigenio (1980) Portugal



Temas:
1 - Mr double cross
2 - Something new
3 - Get the sack
4 - The show
5 - Do you wanna be tied above the clouds
6 - Looking for an answer
7 - Bureaucratic society
8 - Fly
9 - Rock n'roll man
10 - What can i do


Banda:
Voz : António Garcez (ex Arte & Ofício;Pentágono;Psico)
Guitarra : Filipe Mendes (ex Psico;Heavy Band;Chinchilas)
Baixo : José Aguiar (actual baixista dos Tarântula)
Bateria : José Eduardo




Arte & Oficio - Danza

Arte & Oficio - Danza (1981)Portugal



Temas:
1. Where You're Going Tonight
2. Polution
3. Radio Part 1 - To All the Women in the World
4. Radio 2
5. Radio 3
6. For Your Love
7. Danza
8. She Was a Virgin
9. Let's Do it Again
10. On an Ankle






Arte & Oficio - Marijuana (1980) single



Temas:
A - marijuana
B - that guitar



quarta-feira, 13 de junho de 2012

Outer Skin - Thunder Maker

Outer Skin - Thunder Maker (2012) Portugal



Recomendo par quem gosta de Ed Guy, Scorpions, Judas Priest


O álbum tem 10 músicas, gravadas em novembro de 2011 no nosso estúdio caseiro, com a ajuda de Fernando Almeida.
O processo não foi 100% pacífico com as habituais dificuldades que não estávamos contando (o ritmo é lento, o ritmo é rápido, os tambores estão errados, o baixo não se encaixa, bla bla bla). Mas a pior parte foi que Dario deixou a banda no meio das gravações com o Nuno acabando por gravando todas as guitarras.
Nós estávamos planejando ter alguns convidados, mas depois de alguma discussão decidimos convidar apenas Sandra Branco a cantar em " Take me far".
Para a produção, tivemos várias opções e decidiu por Daniel Cardoso. Todos os seus trabalhos são óptimos, tanto como músico ou produtor e foi realmente uma honra ter ele produzindo nosso álbum.




Тemas:
01. Song For The Tragic
02. Thunder Maker
03. Lowdown
04. Blood Sweat and Lies
05. Rainbow High
06. Take Me Far (feat. Sandra Branco)
07. Someday
08. Desire
09. Endless Sky
10. Time




Musicos:
Vocals: Duarte
Guitars: Nuno
Bass: BM
Drums: Bruno
Recording: Fernando Almeida
Production and Mixing: Daniel Cardoso
Lyrics: Duarte
Artwork: Duarte








terça-feira, 12 de junho de 2012

Ibéria - Ibéria

Ibéria - Ibéria (1988) Portugal



Temas:
1.Warriors
2.She's so Lovely
3.Sex Gun
4.Lady in Black
5.Fuck the Teacher
6.No Pride
7.Some Girls
8.Unfaithful Guitars
9.Children of the World
10.The Sailing Way to India (instrumental)

Total playing time: 44:33




JOSE CID – 10000 ANOS DEPOIS ENTRE VENUS E MARTE

JOSE CID – 10000 ANOS DEPOIS ENTRE VENUS E MARTE (1978) Portugal



Temas:


1. O Último Dia na Terra
2. O Caos
3. Fuga Para o Espaço
4. Mellotron, o Planeta Fantástico
5. 10.000 Anos Depois Entre Vénus e Marte
6. A Partir do Zero
7. Memos


Musicos:
José Cid: piano, sintetizadores, string ensemble, Mellotron, voz;
Ramon Galarza: bateria, percussão;
Zé Nabo: baixo, guitarra eléctrica, guitarra de 12 cordas, guitarra acústica;
Mike Sergeant: guitarra eléctricas, guitarra de 12 cordas (faixa 2);





PETRUS CASTRUS – ASCENÇÃO E QUEDA

PETRUS CASTRUS – ASCENÇÃO E QUEDA (1978) Portugal


Temas:
1. A Chegada [7:03]
2. A Revolta [5:07]
3. Ascensão [6:02]
4. Declínio e Ruptura* [6:13]
5. Indecisão e Demência* [7:11]
6. Queda* [7:24]
7. Seis e Meia da Tarde[2:36]
8. A Bananeira [4:50]
todas as peças compostas por Pedro Castro e José Castro,
excepto * por P. Castro, Fernando Girão e J. Castro

músicos:
Pedro Castro - canto, guitarras, baixo
José Castro - canto, teclados, sintetizador, cravo
Urbano Oliveira - bateria, percussão
+ Helena Águas - coros
+ Rui Serrão - baixo (f.4-6)
+ Nuno Rodrigues - canto (f.4)




JÚLIO PEREIRA E CARLOS CAVALEIRO – BOTA FORA

JÚLIO PEREIRA E CARLOS CAVALEIRO – BOTA FORA (1975)Portugal



Lado 01

1. Pedro Soldado
2. Cordas
3. Capitão Ambrósio
4. Sachilemo


Lado 02

1. Bota Fora
2. M.P.L.A
3. Independência
4. Viva a Guiné-Bissau
5. A Nossa Homenagem



Xarhanga – Singles

Xarhanga - "Acid Nightmare + Wish Me Luck" (single)1971


Xarhanga - "Great Goat + Smashing Life" (single)1972





segunda-feira, 11 de junho de 2012

Alkateya - RePlay

Alkateya - RePlay (2003) Portugal



Compilação
Alkateya (Demo 1986)
Star Riders (Demo 1987)
Face to Face (Demo 1990)


Temas:
1. Rock On, Roll Out
2. Exodus
3. Demon Rider
4. Nightmare
5. Lusitania
6. The Call and the Crash (All Men Stand Still)
7. Star Riders
8. Old Man
9. Alkateya
10. Face to Face (We Are One)





domingo, 10 de junho de 2012

Oceans Of Time - Faces

Oceans Of Time - Faces (2012) Noruega


Noruegueses do progressive metal OCEANS OF TIME acabou de lançar seu álbum de estréia, "Faces", através de Melodic Revolution Records. Dois anos de trabalho, o CD contém 10 músicas originais, com uma duração de 55 minutos. Foi gravado em Oceans Studios e foi mixado e masterizado por Tommy Hansen (HELLOWEEN, PRETTY MAIDS, IRON FIRE, JORN) no Jailhouse Studios na Dinamarca.


Formados em 2005 pelo guitarrista Lazz Jensen, OCEANS OF TIME tem tocado em muitos shows entre 2005 e 2008, que ajudou a estabelecer-se como uma das principais bandas locais. Em 2009, OCEANS OF TIME fez uma pausa da turnê para se concentrar em escrever e gravar seu CD de estréia.




Temas:
1. Quest For Mystery
2. Walls Of Silence
3. The Beast
4. Faces
5. Kingdom Falls
6. A Touch Of Insanity
7. Roar Of Organs
8. Uncertainty
9. Panic
10. You're So Cold




Banda:
Ken Lyngfoss - Vocals
Lasse Jensen - Guitars (Gaia Epicus (live), ex-Ebonheart, ex-Questor)
Geir Nilsen - Bass (ex-The 3rd and the Mortal)
Nickolas Main Henriksen - Keyboards (Antestor, ex-Aspera, ex-Illusion, ex-DesDemon)
Baard Kolstad - Drums (Borknagar, ICS Vortex (live))



sexta-feira, 8 de junho de 2012

ZZ Top - Texicali

ZZ Top - Texicali - EP (2012) USA



A banda cujo único membro que se chama barbas é o único que não as tem, está de volta 9 anos depois da edição do seu último disco. Este, é um EP com 4 faixas e pode dizer-se que é um aperitivo para o que aí vem. Esperava algo mais do género Eliminator ou Afterburner, afinal é a retro 80's que está a dar, mas barbas e barbas, e barbas limitada, decidiram fazer algo que os interesses da moda não alcançem. Juntaram-se a Rick Rubin e lá gravaram esta peça que mal começa parece que voltamos a 1970's, parece mesmo que estão a editar o seu primeiro disco, vão aparecendo alguns riffs da era de mais sucesso da banda mas nada de transcendente. Dentro e ao mesmo tempo fora do contexto ZZ Top para os apreciadores mais fanáticos da banda vai ser uma desilusão, a sonoridade "in your face" e temas como La Grange ou Cheap Sunglasses, Just Got Paid ou Tush não existem aqui e nem vão aparecer no disco que se anuncia de certeza absoluta. No entanto, é ZZ Top, moderno ou antigo, bom ou mau há quem vá gostar, por isso... de rock blues texano, é como o entenderem!
McLeod Falou!





Temas:
1 - I Gotsta Get Paid
2 - Chartreuse
3 - Consumption
4 - Over You




Banda:
Billy Gibbons (Guitarra/Vocals)
Dusty Hill (Baixo/Vocals)
Frank Beard (Bateria/Backing Vocals)







Jeff Gates Band - Colorblind Blues

Jeff Gates Band - Colorblind Blues (2012) USA


Temas:


01. Call Me Up (3:25)
02. Bad Mood (3:39)
03. Colorblind (4:28)
04. Layin' in the Bed (2:07)
05. Why You Wanna Be So Bad (3:43)
06. When My Baby Lets Me (3:22)
07. Over You (2:48)
08. I Saw the Light (4:56)
09. Blue Condition (4:00)


quinta-feira, 7 de junho de 2012

Kemilon - Twisted Storm

Kemilon - Twisted Storm (2012) Canadá

Kemilon é uma banda de seis elementos formada no final de 2007, que nasceu em Sherbrooke, QC com os fundadores Chris Geoffroy guitarrista e seu irmão Carl nos teclados. Depois de algumas mudanças de membros ao longo do caminho, a banda estabeleceu o seu line-up permanente e gravou seu primeiro álbum, Twisted Storm, em 2011.
Twisted Storm foi produzido e gravado por Kemilon guitarrista Louis Jacques em Shreds Up Studios em Magog, QC, e a mistura foi tratada por Adam ‘Nolly’ Getgood (PERIPHERY, FIRE RED SEAS) sob a direção de Louis. O álbum foi masterizado por Peter In De Betou em Tailor Made Productions em Spånga, Suécia (AMON AMARTH, DARK TRANQUILLITY, MESHUGGAH, OPETH, etc) em outubro passado.


Kemilon têm partilhado os palcos com bandas como FIREWIND e POWERGLOVE, bem como em muitos shows como atração principal no circuito de metal do Quebec. Kemilon são influenciados pelo cenário europeu power metal, mas trazer para a mesa a sua própria fusão do poder e elementos progressivos, com ênfase na melodia.


Temas:
1. Beyond Frontiers
2. Ocean of Insanity
3. The Gates of Heavy Metal
4. Night Shades
5. Wormhole
6. Sons Of Lies
7. The Glow
8. Warriors Of Space
9. The Revolution
10. Twisted Storm




Banda:
Simon Roy-Boucher - baixo
Charles Brodeur - bateria
Christian Geoffror - Guitarras
Louis Jacques - Guitarras
Arnaud Spick-Saucier - teclados
Yan Gagné – Vocal






quarta-feira, 6 de junho de 2012

Brian Tambling - Brian Tambling

Brian Tambling - Brian Tambling (2012) Irlanda

O álbum "Brian Tambling" é composto por onze canções originais de Brian, cada uma com uma combinação da sua forma de tocar guitarra de alta energia, vocais melódicos e letras sinceras.
A corrente rítmica tem prova a de blues-rock, e a música é pontuada por toda parte com elementos de blues, blues-rock e folk.
O álbum foi gravado no Kadushi-Records em Curacao, e revela uma impressionante variedade de influências que encontraram o seu caminho na música de Brian.


Desde a abertura com o tema roqueiro "Blew My Fuse" as três primeiras faixas do álbum estão batendo duro músicas que vêm com um aviso de multa, se ouvir enquanto estiver dirigindo. Em seguida, o ouvinte é levado numa viagem psicodélica ao delta do Mississipi, " Levee Side ", onde Brian mostra a sua admiração pelo grande delta de blues-men, oferecendo um grande desempenho, slide de guitarra de aço ressonador. Outro suporte as faixas são " The Sky Is Changing", que contém uma mensagem sincera de como precisamos ser mais ambientalmente conscientes, o blues stomper "Devil In Me", "Working Man" de Stevie Ray Vaughan-ish blues, que lhe dará arrepiado e a faixa de encerramento do álbum "When I Get Home", que Brian a solo na guitarra e termina o álbum com um toque celta sabor que leva o ouvinte em uma viagem para os campos verdes da Irlanda terra natal de Brian.


Temas:


1. Blew My Fuse
2. Twice the Fool
3. Double Dealers
4. Levee Side
5. Key and Chains
6. Blues for Gary
7. Devil in Me
8. The Sky Is Changing
9. Working Man
10. I'm Walking Away
11. When I Get Home








The Classified – Dead Man’s Hand

The Classified – Dead Man’s Hand (2012) Portugal

Dez anos depois do lançamento do EP "Loud n' Angry", os barcelenses Classified lançam o seu novo álbum, chama-se “Dead Man’s Hand”
Classified, projecto de Kazuya, Russo, Palheiro e Vola.




Temas:
01. Drink 04:12
02. Aim to Destroy 04:45
03. Blazing Hell 03:47
04. Devil’s Song 03:39
05, Day N’ Night 04:35
06. I’ve Got a Wish 03:41
07. Rock God 03:57
08. Criminal Side 04:08
09. 1000 mph 06:22




terça-feira, 5 de junho de 2012

Brent Enman - Wildman

Brent Enman - Wildman (2012) USA

Enman é um prodígio musical, multi-talentoso instrumentista que tocou todos os instrumentos, e todos os vocais, em Wildman. É o culminar de um sonho de vida longa, e certamente ele capta o som do rock clássico. No entanto, "Wildman" pode ser um nome impróprio para ele e este álbum.


Das dez faixas, apenas três são realmente rock: All For The Show, Never Too Old to Rock n Roll, e o mais pesado, mais trabalhoso, I Lost My American Dream. Essa última canção juntamente com Sweeping Up Rainbows mostra o carácter de frustração de Enman de colarinho azul e desespero. O restante das músicas são em grande parte mais leve AOR, marcado mais pela sua habilidade instrumental e vocal com estilo agradável. Man of the Past, If I Die Tomorrow, e Too Good to Be True são as top picks.


O que é curioso sobre Wildman é a produção polida e reluzente. É a maneira de limpar sons, quase superproduzido ou, no mínimo, mais realizado com Enman a tocar com tanta precisão, temendo um erro. No entanto, Enman realiza seu objectivo: usa suas impressionantes habilidades musicais, ele se entrega ao rock clássico é o que ele ama.


Temas:
1. All for the Show
2. I Lost My American Dream
3. Takin' Home
4. Sweeping Up Rainbows
5. Hear What I'm Sayin'
6. Man of the Past
7. Too Good to Be True
8. Shadow On My Heart
9. If I Die Tomorrow
10. Never Too Old to Rock N Roll





Indigenous - Indigenous

Indigenous - Indigenous (2012) USA

Indígenous é uma banda formado por descendentes dos Sioux e foi agrupado na metade dos ano 90 numa reserva indígena de Yankton em South Dakota U.s.a. A banda original era composta pelos seguintes músicos:Mato Nanji ou Standing Bear(Guitarra e Vocais),PTE ou Little Buffalo Man(Baixo),Wanbdi Nanji ou Good Eagle Woman,irmão de Mato Nanji(Bateria e Vocais) e Horse(Percussão).


" O novo álbum de 2012 da banda Nativa Americana liderada por Mato Nanji. Esta versão estende a musicalidade já estabelecida por Mato num contundente, pacote guitarra-driven de excursões musicais e brincalhão nas composições. Juntando Mato na música de abertura com a alma de Jonny Lang. Liberte-se, Free Your Mind é uma pista carregada, fornecendo as bases para dois mestres da verdadeira guitarra jam, sem fronteiras ou barreiras. A dupla vem trabalhando em conjunto na Experience Hendrix Tour por vários anos, juntamente com outros heróis da guitarra incluindo Kenny Wayne Shepard, Robert Randolph e Los Lobos legend, David Hidalgo. Mato menciona que é uma honra e uma experiência de aprendizagem que a turnê tem sido para ele. "
O novo CD dos Indigenous " Indigenous Featuring Mato Nanji " com convidado muito especial - Jonny Lang.


Temas:
01. Indigenous - Free Yourself, Free Your Mind (5:04)
02. Indigenous - Everywhere I Go (5:19)
03. Indigenous - Jealousy (5:56)
04. Indigenous - Someone Like You (5:25)
05. Indigenous - I Was Wrong To Leave You (6:26)
06. Indigenous - No Matter What It Takes (4:02)
07. Indigenous - Storm (4:22)
08. Indigenous - Find My Way (5:50)
09. Indigenous - All Those Lies (5:30)
10. Indigenous - Way I Feel (5:06)
11. Indigenous - Wake Up (6:20)
12. Indigenous - By My Side (3:43)
13. Indigenous - When Tomorrow Comes (6:25)


segunda-feira, 4 de junho de 2012

THE LEGENDARY TIGERMAN – FEMINA

THE LEGENDARY TIGERMAN – FEMINA (2009) PORTUGAL


Este Legendary Tigerman, é o projecto alter-ego de Paulo Furtado. Andou dois anos a magicar este disco, e no final, este "one-man-band" oferece-nos o seu lado androgeno, filogino ou seja, o seu lado femenino. Apesar dessa sua exposição, ela acabou por ser insuficiente, como diz o próprio Paulo, "os homens só conseguem cantar uma parte das mulheres", por isso decidiu reunir algumas das mais intensas e sentimentalistas fêmeas e deu-lhes o tema para que cada uma, na sua intimidade, solta-se a sua melhor interpretação. Baseando a sua musica num rock'n'roll dos tempos em que Elvis e os demais davam os primeiros passos, acaba também por coloca elementos electrónicos essenciais a certas interpretações; já a orientação interpretativa foca-se em gente como lou reed, e outros que tais. As imagens deste disco são muito faceis de idealizar, o que faz deste disco algo muito acessivel e ao mesmo tempo sedutor. Todas as interpretes deram o melhor da sua mais intima e intensa faceta, seja ela rebelde como Peaches, ou blue como Rita Redshoes. Para quem gosta de screenshots tipo pomares onde se passeiam descalças e em túnicas brancas transparentes musas com cabelos soltos e "under the influence" de ingenuidade e virgindade; ou então nocturnos urbanos debaixo dos flashes do neon onde tudo parece convergir para um só ponto, em que todos querem entrar e despirem-se dos preconceitos e das grilhetas diárias da postura e submissão, este é um disco que merece a pena escutar. Por aqui podemos atestar a sua intensidade, em temas como "Radio & TV Blues" tema com um andamento mais moderno e dançável, utilizando a electrónica, sente-se mesmo a rebeldia contra a opressão de tendências comerciais e de modas. Todas as interpretes deste disco deixam a sua marca bem vincada, são emoções fortes de cada uma no seu próprio ser; Paulo tem razão, cantar as mulheres é impossível, quando pegarem neste disco, têm que ter a noção de que devem estar preparados para serem violentados por estas fêmeas capazes de vos enterrar 15 cms de stilletos nas partes baixas sem qualquer sinal de remorso ou piedade. São mulheres de aspecto frágil, mas não se deixem enganar; nenhuma alterofilista de leste com 1,90mt e 100 kg vos consegue magoar tanto como estas sereias de cristal. "...I'm Too Drunk To F*+k...", diz Asia Argento no tema "My stomach is the most violent part of all of Italy" e que mesmo assim ainda é capaz de "Cut her heart out like an onion", é intenso e doloroso. Neste disco, o mundo é delas, já foram avisados!!!! Desde Maria de Medeiros a Asia Argento, Rita Redshoes a Peaches; Becky Lee a Lisa Kekaula, de Cibelle a Claudia Efe, de Phoebe Killdeer a Mafalda Nascimento ou de Cais do Sodré Cabaret a Drunkfoot podemos até usar os paralelismos interpretativos mas é impossível misturar as emoções, será talvez por isso que os homens mais rudes atraem estas mulheres e os mais submissos as mulheres ocas; porque apesar de seguras elas gostam de se sentir equilibradas no barco em que viajam para se perderem em deambulações etéreas, e quando acordam dessas viagens, querem sempre um par de braços afáveis na sua gentil rudeza para as arrebatar por completo.
McLeod Falou!


Temas:


01. Life Ain't Enough For You (feat. Asia Argento)
02. These Boots Are Made For Walkin' (feat. Maria de Medeiros)
03. She's A Hellcat (feat. Peaches)
04. No Way To Leave On A Sunday Night (feat. Becky Lee)
05. Lonesome Town (feat. Rita Redshoes)
06. Radio & TV Blues (feat. Cais Sodré Cabaret)
07. The Saddest Thing To Say (feat. Lisa Kekaula)
08. My Stomach Is The Most Violent Of All Of Italy (feat. Asia Argento)
09. Light Me Up Twice (feat. Cláudia Efe)
10. & Then Came The Pain (feat. Phoebe Killdeer)
11. I Just Wanna Know (What We're Gonna Do) (feat. Cibelle)
12. Old Fashioned Man (feat. Becky Lee & Drunkfoot)
13. Hey, Sister Ray (feat. Rita Redshoes)
14. Thirteen (feat. Mafalda Nascimento) - Bonus Track
15. True Love Will Find You In The End (feat. Cibelle) - Bonus Track




Musicos:


Paulo Furtado – All Instruments and Programming, Vocals



Dawnbringer - In The Lair Of The Sun God

Dawnbringer - In The Lair Of The Sun God (2012) USA

Dawnbringer sempre foi subestimado, anunciado como um grupo selecto, como a melhor banda americana de metal e mais original, mas se calhar você nunca ouviu falar. Por muito tempo eles foram liderados por um mentor Chris Black que era desconhecido para a maioria das pessoas familiarizadas com o seu corpo de trabalho, mesmo que seja do Black a mais longa duração do projecto. Quando Profound Lore lançaou o álbum dos Dawnbringer, Nucleus em 2010, quatro anos após de In Sickness & in Dreams seu antecessor (que, por sua vez, chegou seis anos após o segundo álbum da banda!), O mundo do metal tomou conhecimento e Dawnbringer finalmente começou a receber o reconhecimento que merecia, aparecendo em um punhado de listas "melhores de 2010".
Desde Nucleus, a máquina Dawnbringer tornou-se mais activa do que nunca, e Chris Black traz no seu ultimo trabalho: um pedaço do conceito intitulado Into the Lair of the Sun God. Com suas canções intituladas simplesmente como os números de capítulo para o desdobramento da história, o álbum dos Dawnbringer continua na moda e épico, único, heavy metal com visão do futuro que captura o espírito clássico do passado, enquanto vai empurrando o movimento para o futuro. Um dos melhores álbuns de heavy metal americano de 2012, Into the Lair of the Sun God a bandas novidade nos dias modernos.


Temas:
01. I 06:39
02. II 03:05
03. III 04:53
04. IV 05:41
05. V 04:26
06. VI 04:38
07. VII 05:19
08. VIII 03:40
09. IX 05:43




Banda:
Chris Black Bass, Drums, Keyboards, Vocals (lead) High Spirits, Pharaoh, Superchrist, ex-Nachtmystium
Scott Haskitt Guitars (acoustic)
Matt Johnsen Guitars (lead) Fool's Game, Pharaoh
Scott Hoffman Guitars (rhythm) Edenrot, High Spirits (live), ex-Winterlong





domingo, 3 de junho de 2012

Gorky Park — Live in Moscow

Gorky Park — Live in Moscow (2012) Russia


Em 1987 o guitarrista Alexey Belov, o vocalista Nikolay Noskov, o baixista Alexander " Big Sasha " Minkov, o guitarrista Jan Ianenkov, e o baterista Alexander Lvov (anteriormente de Aria) se uniram para formar Gorky Park. Stas Namin, um músico soviético famoso dos anos 70, tornou-se empresário da banda. Como Gorbachev levantou a censura, muitas bandas de rock underground, incluindo Gorky Park, tornou-se capaz de receber mais popularidade generalizada. Mais tarde nesse ano a banda deixou a Rússia para os Estados Unidos em busca de um contrato de gravação.


Nos EUA a banda logo fez algumas ligações na indústria fonográfica. Uma das primeiras pessoas a tomar conhecimento foi o famoso guitarrista Frank Zappa.Jon Bon Jovi e Richie Sambora que também ajudou a conseguir um contrato com a Mercury Records.

A banda lançou um álbum de estréia auto-intitulado em 1989, com ' GP' iniciais estilizado como um Hammer & Sickle na capa. Com a queda da cortina de Ferro houve um crescente interesse dos soviéticos nos países ocidentais, logo Gorky Park se tornou amplamente conhecido. A banda parecia ser uma espécie de símbolo de amizade Americana-russa. Primeiro vídeo da banda, "Bang", recebeu rotação na MTV. Seus próximos dois singles, " Try to Find Me" e uma colaboração com Bon Jovi, "Peace in Our Time", recebeu rotação nas rádios mainstream.


Gorky Park participou no Moscow Music Peace Festival desse ano ao lado de Bon Jovi, Mötley Crüe, Skid Row, Cinderella, Scorpions e Ozzy Osbourne. Gorky Park juntou-se aos demais actos do Moscow Music Peace Festival no álbum de compilação Stairway to Heaven / Highway to Hell. Que incluía cada uma das bandas ter que executam uma música de um artista que morreu, ou uma banda que perdeu um membro, problemas com drogas. Contribuição Gorky Park foi um cover dos The Who My Generation.


A banda continuou em turnê 1990 com Bon Jovi e realizando na cerimônia de abertura Goodwill Games. Gorky Park ao vivo mostra muitas vezes a banda vestida em estilo tradicional russo, agitando bandeiras soviéticas e norte-americanos. Em 1991 a banda recebeu o prêmio Grammy escandinavo como o melhor novo acto internacional.


Como a era Perestroika chegou ao seu fim, a fama do grupo nos Estados Unidos diminuiu rapidamente. Nikolai Noskov deixou a banda em 1990, mas permaneceu Gorky Park manteve-se activo e realizou álbuns nos anos 90 com Minkov assumiu-se como vocalista. 1993 em Moscou Calling, produzido por Fee Waybill, vendeu 500.000 cópias fora os EUA. Seu próximo álbum, Stare, saiu em 1996, lançado apenas na Rússia, seguida pela turnê promocional nos estados da ex-URSS. Em 1998, a banda lançou Protivofazza. Em 1999, Alexander Minkov deixou a banda e iniciou sua carreira solo sob o nome artístico de Alexander Marshall. Gorky Park nunca foi oficialmente reivindicada para se dissolver, mas na verdade está inativa desde 2001. Belov e Yanenkov continuar a executar músicas Gorky Park na sua banda " Park Belova" (Belov Park).


Desde então, Gorky Park fez várias re-uniões breves em festivais. Em 12 de setembro de 2007, a banda se apresentou no Bridge of Friendship and Warmth festival em Yerevan, na Arménia. Em 2008, Gorky Park recebeu prêmio Muz- TV por contribuição à música rock e realizada em Moscow Calling com Alexander Minkov. [Carece de fontes?]




Temas:
1. Bang
2. Within Your Eyes
3. Please Try and Find Me
4. My Generation
5. Hound Dog
6. Rock 'n' Roll
7. Long Tall Sally
8. Rock 'n' Roll - Reprise





flagcounter

Flag Counter
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...