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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Jack White - iTunes Festival London

Jack White - iTunes Festival London 2012 (2012)


iTunes Festival directamente do Roundhouse, em Londres com mais de 60 artistas se apresentando durante 30 dias. Aqui fica Jack White (do The White Stripes).

Temas:
01 – Sixteen Saltines (Live)
02 – Freedom At 21 (Live)
03 – Hypocritical Kiss (Live)
04 – Take Me With You When You Go (Live)
05 – Broken Boy Soldier (Live)
06 – Two Against One (Live)






domingo, 28 de outubro de 2012

HELLOWEEN – BURNING SUN [EP]

HELLOWEEN – BURNING SUN [EP] [2012) Alemanha


 Aí estão eles de volta!!! Os criadores do power metal atiram-nos agora o mais fresquinho single "Burning Sun", de apresentação do próximo àlbum "Straight Out Of Hell" a editar no início de 2013. Primeira impressão; "The Time Of The Oath" parece-me o ponto de partida mais correcto para abordar este EP com 4 faixas. Depois da queda de objectivos por parte da banda nos ultimos 4 discos editados, o caminho agora parece ser aquele onde o êxito andou mais tempo, isto no que à era Andi Deris se refere. "Burning Sun" é isso mesmo, speed, power, agressivo, sinfónico, e melódico. "I Wanna Be God" tem um flair de "We Are The Champions" dos Queen e Twisted Sister. Quanto a "Another Shot Of Life" é um épico com muito impacto melódico e talvez comercial. E como prenda, oferecem-nos "Where the Sinners Go" live. Como sempre, potente gravação ao vivo e com Andi Deris igual a si mesmo, "goelas fenomenais"! Para os mais impacientes aqui fica a primeira amostra do que será o próximo disco de Helloween, e para todos os outros também, ...eheheh!
McLeod Falou!

Temas:


1. Burning Sun (5:35)
2. Wanna Be God (2:03)
3. Another Shot of Life (5:14)
4. Where the Sinners Go (live) (3:56)



Banda:


Andi Deris - Vocals (ex-Andi Deris, ex-Pink Cream 69, ex-Kymera)
Michael Weikath - Guitars
Sascha Gerstner - Guitars (ex-Freedom Call, ex-Lanzer (live))
Markus Grosskopf - Bass (Bassinvaders, Shock Machine, Weinhold, Kickhunter, ex-Avantasia, ex-Edguy (live), ex-Trick or Treat (live), ex-Roland Grapow, ex-Blast Furnace, ex-Second Hell)
Dani Löble - Drums (ex-Glenmore, ex-Höllenhunde, ex-Rawhead Rexx, ex-Blaze (live), ex-Element 58)



RAK – LEPIDOPTERA II; THE BOOK OF FLIGHTS

RAK – LEPIDOPTERA II; THE BOOK OF FLIGHTS (2012) Suiça




Ao principio ficamos com a ideia de que Dream Theater se encontra com Vangelis. E a partir daí.....
O nivel qualitativo existente na vertente progressiva do heavy metal é por demais evidente. Mesmo que se sinta que já ouvimos algo em outro lugar, rapidamente nos embrenhamos nas surpresas que nos vão aparecendo e tudo fica esquecido e em oposição muito mais coisas nos recorrem à memória. Num ambiente de fusão entre um atmosférico e o dark, o jazz e blues, o psychadelic e o metal prog, a banda suiça Rak, editou em 2004 a 1ª parte de uma obra conceptual intitulada "Leptidoptera"; e que agora, 9 anos depois vê editada a sua 2ª parte "The Book Of Flights". Rak são desconhecidos, mas com enorme potencial e qualidade, tal qual os relógios e os chocolates do seu país. .... Pink Floyd; Marillion; até Genesis e Yes são imagens que se oferecem escutando esta 2ª parte da obra. Fiquei bastante cativado por este disco, e como tal, várias foram as audições do mesmo. Prog melódico e sinfónico; complexo e variadamente ritmico sedaram-me nesta tarde. Não acredito que será uma obra acessivel a todos, não por falta de atributos que cativem qualquer um, mas simplesmente porque não é fácil estar disponivel para se afundar num mundo diferente de ambientes e de estados para perder-mo-nos durante várias horas. Não serão muitos com essa disposição. Mas no entanto, querendo experimentar, acreditem que vale bem a pena.
McLeod Falou!

Temas:

1. The Ascent (17:44)
2. The Breakthrough (11:07)
3. The Book of Flight (12:35)
4. The Deception (10:31)
5. The Descent (4:56)
6. The Great Machine (7:27)

Banda:

- Marc Grassi Rak / keyboards
- Dave Thwaites (aka Zoz) / vocals
- Stefan Gabele / guitars
- Mike Liechti / drums



sábado, 27 de outubro de 2012

Absolva – Flames of Justice

Absolva – Flames of Justice (2012) UK


Absolva é uma banda de Manchester baseada no Classic Metal nascida das cinzas (?) dos promissores Fury Uk. Bem como com Chris Appleton (guitarra e vocais) e Martin McNee (Bateria) dos Fury Uk, Absolva também apresenta os talentos de Tom Atkinson (guitarras e vocais de apoio) dos Vice e Dan Bate (baixo e backing vocals) dos Point Black Fury. Estes rapazes especializados em canções sólidas, com performances incrivelmente boas combinadas com uma excelente produção faz Flames Of Justice um dos melhores álbuns que ouvi nos ultimos tempos.
O ataque guitarra duplo é uma reminiscência de lendas do gênero como Iron Maiden e Judas Priest, mas Chris e Tom tomaram sua inclinação para um nível totalmente novo, os riffs são brutais, às vezes pesados e ainda melódicos e cada nota parece ser tão perfeitamente colocada, nada soa artificial, apenas um som a fluir naturalmente que só se desenvolve e flui junto com cada música.
Este álbum tem tudo que um grande álbum de metal deve ter, faixas brutais como It IS What It Is, o duelo de guitarra como em Breathe, excelente ritmo de balanço ao longo de temas como da faixa título Flames Of Justice, curtos doces segmentos acústicos como State Of Grace e canções épicas como Free e Only When Its Over, stompers como Beyond The Light, como eu disse tudo o que um grande álbum de metal deve ter!.
Este álbum é a prova de que Absolva é uma banda a sério e talentosa, com todo o potencial de tornar-se os novos reis da cena metal. Eles poderiam muito bem ser os legítimos herdeiros das coroas de bandas lendárias como Iron Maiden e Judas Priest!


Temas:

01. Flames Of Justice
02. Hundred Years
03. Code Red
04. It Is What It Is
05. Breathe
06. State Of Grace
07. From Beyond The Light
08. Free
09. Love To Hate
10. Only When Its Over
11. Empires

Banda:
Tom Atkinson : Lead Guitar & Backing Vocals
Chris Appleton : Lead Guitar & Lead Vocals
Martin Mcnee : Drums
Dan Bate : Bass Guitar & Backing Vocals



quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Mike Westcott - Justice Road

Mike Westcott - Justice Road (2012) USA


Se gostas de Derek Trucks, Gov’t Mule, ZZ Top vais gostar de Mike Westcott.


Temas:


1. Erase Time
2. Shoot Me
3. Heaven Called
4. Back Again
5. Moose Knuckles
6. The Hammer
7. Justice Road
8. Sittin On The Porch
9. Reflections
10. Wanna Do
11. Grunt

Banda:
Mike Westcott Lead Guitar & vocals,
Tommy Lepson on key's,
Jay Turner on bass,
Jean-Paul Gastor on drums.


SKI'S COUNTRY TRASH - Neverending Road

SKI'S COUNTRY TRASH - Neverending Road (2012) Alemanha


Eu tive recentemente um álbum solo em cima da mesa, em que ele interpretou versões cover de seus heróis pessoais, como Johnny Cash e Frank Sinatra. Depois, há também o Gothic-Metal-Band Beloved Enemy e os Wonderbras onde pode admirá-lo ocasionalmente. Novo álbum de SKI'S COUNTRY TRASH é Neverending Road o segundo álbum da banda.
A primeira grande diferença para o solo King, é que este álbum apresenta canções originais. Em segundo lugar, esse projecto é realmente uma banda, em que o som traz uma profundidade mais digna. Em " Neverending Road ", seguida de Rock'n'Roll, Country, Rockabilly ao metal são fundidos num só. Voz de Ski combina e encaixa-se no quadro geral. Como você experimentar e tratá-lo com alguns interlúdios rap em "The Game 4.0" ou metalcore pesado ("Cow Core Cowboys "). As duas peças finais de "The Way I Am" e "Fuck You", novamente lembra muito as músicas de Ski a solo.
Conclusão: todo o álbum é tão diferente nas canções e ainda age como um todo unificado. RodeoStar Records e Ski-King, mas são basicamente duas coisas: produções impecáveis que colocam a música apresentada quase perfeita e músicas que são transmitidas para o respectivo conteúdo em precisão notável na mente do ouvinte. Rockabilly e Country de mercadorias, especialmente na leitura dos últimos anos parece distorcida por um sentimento de vergonha (excepto para algumas bandas), eles já encontraram o seu som numa combinação perfeita. "Neverending Road" é todos os seguidores dos géneros designados como dúvida e além de encontrar alguns seguidores. Um rockabilly bastardo por excelência!

Temas:
01. Contaminated
02. Cow Core Cowboys
03. Under Pressure
04. Neverending Road
05. Sleeping Beauty
06. Why Do You
07. Break The Rules
08. The Stand
09. Sweet Marie
10. Luvutschüß
11. Hail To The King
12. The Game 4.0
13. The Way I Am
14. Fuck You






David J Caron – Thru Ever / Ending Black

David J Caron – Thru Ever / Ending Black (2сd) 2012 UK


Álbum de estreia de David J. Caron, intitulado Thru Ever / Ending Black, é ambicioso. Não só porque músico irlandês / Italiano toca todos os instrumentos e lida com todos os vocais do álbum, mas também porque ele o faz através de 28 faixas, em dois CDs.
Principal instrumento Caron é a guitarra, mas ele lida com baixo, bateria, teclas e voz com a mesma habilidade, fazendo dele um multi-instrumentista em todos os sentidos do termo. Ele é também um compositor talentoso e inteligente e produtor, ele oferece rock, moderno e bem produzido com toques de AOR clássico, electro e rock progressivo. Vocalmente, Caron é suave e radio-friendly, manuseia várias linhas vocais e auto-harmonias com um toque hábil. A maioria das canções é de guitarra-driven up-tempo roqueiros com ganchos agradáveis e camadas de linhas puro ritmo. Seus solos de guitarra são geralmente curtos e directos ao ponto, com poucas notas desperdiçados - verdadeiramente integrais para a música. Trabalho de Caron no baixo é excelente e ele tem uma sólida compreensão dos teclados / sintetizadores usando-os bem sem deixá-los dominar. Sua bateria é decente, bem sem nada de espectacular, mas não falta nada e sempre apropriada ao tom e ao ritmo da música. Rob Mancini co-produziu e projectou o álbum.

Destaques musicais incluem:
O grande baixo dirigindo na faixa de abertura " It Gathers," o trabalho de guitarra liso e solos de "Ice Frozen" e "Time Machine," os ritmos de condução e bem feito em camadas vocais de "Coming To Get You"; o geeked-out Star Trek influenciado a letra de " Memory Magnetic," o atractivo, cantar junto do coro fluindo de " The Knights " e "Who Are You," o grande trabalho de baixo em "Wall Of Life," os corajosos riffs góticos de "So Let There Be Light", e os ritmos incrivelmente do " Still Just One Moon " e" Escapin’ Back. " "One By One" e "The One" são os melhores exemplos dos talentos de Caron como um artista, compositor, e letrista.
Se você está procurando algo um pouco diferente, confira David J. Caron. Thru Ever Ending Black é uma estreia sólida por um músico realmente talentoso e carismático, e é uma viagem melódica agradável. Sem nada de ultra-rápida ou pesada, o álbum de Caron é uma versão moderna de rock agradável com cargas de melodia, de estilos variados e muito entusiasmo. Há muitas canções bem escritas e bem estruturadas, preenchido com imagens interessante, ganchos cativantes e riffs, conceitos elevados, e muito pouca pretensão. Os fãs de rock AOR, pop rock, ou “singer-songwriters” vão encontrar muito para desfrutar.

Тemas:
CD 1 (Thru Ever):
01. It Gathers (6:56)
02. Look Out (5:31)
03. Time Machine (4:59)
04. Coming To Get You (5:25)
05. Memory Magnetic (6:23)
06. Feels Of Fire (7:31)
07. Frozen Ice (7:30)
08. Unbreakable (3:45)
09. Dark Of Night (5:53)
10. The Knights (6:57)
11. Too Much Little Time (6:20)
12. Who Are You (5:12)
13. Wall Of Life (7:20)





CD 2 (Ending Black):
01. Beam The Ray (5:32)
02. In Me (4:47)
03. Still Just One Moon (6:15)
04. Escapin’ Back (5:28)
05. One By One (4:44)
06. Irreplaceaball (5:12)
07. Unlock It Apart (4:47)
08. So Let There Be Light (5:24)
09. The One (Where My Reflection Lies) (5:17)
10. Final Bell (4:59)
11. Has To Be (5:09)
12. Legendary (6:08)
13. I Am Your Shadow (6:05)
14. The Tree That Waits (5:57)
15. This Is Now (5:03)
Banda:
David J. Caron – all instruments and vocals






quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Mystery - The World Is A Game

Mystery - The World Is A Game (2012) Canadá


Um projecto do francês canadense guitarrista / compositor / produtor Michel St-Père, MYSTERY tomou forma em 1986, como uma banda de seis membros. Eles lançaram um álbum auto-intitulado em 1992, que gerou bastante interesse em todo o Canadá. Infelizmente, um ano mais tarde, o baterista Stéphane Perreault perdeu o uso das duas pernas, mas a sua forte determinação e paixão pela sua arte o inspirou com uma abordagem nova e exclusiva para bateria: ele se tornou um dos primeiros bateristas a tocar de cadeira de rodas sem a ajuda de quaisquer sequências pré-programadas. Em 1995, St-Père fundada Unicorn Records em que a banda lançou um segundo álbum intitulado "Theater of the Mind" e que ostentava airplay na América do Norte e Europa. Em 1998, eles lançaram seu último álbum e mais progressista, até à data intitulado "Destiny?", Que conta com seis músicos convidados. Em 2000, um CD de compilação foi lançado que marcou o fim de um capítulo na história da banda, como também apresenta o vocalista e amigo de longa data Gary Savoie, que já deixou a banda.
Ao longo dos anos, o estilo MYSTERY evoluiu de AOR (Styx, ASIA) aos mais aventureiros da arte rock como de Rush e SAGA, mas com passagens acústicas delicadas. Sua música é baseada na peça de St-Père de guitarra, que é bem executado ainda devidamente contido, enquanto os teclados ficam em segundo plano. MYSTERY não vai impressioná-lo com destreza técnica mas você vai apreciar as suas melodias fortes, vocais em circulação (Gary Savoie é frequentemente comparado a Steve Perry dos JOURNEY), arranjos elegantes e atenção aos detalhes. Seu CD de compilação " At the Dawn of a New Millenium " é composta de faixas remasterizadas de seus três álbuns e é um sampler razoavelmente bom de seu repertório para aqueles que querem se familiarizar com a banda.
Recomendado para os fãs da SAGA, KANSAS, JOURNEY RUSH, e para os fãs de rock melódico em geral.
Este é um álbum interessante e torna-se difícil fazer a revisão após o grande “One Among The Living" álbum de 2010. A qualidade de Mystery permanece, talvez com um pouco mais refinado. No entanto, tenho ouvido este álbum várias vezes e tanto quanto eu gosto do álbum, eu acredito que ele corresponde á força e melodia de 'One Among The Living ".
Claro, não se pode esperar que todos os álbuns que qualquer grupo produz sejam progressivamente melhor do que o último. O que, muito raramente acontece em toda a carreira de muitas bandas de rock progressivo, devido à própria natureza do género em si.
Ainda assim, é um excelente álbum e eu não posso dar-lhe razoavelmente menos de quatro estrelas. Benoit David brilha com seus grandes vocais e habilidade musical Michel St Pere está em clara evidência. O álbum reúne muito bem, mas para mim, pessoalmente, não há temas que sobressaiam ou melodias soberbas como houve em 'One Among The Living ". No entanto, Mystery são um excelente grupo e St Pere é um sujeito genuinamente humilde e decente que pode escrever uma música média e estou ansioso para ouvir muitos mais grandes álbuns nos próximos anos.

Temas:
01. A Morning Rise (1:18)
02. Pride (11:28)
03. Superstar (6:59)
04. The Unwinding of Time (0:49)
05. The World is a Game (7:57)
06. Dear Someone (6:21)
07. Time Goes By (6:04)
08. Another Day (19:02)

Banda:
Michel St-Père / guitars, keyboards
Benoît David / lead vocals
Antoine Fafard / bass, additional acoustic guitars
Nick D'Virgilio / drums






terça-feira, 23 de outubro de 2012

Miss Lava – Red Supergiant

Miss Lava – Red Supergiant (2012) Portugal


"Red Supergiant" marca o regresso dos Miss Lava e do seu rock acelerado e explosivo. Tão explosivo que a banda lisboeta até se compara ao protagonista de um dos filmes mais violentos de Robert Rodriguez...

Dois anos depois de "Blues For The Dangerous Miles", o disco de estreia, "Red Supergiant" traz de volta os Miss Lava num registo "mais directo, com produção mais orgânica", contam dois elementos do quarteto ao SAPO Música.

A produção, desta vez, ficou a cargo do norte-americano Matt Hyde (que já assinou discos dos Slayer, Monster Magnet ou Porno For Pyros) e as influências, sem se afastarem do universo stoner e hard rock, são agora mais vastas. "As maiores influências foram a nossa aprendizagem e as bandas com que fomos tocando", salientam, recordando nomes como os Kyuss, Fu Manchu ou Slash.

Temas:
01. Desert Mind 4:06
02. Lay Down 3:33
03. Feel My Grace 3:16
04. Ride 4:16
05. Crawl 3:33
06. Hole To China 4:42
07. Catch The Fire 3:24
08. Murder Of Crows 3:38
09. Motel Neon 3:44
10. Yesterday’s Gone 3:57
11. Red Supergiant 4:28

Banda:
Johnny Lee - Vocals
K. Raffah - Guitars
S. Rebelo - Bass
J. Garcia – Drums





segunda-feira, 22 de outubro de 2012

SISTER SIN – NOW AND FOREVER

SISTER SIN – NOW AND FOREVER (2012) SWEDEN

 
tenho a confessar-vos que esta é uma das minhas bandas preferidas, preferidas mesmo. Uns mais sexistas, podem ir pelo sex appeal da Liv, outros pelo mesmo; mas desta vez eu sou uma das excepções à regra, é pela mesmo atitude. O modo como Liv interpreta cada musica é um autêntico vulcão sempre a expelir lava por aquela boca fora. Neste 4º disco a formula é a mesma, atitude rebelde e insolente, sempre a abrir o gás, não há asfalto que resista. Fantástico hard rock com um "edge" metálico, na realidade heavy metal do puro, na interpretação e na essência. Onze faixas de pura marretada de ferro fundido. Liv tem uma voz grave mas colocada, lembra-me muito a já desaparecida Wendy 'O Williams, que tem em Liv uma substituta à altura. Já no disco anterior, tinha colocado a sueca, (vá lá, para sueca destoa um pouco, esta é morena, mas..); num patamar bem alto, e sem dúvida que o merece. Doro será a rainha do metal, mas Liv anda lá perto de lhe tirar o ceptro, e não sei se num futuro próximo não o conseguirá. Hard'n'Heavy duro e insolente, sem medos e "in your face" para aquecer a malta neste outono europeu ou para rebentar as noites no verão tropical. Será mais para o europeu que está a passar uma violenta crise politica e financeira e que precisa deste tipo de atitude para fazer frente ao poder instituído do dinheiro e da ignorância, "Hang 'em High"!
McLeod Falou!

Temas:


01. MMXII (1:01)
02. End of the Line (3:56)
03. Fight Song (4:01)
04. In It for Life (3:49)
05. Hearts of Cold (4:13)
06. The Chosen Few? (4:08)
07. Hang 'Em High (3:22)
08. I'm Not You (4:01)
09. Running Low (3:54)
10. Shades of Black (3:32)
11. Morning After (3:46)

Banda:

Liv Jagrell – Vocals
Jimmy Hiltuta – Guitar
Strandh – Bass
Dave Subdberg – Drums




KAMELOT – SILVERTHORN

KAMELOT – SILVERTHORN (2012) USA

 
Kamelot, é no presente, talvez o expoente máximo do heavy metal do nosso planeta. Se dúvidas existem, estão no seu direito de existir e assim sendo, basta ouvir este disco em toda a sua extensão e atestar pela qualidade do mesmo, e sem parcialidades ou preconceitos pela orientação que possa estar ou não subjacente no mesmo. Gótico, sinfónico, progressivo, épico, poderoso, techno, expessivo, atmosférico, dark... e mais alguns atributos podem ser retirados desta nova obra , mas a verdade é que qualitativamente é de outra divisão. Kamelot são do olimpo do heavy metal. Eximios músicos e compositores, estão anos-luz à frente da maioria das bandas e músicos existentes neste momento em todo o mundo. Não, não é um disco rock'n'roller ou hardrocker para meter combustivel fermentado no estomago e atacar todas as fêmeas disponíveis. Isto é a chamada obra de oscares, erudita e de classe, algo que qualquer um de nós tem dentro de si, e que custa a admitir a muitos mas isso só aumenta o seu preconceito.
Falando do disco propriamente dito, como já sabem, não o farei faixa a faixa; musicalmente sem falhas; da produção, é de qualidade superior; pudera, com Sasha Paeth e Miro nos comandos até o Zé Cabra era uma estrela de renome mundial. Convidados e convidadas ilustres, arranjos majestosos e memoráveis; "Song For Jolee" é um desses exemplos, e eu que não gosto de baladas. Thom Youngblood superou-se, tanto nesta obra épica que escreveu, sendo a mesma uma estória conceptual; como na musica que a acompanha. Tem menos trabalho de guitarra é certo, mas o que tem é implacável, um autêntico maestro musical, sem descreditar o seu companheiro de composição e de banda, Oliver Palotai.
Já sei que estão à espera daquele momento em que digo o que de mal encontro e minimizo um pouco a obra, e na verdade por muito que me custe, posso dizer que não existe, como posso dizer que sim; como sabem, o bom e o mau dependem do ponto de vista, a arte pode valer muito, pouco ou nada, tudo depende de cada um. E no meu ponto de vista existe algo que pode afastar alguns dos fiéis, existem algumas partes que estão muito... bem, custa-me a dizer,... mas lá vai... pop! "Veritas" é um desses exemplos em que Elize Ryd da banda revelação do passado ano, os suecos Amaranthe, canta algumas partes como se estivesse a substituir beyocé ou uma dessas vocalistas poppers. O outro ponto é Tommy Karevik. Sem dúvida um excelente vocalista, e até compreendo a escolha deste para substituir Roy Khan; numa tentativa de não alterar a orientação musical da banda e de fazer com que se sinta pouco a falta deste, na esperança que ele acorde do seu esgotamento cerebral e volte para um lugar que é por direito seu. Nos anais da história do heavy-metal irá ficar sempre associado aos Kamelot e ao trabalho que com eles deixou para a posteridade, que é de topo. Mas Tommy é mais forte e mais frio, menos expressivo que Roy, que quase chora a exprimir-se e a personificar as palavras que canta, e aí Tommy fica a perder. No entanto, Tommy fica bem, a voz é aquilo que se pede e com o tempo pode ser que se torne num intérprete de 1ª classe.
Aqui está talvez o disco do ano, podem muitos discordar, mas em muitos casos só vão dar mais força à minha teoria, se é demasiado sinfónico, se é demasiado pop, se tem pouca guitarrada e se esta foi abafada com tanto instrumental, no fundo há que considerar que esta é uma obra conceptual e que exige, dentro deste género musical, muito destes elementos. Fica à vossa descrição decidir!
McLeod Falou!

Temas:

01. Manus Dei
02. Sacrimony (Angel Of Afterlife)
03. Ashes To Ashes
04. Torn
05. Song For Jolee
06. Veritas
07. My Confession
08. Silverthorn
09. Falling Like The Fahrenheit
10. Solitaire
11. Prodigal Son
Part I: Funerale
Part II: Burden Of Guilt (The Branding)
Part III: The Journey
12. Continuum

Banda:

Thomas Youngblood (Guitar)
Tommy Karevik (Vocals)
Sean Tibbetts (Bass)
Oliver Palotai (Keyboards)
Casey Grillo (Drums)

Recorded at: Gate Studios/Wolfsburg, Morrisound Studios/Tampa,FL.,
Palosphere Studios/ Stuttgart, JohanArt/Sweden
Produced by: Sascha Paeth and Miro
Co-Produced by Kamelot
Engineers: Sascha Paeth, Miro, Olaf Reitmeier, Simon Oberender,
Jim Morris, Michelle Holtkamp, Johan Larsson
Mixed by: Sascha Paeth
Mastered by: Simon Oberender


Special Guests:
Elize Ryd – Female Vocals on Sacrimony, Veritas and Fahrenheit
Alissa White – Gluz – heavy vocals on Sacrimony and vocals on Prodigal Son Pt 3
Sascha Paeth – additional guitars throughout and heavy vocals on Ashes to Ashes
Miro – Keyboards and Orchestrations on tracks 2*,3,4, 9
and 10. Connection between Manus Dei to Sacrimony
*with Oliver Palotai
Annelise Youngblood – nursery rhymes
Silverthorn Children's Choir - Emilie Paeth, Noa Rizzo and Annelise Youngblood
Silverthorn Choir- Amanda Somerville, Elize Ryd, Robert Hunneke Rizzo,
Thomas Rettke, Simon Oberender, Cinzia Rizzo (also solo on Contiuum)
Luca Turilli – Latin consultant
István Tamás – Accordion of Veritas
Eklipse - "Strings on Sacrimony, Fahrenheit and My Confession - www.e-k-l-i-p-s-e.com;
produced and recorded by Kai Schumacher & B-Ray at LeFink StudiosDuisburg."



sábado, 20 de outubro de 2012

PARAGON – FORCE OF DESTRUCTION

PARAGON – FORCE OF DESTRUCTION (2012) GERMANY

 
Outro ícone do metal alemão, são os Paragon. Banda de Speed\Power metal com uma costela de Grave Digger, rebentam amplificadores desde 1995, data da edição do seu 1º àlbum, porque entre demos e Ep's, já existem desde 1990. Boa gravação este "Force Of Destruction". Poderoso e com andamentos de máquinas locomotoras sobre carris em chamas, estes speedsters melódicos arrasam na essência metálica. Grave Digger; Freedom Call; Iron Savior são as similitudes que podemos encontrar neste disco. Ouçam-no se complexos porque é de cortar a respiração e o metal sem maçarico.
McLeod Falou!

Temas:

1. The Last Day On Earth
2. Iron Will
3. Tornado
4. Gods Of Thunder
5. Bulletstorm
6. Blood & Iron
7. Blades Of Hell
8. Dynasty
9. Rising From The Black
10. Demon's Lair
11. Secrecy

Banda:

Andreas Babuschkin - Vocals (ex-Vice Versa, ex-Minotaur)
Wolfgang Tewes - Guitars (Black Hawk, ex-Crystal Shark)
Jan Bertram - Guitars, Backing Vocals
Jan Bünning - Bass, Backing Vocals (Asmodis, ex-Black Laws, ex-Erosion)
Christian Gripp - Drums (Torment, ex-Meat Shop)



sexta-feira, 19 de outubro de 2012

ANVISION – ASTRALPHASE

ANVISION – ASTRALPHASE (2012) POLONIA


 Quinteto polaco que pratica um metal progressivo de 1ª qualidade. Nascidos em 2007, estes veteranos da musica rock do seu país editam finalmente, e ao fim de 5 anos, o seu 1º disco de originais. As influências são as melhores, Dream Theater, Pink Floyd; um pouco de metal melódico e um ambiente dark e atmosférico espacial levam-nos nesta bem produzida estória de um astronouta que vagueia no espaço, dentro de si próprio numa viagem muito introspectiva e de sentimentos entre a vida e a morte. Sim, é um álbum conceptual com apenas 7 faixas mas com 50 minutos de duração. Bem executado e com bons arranjos, traz uma nova e fresca abordagem a mais do mesmo dentro de um estilo com muita oferta e variedade, sem deixar de observar o enorme grau de qualidade existente. "Mental Suicide" é o melhor momento do disco; dito de outra maneira, é aquele momento que se destaca um bocadinho mais, no meio de tão boa qualidade. Recomendo este disco aqueles que apreciam este género musical e de grande qualidade com o bónus da conceptualidade. Aos outros também, sempre podem ver como é possível fazer algo de bom, sem compromissos ou pressões de qualquer espécie, simplesmente fazendo aquilo de que se gosta, e num país onde a tradição no rock pesado não é assim tão difundida, apesar da vizinhança com duas zonas priveligiadas que são a alemanha e a escandinávia. Nota 10!
McLeod Falou!

Temas:


1. The Astronaut 6:16
2. S.O.D 5:34
3. Family Ties 6:37
4. Mental Suicide 7:51
5. Mercitron 7:16
6. I Can’t Live Without My Love 7:47
7. I Have No Fear 8:48

Banda:

Marqus – Vocals
Greg – Guitars
Lukas – Keyboards
Artur – Bass
Larz – Drums






Thy Majestie - ShiHuangDi

Thy Majestie - ShiHuangDi (2012) Itália


Com quase década e meia de carreira, os Thy Majestie são uma das mais veteranas bandas do power metal sinfónico italiano, a par de nomes como Rhapsody ou Vision Divine que, juntamente com um punhado de jovens grupos, têm todos editado novos álbuns de originais ultimamente. O regresso dos Thy Majestie é feito com a habitual colecção de temas unidos sob um conceito forte (Qin Shi Huang foi, em 221 AC, o primeiro imperador de uma China unida), com uma dose maciça de melodias épicas, partes sinfónicas e operáticas e power metal escrito e tocado pela cartilha italiana. Quando comparados com os colegas veteranos da cena local, falta no entanto aos Thy Majestie um sentido de evolução que torne o power metal bombástico em power metal irresistível, com todas as suas partes unidas de forma dinâmica e convincente. Ao invés disso, a banda de Palermo limita-se a jogar com os mesmos elementos musicais de sempre, com pouca ou nenhuma evolução estilística e apenas temas diferentes no mesmo estilo de sempre. Será porventura convincente para os fãs do grupo e do power metal sinfónico imutável, mas com a concorrência feroz dos últimos discos de Vision Divine, Luca Turilli’s Rhapsody ou dos jovens Wind Rose, não será fácil aos Thy Majestie segurarem a sua base de fãs “apenas” com um bom disco feito pelos parâmetros dos últimos 15 anos.
Fonte: http://misantropiaextrema.wordpress.com/

Temas:
1. Zhongguo
2. Seven reigns
3. Harbinger of new dawn
4. Siblings of Tian
5. Walls of the emperor
6. Under the same sky
7. Farewell
8. Huanghun
9. Ephemeral
10. End of the days (com Fabio Lione)
11. Requiem

Banda:
Claudio Diprima - Bateria
Giuseppe Carrubba - Teclado
Dario D'Alessandro - Baixo
Alessio Taormina - Vocal
Simone Campione – Guitarra






Youngblood — Guns n’ Gold

Youngblood — Guns n’ Gold (2012) USA


Christopher Youngblood de "Youngblood", que recentemente lançou seu primeiro álbum " Guns n’ Gold ". Ele é uma banda de um homem, por assim dizer como ele é a banda. Ele aprendeu guitarra, canto, piano e bateria em garoto e agora colocou todas as suas habilidades juntas no álbum de estreia, é impressionante como ele está rapidamente subindo nas Uvumicharts.
As influências musicais de Chris incluem Staind, Incubus, Third Eye Blind, Jimmy Eat World, The Deftones e Alice in Chains.

Temas:
01. .44
02. Animal Side
03. Play You This Song
04. I Can Make Love
05. Against the Current
06. Through My Forty Story Window
07. The Way I Used to Be
08. Hearts for Target Practice
09. U As in Used
10. Beautiful Barista
11. Severed from My Interest
12. To Destroy Something Beautiful
13. Layla's Lullaby




quinta-feira, 18 de outubro de 2012

MAGICA – THE CENTER OF THE GREAT UNKNOWN

MAGICA – THE CENTER OF THE GREAT UNKNOWN (2012) ROMÉNIA

 
Na vertente sinfónica continuam os esforços e cada vez maiores para impôr as mulheres no centro das atenções, e na sua grande maioria provenientes dos países do leste europeu. Magica já têm uns anitos e alguns àlbums gravados, o que lhes deu uma grande experiência musical, pelo menos no que à técnica se refere. Gostaria de estar a dizer toneladas de coisa boas, mas também não vou dizer más, porque analizando este disco e colocando-o no seu devido lugar, essas coisas más não existem. Pois,.. claro... sei..., é que é mesmo isso...
Provenientes da Roménia, terra de ciganos e Drácula e todas as lendas inerentes ao sobrenatural do reino dos lobisomens e vampiros, e já agora do cheiro a alho que por ali vai; Magica são um quinteto com uma vocalista no seu tom mais alto. Desde 2002, ano da sua fundação, o grupo já editou 6 discos de originais. Quanto a este novo disco, o modelo já começa a ficar esgotado, vocalizações quase em falsete, bem altos e angelicais; mas esqueçam Tarja, Ana ainda não chega lá nem está lá perto. Metal melódico com bons andamentos e harmónicos; teclados quanto baste para tirar a angelicalidade da cartola, mas em vez do coelho sai a pomba. Os temas parecem muito iguais e com seis àlbums editados este bem podia ter dado "O" passo mais além. Em vez disso, apostaram na mesma formula e fazem "shuffle" e "repeat". Até que vale a pena ouvir pela melodia e por alguns arranjos que soam bem, de resto faltam musicas mais impactantes e sentidas, Ana canta quase sempre tudo igual e confuso, chego ao ponto de não conseguir identificar as musicas; algo a que a produção não será completamente alheia; mas enfim, estão a progredir, mas lentamente e prevejo que como projecto, ou Magica tira mesmo um coelho da cartola ou a pomba vai voar para bem longe. Para os apreciadores pode ser mais um, ou não; para os restantes,... também!
McLeod Falou!

Temas:

01. Center Of The Great Unknown
02. Masterspell
03. King Of The World
04. Open
05. The Earth Is Young?
06. Step Into The Night
07. No Horizon
08. One Angry Gaia
09. Mark Of Cain
10. Under The Auroras

Banda:

Ana Mladinovici - Vocals (2002-) (Interitus Dei (Rou))
Bogdan "Bãţ" Costea - Guitar (2002-) (Interitus Dei (Rou), Fortuneteller, MadDriven)
Sorin Vlad - Bass (2008-) (Cadavrul, Web (Rou))
6Fingers - Keyboards (2003-) (Phonopia, Byron)
Hertz - Drums (2008-) (Cadavrul, Blind Reason (Rou), Nox (Rou), Deathdrive)


 

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Germán Pascual - A New Beginning

Germán Pascual - A New Beginning (2012) Suécia


O vocalista Germán Pascual já registou sua voz nos trabalhos do Mynds Eye, SOULSPELL, Narnia, DIVINEFIRE, nasceu no Uruguai, viveu no Brasil e mora na Suécia, estreia o seu álbum solo, A New Beginning, esbanjando técnica e sentimento por todos os lados, um Hard/Power metal pesado, melódico e e chegando perto de timbres de metal extremo, numa dosagem perfeita.
A primeira faixa é "Seek the Truth" com sua introdução a la 'Michael Myers', os vocais são uma variante melódica e agressiva, German diz que este é o seu estilo mais natural de cantar, ficou perfeito.
Na sequência vem "The Wrath of God", se prepare para um som ambicioso, que encaixa perfeitamente com a mensagem da letra de German e Torbjörn Weinesjö (Divinefire e Veni Domine), a guitarra está alucinante e muito heavy, o solo e German arriscando um vocal rasgado e o belíssimo coro de Andreas Novak dando um toque final.
Outra boa canção é "If the Sky would Fall" com seu excelente coro apoiado por Erik Mårtensson (Eclipse), "Misty Dreams" outro som de peso, e um belo trabalho de teclados de Guilherme Oliveira (Menahem).
Em "Open Your Eyes" onde Thomas Plec Johansson (Mean Streak e Torchbearer) deixa o timbre da guitarra muito bom, arrematando com um solo matador, aliás os músicos convidados para este trabalho é de primeira linha, e isso fica claro também nas canções "I Call for The One", "Unbroken Wings", "Come Ease the Pain".
Entre os músicos temos Jani Stefanovic (Divinefire, Essence of Sorrow...) que toca a maioria dos instrumentos em "Cancion Con Todos", Raphael Dafras (o mais novo baixista do Almah) que programou a bateria e toca baixo praticamente em todas as canções, Rafael passou uma temporada, no ano passado, em Estocolmo ajudando a produzir este belíssimo trabalho, também temos o guitarrista Martin Hall (Extravaganza) que deixou seu registo em quase todas as músicas.
Outro destaque é o solo de "Fate of the Blind" do ex-parceiro de Narnia, Carl Johan Grimmark, e o álbum finaliza com a excelente "Cancion Con Todos" de Armando Tejada Gómez e César Isella, imortalizada por Mercedes Sosa e que Germán regista aqui a sua óptima versão metal-ópera, fechando o disco com 'chave de ouro'.

Fonte: http://blogdoferas.blogspot.com/

Temas:
01.Seek the Truth
02.The Wrath of God
03.If the Sky would Fall
04.Misty Dreams
05.Open Your Eyes
06.I Call for The One
07.Unbroken Wings
08.Come Ease the Pain
09.Fate of the Blind
10.Cancion Con Todos



terça-feira, 16 de outubro de 2012

Machinae Supremacy - Rise of a Digital Nation

Machinae Supremacy - Rise of a Digital Nation [2012] Suécia


Suecos do "metal alternativo" a banda MACHINAE SUPREMACY irá lançar seu novo álbum, "Rise Of A Nation Digital", em 19 de outubro via Spinefarm Records. De acordo com um comunicado de imprensa, o CD "ecoa a simplicidade musical de [2008] 'Overworld" e reflete fielmente as questões e estaduais de uma Generation Online em suas letras. "O álbum foi gravado no próprio estúdio Machinae Supremacy em Luleå, Suécia, com gravações adicionais no estúdio 4Sound em Estocolmo. Ele foi masterizado por Niemistö Henkka em Chartmakers na Finlândia.
Machinae Supremacy inspirado em sons e melodias de vídeo-game, o trabalho de guitarra magistral e estilo vocal único criou a banda, para além da massa do rock genérico tradicional e metal desde o seu início em 2000. Metal Hammer chama a Machinae Supremacy ", uma das bandas mais interessantes da época actual" em sua revisão do Reino Unido, only best-of collection de " The Beat of Our Decay " a partir de 2011.
Desde o lançamento de seu quarto álbum de estúdio, "A View From The End of The World", Machinae Supremacy fez shows n a Europa com os CHILDREN OF BODOM e ENSIFERUM, e assinou com a Spinefarm por mais três álbuns.
Machinae Supremacy está actualmente trabalhando no original trilhas sonoras para dois títulos de vídeo jogos, entre eles o " Project Giana ", o bisneto do agora um quarto de século de antigo culto hit "The Great Giana Sisters", e planeamento para shows programados na Rússia e norte da Europa.

Temas:


1. All Of My Angels
2. Laser Speed Force
3. Transgenic
4. Rise Of A Digital Nation
5. Pieces
6. Cyber Warfare
7. Republic Of Gamers
8. Battlecry
9. 99
10. Hero

Banda:


Robert Stjärnström - Vocals
Jonas Rörling - Guitar
Andreas Gerdin - Bass
Niklas Karvonen - Drums




Machinae Supremacy live at Assembly 2011

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Riff Raff - by the seat of our pants

Riff Raff - by the seat of our pants (2012) Dubai



Temas:
1. Close Shave (3:14)
2. Rock and Roll Mama (3:48)
3. Porterstown (2:41)
4. Screaming in your sleep (3:14)
5. Leaving Leipzig (4:50)
6. Jet (3:07)
7. Ready to Rumble (3:01)
8. Field of Rifles (2:37)
9. Wrecks (4:10)
10. Two chairs (3:17)
11. Drink til ya drop (3:22)
12. The Wedding Dance (3:19)





Venomous Maximus - Beg Upon The Light

Venomous Maximus - Beg Upon The Light (2012) USA


Maximus Venomous de Houston fizeram uma prestação com o seu primeiro EP de volta em 2011. Eles criaram uma mistura distinta de stoner metal, heavy & doom metal numa embalagem dos anos 70. A banda retorna este ano com um grandioso álbum completo: " Beg Upon The Light".
Este começa com um badass, gótico vibe. Em algum lugar entre Ghost, Eternal Elysium & Black Pyramid. Os estranhos, tristes vocais criam um contraste realmente único entre o ataque pesado de riffs. Maximus Venomous quase cria uma enérgica ópera doom, com forte ênfase em grooves mortais e mudanças de tempo constantes.
Uma experiência sólida e original que pode surpreender você em primeiro lugar, mas nunca deixa você totalmente ir ... Beg Upon The Light tem o seu momento, e eles vão bater em você como um tijolo. Path Of Doom, a versão reformulada do Give Up The Witch, Moonchild, & the rifftastic Battle For The Cross são uma alegria para qualquer veterano do doom. A estelar qualidade da produção composição, arranjo e basta adicionar à experiência.
No final, este álbum não é perfeito por qualquer meio. Mas é bem pesado, bastante original e cativante. É majestoso, uma jóia imperfeita que vai encontrar seu lugar nos melhores lançamentos de heavy/ doom metal em 2012.

Temas:
01. Funeral Queen 01:49
02. Path Of Doom 05:38
03. Give Up The Witch 04:58
04. Father Time 02:02
05. Dream Again (Hellenbach) 05:03
06. Moonchild 05:06
07. Battle For The Cross 05:52
08. Venomous Maximus 04:38
09. Mothers Milk 03:42
10. Hell’s Heroes 07:06

Banda:
Gregg Higgins (Vocals, Guitar)
Christian Larson (Guitar)
Trevi Biles (Bass)
Bongo (Drums)





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