Estão à espera de um disco tÍpico de TNT? Esqueçam. Este é um disco pessoal, com muitas semelhanças com gente como David Bowie, mas ainda assim mais heavy que o artista referido, mais baseado no hard\rock'n'roll mas com muito pop dance e funk.
Ronni Le Tekro é um ás das seis cordas. Existem dezenas de fenomenais guitarristas sobre os quais temos imensas preferências porque todos tocam géneros diferentes, ou com diferentes técnicas, mas exímios no seu trabalho; Yngwie, Vai, Satriani, Norum, Johnson, Roth, May, Page, Blackmore, Santana, Macalpine, V. Moore, Gary Moore, Hendrix, Bellas, Brosh, M. Angelo, R. Marcello, Timmons, Lynch, Slash, Morse, e a lista continua .... e mesmo assim podemo-nos esquecer de Ronni, mas será algo de imperdoável porque é sem duvida um dos melhores que já vimos e ouvimos tocar guitarra. Neste seu disco a solo, Ronni descobre-se a si mesmo, vocalizando as suas ideias de experiências de vida, sonhadas ou vividas até mesmo na 3ª pessoa, pouco importa, porque é um disco musical com muitas influências de pop dos 60\70, pop dos 80, e ideias frescas enquadradas no novo milénio. Pena que não seja um disco de puro narcisismo instrumental, mas não é aquilo que quero ou gosto que faz prevalecer o bom ou o mau desempenho de Ronni e por isso, se gostam de coisas diferentes, até psicadélicas, como já referi, David Bowie, podem muito bem experimentar este disco. Nessa área musical, é um excelente disco. Os temas raramente acabam como começam, a variação é demasiadamente agradável, não se anda às voltas como pescadinha de rabo na boca.
McLeod Falou!



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