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sábado, 29 de outubro de 2016

POST DO MÊS

HammerFall - Built to Last (2016) Suécia



Uma das bandas mais queridas e importantes da nova geração do metal está de volta com a força total. Hammerfall lança o seu 10º álbum, completando o seu retorno à forma começou com '(r) Evolution' em 2014. Companheiros de longa data Joacim Cans e Oscar D ronjak lideram o caminho mais uma vez para um álbum que irá restaurar a sua esperança na banda e colocar Hammerfall num lugar de onde nunca deveria ter saído. Começando forte, com "Bring It!", A banda destrói qualquer cepticismo que possa ter nos primeiros acordes, com linhas de guitarra estilo Grave Digger e um refrão poderoso. A canção levanta os espíritos e abre o caminho para outras duas grandes faixas: "Hammer High" e "The Sacred Vow", lançada anteriormente como um vídeo lírico; "Hammer High" é um hino absoluto de proporções épicas. O início da canção faz te querer levantar o punho e abanar a cabeça, cantando junto com o coro característico dos Hammerfall. Esta é uma daquelas músicas que ficam perfeitas ao vivo, e vai se tornar definitivamente duradoura. "The Sacred Vow" é um pouco como "Hector’s Hymn" nos termos de soar como um clássico, mas realmente falta alguma coisa. É uma grande e cativante música com algumas citações de músicas antigas dos Hammerfall como "Steel Meets Steel" e “Heeding the Call” - que é uma forma de composição que eu gosto muito - e tem um dos mais simples, ainda assim uma magnífica parte de uma das melhores canções que eu ouvi destes músicos em muito tempo: “fear the sound of metal, the sweetest sound of all". Perfeito.
"Dethrone e Defy" acelera o álbum e relembra algumas das vibrações mais densas da banda, talvez algo entre o que temos visto em 'Crimson Thunder’ e 'Threshold’. Riff conduzindo, a faixa mantém a boa qualidade do álbum. A balada "Twilight Princess" vem em seguida, e é absolutamente bonita: começando apenas com uma guitarra acústica e voz de Joacim Cans, o som constrói-se entre uma viagem emocional e mágica até uma história triste. Sem exagero, este fica tão bem quanto as baladas clássicas da banda, como "Always Will Be", "Remember Yesterday". Não é, obviamente, tão bom como o transcendental "Glory to the Brave", mas tens uma ideia. "Stormbreaker" mostra a veia tradicional tão amada no som dos Hammerfall, com um maravilhoso riff e um coro acelerado. "Built to Last" é mais uma daquelas músicas de ‘punhos ao alto’ com uma construção cadenciada. "The Star of Home" é uma faixa mais rápida com vislumbres de power metal, sendo uma das canções mais felizes do álbum. Joacim proporciona um grande desempenho aqui, especialmente no refrão, provando que quase 20 anos de actividade não prejudicou a sua voz. E depois vem "New Breed"; Uma clara homenagem ao som dos Accept, ilustrado pelas linhas de guitarra e atmosfera, especialmente, a canção é uma ode a cada banda de metal. Oiçam esta música, tanto quanto podes e absorve a mensagem: jovem ou velho, clássico ou moderno, as bandas e os fãs são todos iguais na comunidade heavy metal e todos nós apoiamos as mesmas ideias e cultura. Fechando o álbum é "Second to None", a música mais épica da banda. É lentamente construida a partir de uma balada para a canção mais escura, um destaque no álbum, confiando pesadamente em arranjos de teclado e voz de Joacim.
Como você pode ver, os Templários de aço elevam-se da escuridão e matam seus demônios de uma vez por todas com "Built to Last". Claramente um retorno ao som clássico, a banda se reuniu com sucesso todos os elementos em falta que tanto amava desde os primeiros discos e, aliado a uma sensação refrescante e a alegria de tocar música pelos membros da banda, transformou isso em um muito, muito bom álbum de heavy metal, bem digno do nome Hammerfall .



domingo, 1 de março de 2015

EUROPE - WAR OF KINGS (2015) SWEDEN




Provavelmente o melhor disco do Ano, e ainda mal começou!
McLeod!

Dark e Doom, quase "Sabbathico"; moderno é certo, e com todas as conotações que fizeram deles um dos fenómenos musicais do planeta e da humanidade, mas é algo de "doomástico"! Muito Blues quase na essência, Hard rock fechado e super atractivo, viciante mesmo; e groovy! Se Purple ou Sabbath se fossem agora, eram estes definitivamente os verdadeiros sucessores, talvez durante mais 20 anos! Gostaria de pensar que sim. 
Pelo acto apelativo de Tempest no inicio do video "War Of Kings", em que Ozzy nos salta logo à mente; pelo groove bombástico, que não fora o polimento de produção, e que daria um excelente momento de Stoner\Groove; a manifesta qualidade musical leva este disco ao topo. Não é um disco qualquer, apesar dos 35 anos de carreira e só 10 discos de originais, estes rapazes têm uma genialidade e experiência que faz deles um sucesso multimilionário. Dave Cobb foi o mestre por detrás da mesa de controlo; o experiente produtor coloca o som deste disco fora de orbita, no que à orientação musical de Europe se refere, já que no seu curriculo estão os Rival Sons. E foi mesmo por esse motivo que a banda decidiu contratar os serviços de Cobb.
John Norum rebenta escalas, Joey Tempest pode já não ter o vigor vocal de "the final countdown" mas a sua voz é das melhores que alguma vez ouviram neste negócio da musica, ele arrasa em todos os temas, literalmente! E o que dizer de Mic Michaeli, John Leven e Ian Haugland? Simplesmente dos melhores músicos do ramo e com experiência e credenciais comprovadas por passagens por projectos de Glenn Hughes e Nostradamus de Nikolo Kotzev. 
O resultado final salta à vista, ou melhor, aos ouvidos; nem um só tema aborrece, Talvez o melhor àlbum desde há muito da banda; bem Hard & bem Heavy, poderoso e expressivo; é um verdadeiro disco de elite, de mestres e de quem atingiu o topo há muito, mas que precisa de o mostrar com mais frequência, porque sentar-se no topo sem mais nem porquê, acaba em pedra que o tempo corrói e faz desaparecer em pó.
Obrigatório!!!
McLeod Falou!

sábado, 7 de fevereiro de 2015

POST DO MÊS

BLACKBERRY SMOKE - HOLDING ALL THE ROSES (2015) USA




O nome deste novo disco dos southern rockers Blackberry Smoke, pode soar um pouco meloso mas é uma expressão que quer dizer em modos gerais, o vencedor. E será assim com esta nova edição? A ver vamos. Antes de mais alguma coisa, este disco só será oficialmente editado na próxima segunda feira, por isso agradeçam à banda o facto de gostarem dele e irem a correr comprá-lo dia 9 de fevereiro. Se não gostarem, pois temos muitas outras coisas que vos podem agradar com toda a certeza, tais como a flauta de Pan de Zamfir, Yanni ao vivo na Acrópole, Afrodite's Child, Ennio Morricone, etc... (posso ter estado a brincar com estes nomes, mas na realidade são artistas da minha preferência e com os quais cresci, e que são obrigatórios na discografia de quem quer que seja que se intitule "connoisseur" musical. Na minha estão lá seguramente, entre muitos outros como Vangelis, JM Jarre, Hans Zimmer, e na vossa?)
Já têm mais de 10 anos de existência, são uma banda deste milénio, mas só em 2012 é que ascenderam ao chamado "stardom" com o disco "Whippoorwill". Depois foi o inevitável disco ao vivo e agora aí estão eles com o 4º de originais. Originários de Atlanta, no estado da Georgia, USA; estes rapazes são festeiros até cair para o lado. Para começar a descrever teria que acalmar o redemoinho de imagens que vão neste momento na minha cabeça, mas ainda assim posso indicar-vos Thunder; até porque o vocalista soa imenso a Danny Bowes; uns Ac-Dc que se teriam porventura rendido ao southern rock e muitas outras coisas que nos USA existem às carradas e que agora não me ocorrem, mas desde incursões redneck com banjos e violinos até ao som mais Classic Rock a festa é até ao sol nascer,... e continua, YY-HAAAAWWWH!!! E é isso mesmo, "classic rock gone south"; não no verdadeiro sentido da expressão porque dito assim poderia querer dizer o classic rock já era; mas quero mesmo dizer o que perceberam, o classic rock mudou-se para o sul e juntou-se ao que de melhor se lá faz. Acreditem, já vou na décima audição, ou mais; e não me canso, estes "southern rock messiahs" como são agora apelidados, são mesmo fenomenais. Se o género é algo que vos agrada, pois deixem tudo de lado que este vai deixar-vos agarrados, só vejo o General Lee a fugir do xerife Roscoe B. Coltrane e o moonshine a partir-se todo no porta-bagagens, é de loucos. uma coleção de temas que parecem ter viajado desdos anos 70 até no som, excelente produção. Tournou-se uma das minhas novas coqueluches, definitivamente! Realmente Vencedor!
o disco do mês, nota máxima. Super recomendado!!! Obrigatório!!!
McLeod Falou!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

POST DO MÊS

BLIND GUARDIAN - BEYOND THE RED MIRROR (2015) Alemanha


Afinal até que nem foi preciso esperar muito; eis finalmente o mais recente opus dos germânicos Blind Guardian, "Beyond The Red Mirror". Acabadinho de cair na web, aqui a radio mais famosa do planeta está em cima do acontecimento para vos proporcionar um excelente antidoto para a vossa ansiedade. É assim aqui na Roxx2Metal e Heavy Rock Radio, sempre o melhor para todos nós!!!
Rapaziada, se esperam algo de diferente neste novo disco, só mesmo os temas, de resto está tudo igual a si mesmo, quer se goste ou não, se fosse de outra maneira deixava de ter "piada". Talvez nem assim tanto; encontro este disco bem power-speed e mais acessível, mais directo e muito neoclássico na sua estrutura, algo que é profundamente do meu agrado. Estes Bardos metálicos das regiões teutónicas, regressam com mais uma estória de demónios, deuses e heróis improváveis nas terras da fantasia, onde atravessando um espelho vermelho entramos numa nova dimensão de eternos conflitos; numa estrutura épica e poderosa. As raízes desta nova estória remontam ao disco "imaginations from the other side", onde o herói desse disco volta para se tornar num novo templário protector do Holy Graal. e mais de 4 anos depois, chega-nos a continuação de "At the Edge of Time", e podem desde já associar ideias que estão no bom caminho ...
Icónicos, já vão no 10º disco de originais, mas tudo isso vocês já sabem, e de novidades só mesmo estes novos 10 temas e a subsequente tour. BL estableceram-se como uma das mais fortes pedras basilares do metal moderno, épico, poderoso e capaz de misturar diferentes estilos sem deixar de soar à sua verdadeira essência. O meu primeiro encontro na taberna destes bardos modernos foi em 95 com o disco "imaginations from the other side", e a partir daí tornaram-se uma das minhas indispensáveis e preferidas bandas musicais. Sim, musicais; BL além de tocarem rock pesado, seja na vertente que for, compoem primeiramente musica; e de qualidade! E já não precisamos de ir muito longe no futuro para os conseguirmos ter numa mesma lista de bandas de referência dos nossos tempos e que vão certamente ficar para as futuras gerações, Blind Guardian, Iron Maiden, Judas Priest, Manowar, Helloween, Hammerfall, Accept, Rhapsody (Of Fire), Stratovarius, Royal Hunt, Crimson Glory, Savatage, Virgin Steele, entre muitas outras, certamente serão os nomes que irão dizer aos nossos descendentes mais do que qualquer outros, serão intemporais!
Apesar de sair mesmo no inicio da semana, não tenho qualquer problema em destacá-lo como o disco da semana, mas como até lá muita àgua vai correr debaixo da ponte, ficam com o estatuto ainda melhor que é o post do mês!
McLeod Falou!

sábado, 29 de novembro de 2014

NEONFLY - STRANGERS IN PARADISE (2014) UK




Fantástico AOR numa forma de Melodic Hard & Metal. Segundo àlbum de originais para este grupo de jovens ingleses. A experiência adquirida após o lançamento do seu Debut que teve excelentes vendas, e por arrast uma melhor promoção que os levou a dividir o palco com Magnum e Dragonforce, entre outros nomes de 1º linha do rock pesado britânico. Desta vez, o poder musical aumentou e quase Heavy Metal, editam uma coleção de 10 temas que merece a vossa melhor atenção.
Quero destacar primeiro as duas power ballads, "Rose Bloom" e "Falling Star" que qualquer banda da melhor colheita gostaria de ter nas suas coleções musicais. Momentos bombásticos temos logo no início do disco com o primeiro tema "Whispered Dreams". Algo mais Nightwish e cabaret surge no tema "Heart Of The Sun". Têm momentos originais, ou menos utilizados para o género musical em que se inserem, mas nunca perdem a noção nem a linha orientadora daquilo que estão a fazer. Muito compactos e com um vocalista fabuloso, mesmo invejável. A inclusão sinfónica, orquestral e de teclados dum excelente nível neoclássico, foi brilhante. Da nova geração serão sem dúvida uma das bandas mais promissoras e com melhor qualidade. Se a fasquia já estava alta no 1º disco, e agora conseguiram superá-la com a maior das facilidades, o que nos espera o próximo àlbum?
Num momento em que a originalidade já está quase extinta, e as formulas são repetidas cada vez mais por diferentes projectos musicais, eis aqui algo que vos pode surpreender, não pela originalidade mas pela capacidade e pegar nessas formulas e readaptá-las em novos ambientes. Nota 11 em 10!!!
Este nem precisa de recomendação, é obrigatório e essêncial numa discografia que se quer fresca e actual.
McLeod Falou!

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

POST DO MÊS

MR. BIG - ... THE STORIES WE COULD TELL (2014) USA





Já é dia 29SET2014? Não, não é! Começo a achar que isto de lançarem na net antes da edição oficial parece-me propositado, é tudo uma grande aldrabice, é o que é.
Meus amigos, este será talvez o disco mais pesadão que esta magnificente banda de rock deste nosso planeta, na via láctea suspenso, editou até hoje. E não menos por isso deixa de ser um clássico da banda com todos os predicados que lhes reconhecemos e a que nos habituaram. A qualidade sonora é ... cristalina! Um portentoso disco de hard rock com um trabalho de guitarra capaz de meter no bolso qualquer bonamassa que por aí ande. Na verdade, Paul Gilbert é só um dos melhores guitarristas de sempre no universo musical, por isso é estupido e desnecessário da minha parte, este tipo de comentários.
Posso ainda dizer-vos que este disco é uma pandega. Divertido e com momentos diferentes que só a experiência musical e um talento de génio é capaz de conseguir.
Desde Funk, Heavy, Hard rock, Ballad, Groove, Blues, Rock'n'Roll; a lista torna-se incontável, porque tudo se mescla num superior estado de genialidade em um dos melhores discos dos últimos anos. Nestes 13 novos temas; mais uma live version de "Addicted to that rush"; a marca de Mr. Big em termos sonoros e de linhas melódicas, percorre todo o disco fazendo-nos recordar alguns dos seus melhores momentos, já gravados na história por estes rapazes. Além de tudo isto, ainda é um disco bonito. Bonito porque a interpretação de Eric Martin naqueles temas mais adoçicados é ... profunda, melodiosa e quebra o mau-estar a qualquer um. Vá lá pôr as garotas a ouvir isto e a derreterem-se todas, eheheheh
O melhor disco do género editado este ano e em muitos anos.
McLeod Falou!

sexta-feira, 14 de março de 2014

POST DO MÊS

MAGNUM – ESCAPE FROM THE SHADOW GARDEN (2014) UK



 
Desde que conheci Magnum e o seu disco "Vigilante" que sou um grande apreciador desta banda, uma das minhas favoritas. Depois de conseguir a sua discografia e de apreciar os seus trabalhos, uns mais do que outros, eis que fico estupefacto com este novo disco, o 19º da sua já longa carreira. Fiquei siderado, este é talvez o disco mais... pesado, não, não será bem isso,... hardrocker é de certeza, mas... está mais sujo em termos de guitarras e com vocalizações menos épicas e trabalhadas em estúdio; no entanto dizer que é o disco mais baseado nas guitarras é o caminho correcto. Está um disco bestial, fabuloso! Hardrock melódico; mas mais directo e menos trabalhado; mais puro e mesmo assim a sensibilidade dos seus temas continuam intactas. O núcleo duro, Catley, Clarkin, Stanway continua em excelente forma, acompanhados por Al Barrow no Baixo e por Harry James, Ex-Thunder; na bateria desde 2001.

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