Eis a minha surpresa e prenda de natal. Para mim! Sim, porque também tenho direito. Vá lá, está bem, para vocês também. Eu sou assim, não consigo deixar de repartir convosco todas estas coisas, sou um mãos abertas, eheheheh.
Antes de avançar, quero desejar-vos um prolífico 2015, com tudo aquilo para o qual trabalham e sonham. E ao fazer-mos o brinde, temos que levantar os nossos copos ao nosso Webmaster, Yaman; que sem ele nada disto tinha sido possível e vocês não tinham um grupo de páginas web todas associadas e descendentes deste R2D, que vos trás a musica e informação mais interessante do planeta. Por isso, quero dedicar este post ao meu\vosso amigo Yaman, aka Francis P., que com a sua dedicação nos permite ser-mos um pouco mais felizes. À tua, Francis!!!!
Esta é sem dúvida uma das bandas preferidas dele, e querem saber mais? Minha também. Tinha quase a certeza de que Thunder nunca mais se juntariam para gravar um disco, que quando dei com esta novidade quase que tive um momento zen. No meu ideal hard rock, a voz de Danny Bowes e os riffs de Luke Morley são a combinação perfeita. Desde 1989, ano da sua formação, que sou apreciador máximo destes Thunder, além da sua musica ser fabulosa, houve algo com o qual a afinidade que tenho com esta banda se tornou imensa; Luke Morley, tal como eu, é canhoto; (Somos filhos do demónio, dizem os ignorantes; o que dizer de biliões de homens cujo "dedo" maior pende para a esquerda, cientificamente comprovado. Será que os restantes, as excepções são apóstolos e cristos, filhos de deus e nós, os restantes primos de samuel? santa ignorância!); foi o primeiro guitarrista que vi a tocar para o lado oposto, que levei a sério. Hendrix foi para mim algo de diferente, não sei explicar muito bem porquê, apesar de que "Hey Joe", foi durante bastante tempo o meu hino, um tema maluco e com o meu nome, como não poderia ser, não é? Tony Iommi, era, e é para mim um ídolo, e o facto de ser canhoto, deveu-se à sua deficiência que o obrigou a tocar guitarra de modo diferente, era muito sério e parado, muito formal, e por isso quase passava despercebido. Mesmo Dick Dale (Beach Boys), e o famoso bluesman Albert King, foram passagens efémeras cuja importância que lhes dei, foi aquela a que tive acesso, quase nenhuma em termos visuais. Mas com Luke foi diferente, com a abertura para uma nova forma de estar em portugal no que ao rock se refere, os anos 90 foram o início de muita coisa, entre elas o tempo de antena que a TV começou a dar às preferências dos jovens. E assim, foi possível ver e apreciar melhor muita coisa, entre elas, videos dos Thunder onde Luke tinha o seu spotlight. Desde logo ficou uma enorme empatia com Luke e a banda. Era difícil ver alguém fazer isso, e eu, aspirante a arranhador de cordas, não tinha como não me forçar a aprender a tocar contra natura, não havia dinheiro, e o que tinha não dava para alterar, porque quem me ensinava não conseguia fazê-lo ao contrário.
Auto-biografias à parte, Thunder vão editar um novo disco em fevereiro de 2015. Fantástica noticia que quis guardar para este fim de ano. Foram talvez uma das bandas que menos mereceu o desinteresse da prole rockeira mundial, passaram ao lado do topo por falta de empenho promocional; não faltaram os meios, concertos com Whitesnake, Def Leppard, entre muitos outros, fantásticos àlbums, mas o espaço promocional nos media falhou. Aínda assim, na sua terra natal e no japão são ídolos, e para mim também, e penso que para muitos de vós. "Wonder Days" é o nome do novo disco que trará 11 temas da velha escola hardrock blues britânica. Até fevereiro fiquem com este primeiro tema "Wonder Days", ao vivo At Loud Park, Japan 2014. MONUMENTAL!
McLeod Falou!Feliz Ano Novo!
Tema: Wonder Days
Banda:
Danny Bowes - Vocals
Luke Morley - Guitar, Keyboards
Ben Mathews - Guitar, Keyboards
Chris Childs - Bass
Harry James - Drums

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