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sexta-feira, 4 de setembro de 2015
Riverside - Love, Fear and the Time Machine (2015) Polónia
No seu último álbum, o brilhante “Shrine Of New Generation Slaves” Riverside mostrou porque eles eram as novas estrelas do rock progressivo, também criaram um dos melhores discos lançados em 2013.
O folheto afirma que estes músicos foram influenciados por Tool, Opeth e Porcupine Tree, que eu definitivamente estou ouvindo aqui, mas o vocalista Mariusz Duda parece levar a cabo uma abordagem vocal que se sente como mais deprimido Maynard James Keenan, que funciona bem com o pouco de estilo excêntrico, ainda uma boa abordagem da banda aqui. Estes músicos começaram com atmosferas dark metal nos seus primeiros trabalhos, por isso é bom ver que eles ainda estão continuando esse estilo nos seus trabalhos mais recentes e os fãs de prog ainda vão encontrar aqui muito do que gostar. Se não são as composições de teclado por si só, a quantidade superabundante de ricas texturas musicais certamente animam o tema e vai agarrar o ouvinte. Ela se sente como um Katatonia mais texturizado, embora menos pesado e mais técnico em termos de estrutura da canção. Por exemplo, "Salute Me" começa como um instrumental de Dream Theater e de seguida, parece entrar no cativante, material ainda bastante solene. É quase como uma história sentimental, bem como "#Addicted" embora seja mais uma tristeza cerebral que faz parecer que o próprio universo está chorando. É muito difícil de explicar e é algo que vais ter que ouvir para ser capaz de entender. Eles têm a tendência de serem atraídos para o material sombrio com um toque de brilho, que é exactamente o que Love, Fear and the Time Machine é.
Como o disco continua, o mesmo acontece acertadamente com esta onda ácida de depressão, com uma ligeira excepção ligeiramente leve no coração com "Towards the Blue Horizon." Mas isso é quando um dos momentos acústicos mais sombrios que eu não ouvia há tempo entra com "Time Travelers." Ao contrário do que se poderia pensar, não é nem mesmo uma música progressiva em tudo. É uma balada, do tipo de me fazer olhar para o mundo e pensar nos dias em que eu era um menino e sentia as coisas mais simples. A última faixa do disco (Found) acrescenta um suporte vocal feminino suave até o fim, onde não conseguem adicionar apenas um toque de teclados prog e momentos de guitarra solo, que são absolutamente caracterizadas em grande abundância. Mas quando o álbum não está lançando atmosferas prog bombásticas, é chafurdar em desespero, ou, pelo menos, oferecer um pouquinho mais de tristeza do que seria de esperar do género.
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Amorphis - Under the Red Cloud (2015) Finlândia
Metaleiros finlandeses AMORPHIS têm sido bastante consistentes ao longo de sua carreira de 25 anos. Apesar de se afastarem de suas raízes de death metal, a banda tomou o mundo do melódico death metal pela tempestade. Dois anos depois do fantástico Circle, a banda está de volta com o 12º álbum, Under The Red Cloud.
Under The Cloud Red, este é um registro muito dinâmico. Com uma série de orquestrações variáveis e ritmo, a totalidade do disco é muito agradável. AMORPHIS sempre foi uma banda que experimentou com o seu som já a sua identidade resulta da primeira nota da faixa-título para o fechar os riffs de White Night. Na verdade, é essa variação de instrumentos que faz Under The Red Cloud um disco fantástico, há momentos de formigueiro na espinha e por toda parte. A dependência de uma melodia de piano em Dark Path do teclista Santeri Kallio, os orientados riffs de death metal de Bad Blood e o uso suave e subtil da flauta do músico convidado Chrigel Glanzmann (ELUVEITIE) em Tree of Ages faz levantar todos os cabelos na parte de trás do pescoço.
Musicalmente, AMORPHIS são mais firmes do que nunca com a banda a trabalhar como uma unidade eficaz. Para uma banda que tem um som complicado, é incrivelmente gratificante que todos os vários instrumentos trabalhem extremamente bem. A bateria de Jan Rechberger é consistente e o trabalho de guitarra de Esa Holopainen e Tomi Koivusaari mantém o lado do metal para o som progressivo de AMORPHIS enquanto as contribuições de teclado de Santeri Kallio fornece um lado progressivo e melódico, expandindo o som de AMORPHIS além de um subgénero. No entanto, a verdadeira estrela da banda é a trabalho do vocalista Tomi Joutsen, que faz uma combinação de rosnados e limpos que têm melhorado dramaticamente desde Circle. A combinação de vocais agressivos e suaves dá a Under The Red Cloudo uma sonoridade que eles têm vindo a construir desde 2006 com Eclipse.
Embora Under The Red Cloud ainda carregue todas as marcas registadas do som típico de AMORPHIS, este disco não é apenas mais um no extenso catálogo da banda. Este é um disco de verdadeiro carácter e verdadeira musicalidade; cada música carrega pequenas variações no som geral sem serem desarticuladas no ritmo geral. Under The Red Cloud é um disco fantástico e será uma boa adição para a biblioteca musical de qualquer fã de metal.
terça-feira, 1 de setembro de 2015
Tad Morose - St. Demonius (2015) Suécia
A banda de heavy metal sueca Tad Morose foi formada originalmente em 1991, e apesar de numerosos membros passarem por suas fileiras ao longo dos anos, o único membro constante é o fundador e guitarrista Christer 'Krunt` Andersson. Começando como um quarteto com vocal / guitarra / baixo / bateria, a banda adicionou um tecladista à programação até 1993, no mesmo ano Tad Morose gravou sua primeira demo tape. O álbum de estreia do quinteto, LEAVING THE PAST BEHIND, seguido imediatamente, que foi descrito por muitos como uma combinação de Metallica e Dream Theater. Em 1995 viu o lançamento do segundo álbum do grupo, SENDER OF THOUGHTS, que foi seguido no mesmo ano de um mini-álbum ao vivo com cinco faixas, PARADIGMA, produzido pelo renomado Mike Wead (Mercyful Fate, Memento Mori). A estrela do mais recente álbum ST. DEMONIUS é Christer 'Krunt` Andersson, que coloca riffs cirúrgicos com uma superabundância de dedilhados significativos que brilham em canções como,”Bow To The Reapers Blade”, “,Day Of Reckoning” e “,The Shadows Play”.
quinta-feira, 12 de março de 2015
WE ARE LEGEND – RISE OF THE LEGEND (2013) GERMANY
Só pelo facto de que a melodia de piano inicial reporta ao "tubular bells" de Mike Oldfield; (banda sonora do filme "o exorcista"); deixa antever que este disco vai ser, pelo menos, de qualidade garantida.
Banda formada em 2010 com musicos cujas referências passam por Stormwitch; Thunderbolt e Abraxas; bandas de 2º plano na cena metálica alemã, mas com uma qualidade de 1ª linha, estes We Are Legend acabam deeditar o seu àlbum de estréia e digo-vos, têm um auspicioso futuro pela frente. A qualidade está confirmada, o profissionalismo dos musicos também e as composições têm muito que se lhe diga, são de extrema genialidade; até o sino do Big Ben aparece! Existem interludios musicais dentro das próprias composições que nos aludem directamente a outras bandas, como Candlemass no refrão de "hungry mirror". Conhecem Brainstorm? Pois é isso mesmo aquilo o que vos apresentam estes WAL, power metal, prog, bastante compassado com um pouco de dark. O piano tem nesta obra muita relevância, porque os interludios são fabulosos, até Queen aparece aqui. Experimentem este metal eclético, garantida a sua qualidade!
Banda formada em 2010 com musicos cujas referências passam por Stormwitch; Thunderbolt e Abraxas; bandas de 2º plano na cena metálica alemã, mas com uma qualidade de 1ª linha, estes We Are Legend acabam deeditar o seu àlbum de estréia e digo-vos, têm um auspicioso futuro pela frente. A qualidade está confirmada, o profissionalismo dos musicos também e as composições têm muito que se lhe diga, são de extrema genialidade; até o sino do Big Ben aparece! Existem interludios musicais dentro das próprias composições que nos aludem directamente a outras bandas, como Candlemass no refrão de "hungry mirror". Conhecem Brainstorm? Pois é isso mesmo aquilo o que vos apresentam estes WAL, power metal, prog, bastante compassado com um pouco de dark. O piano tem nesta obra muita relevância, porque os interludios são fabulosos, até Queen aparece aqui. Experimentem este metal eclético, garantida a sua qualidade!
Mcleod Falou!
segunda-feira, 9 de março de 2015
FURYON - LOST SALVATION (2015) UK
Modern Heavy Metal! E ponto final! Este 2º disco dos Brits Furyon, é algo que descende do classic rock misturado com um alternative rock que roça o grunge. Sónicamente é Heavy Metal mas as variações de subgénero além de passarem pelas valores referidos, o prog também faz parte da sua inspiração. A dupla de guitarras é superior, extremamente competente. Tiago Rosado, Lead guitar, soa-me a conterrâneo, que faz pela vida em terras de sua majestade, e sem qualquer parcialidade por afinidade, devo dizer-vos que o rapaz está muito perto de ser o próximo Nuno Bettencurt. Posto assim parece excessivo ou estranho, mas refiro-me a que se em 1990, Nuno foi considerado o guitar-hero do ano, Tiago tem tudo para crescer e seguir-lhe as pisadas 1\4 de século depois. Matt Mitchell, tem um poderoso registro vocal, ainda assim limitado mas que compensa com uma excelente capacidade expressiva, coisa fundamental e que faz toda a diferença, toda mesmo.
A produção é profissional; a cargo de Rick Beato (Shinedown, Fozzy); que deixou tudo equilibrado, com balanços perfeitos e som bem registrado. sente-se o trabalho individual de cada músico.
No aspecto geral, só posso dar uma boa nota a estes rapazes de Brighton, Inglaterra; este novo disco tem tudo o que é necessário para fazer dele algo de valor num mundo demasiadamente cheio de ofertas musicais; grande produção, grande trabalho técnico mas fica ao vosso encargo julga-lo pela orientação sonora e temática. Se gostam e é o vosso género, pois é um disco que vale bem o seu dinheiro; se não, pois existe muitas mais ofertas que vos podem agradar.
Quanto a mim, tem um enorme valor, apesar de viajar por um género que definitivamente não me excita muito; mas que merece o meu respeito e umas boas audições. Recomendado!
McLeod Falou!sábado, 29 de novembro de 2014
HARMONY - THEATRE OF REDEMPTION (2014) Suécia
Formados em 2002, estes suecos deixaram na época uma boa impressão com o seu poderoso melodic heavy metal, algo que deixou enormes expectativas relativamente a futuros lançamentos. 2003, foi o ano do seu debut, mas só em 2008 é que voltamos a ouvir mais um lançamento da banda. Entre outros projectos, alguns membros da banda decidiram dedicar-se a novas aventuras e 6 anos depois é que volta-mos a ter de novo Harmony. Desta vez e para mim, a expectativa é grande, é que Daniel Heiman, vocalista dos Heed, uma banda que me impressionou bastante; é o vocalista convidado da banda para este trabalho. Conhecendo Daniel, não só da referida banda mas também dos Lost Horizon, fiquei imensamente satisfeito por voltar a ouvir algo de novo deste excelente vocalista cujo tom e expressividade vocal se assemelham em alguns aspectos a Tony Moore (Riot).
Dez temas de excelente Melodic Power Metal com muitos arranjos de Prog e sinfonismo. Muito bem produzido pelos membros fundadores da banda, Sigfridsson e Enbert e misturado pelos não menos conhecidos Fredrik Nordstrom e Henrik Udd. Um disco que recomendo sem sequer ouvir! Mentira!!! Já estou a ouvi-lo repetidamente há pelo menos 3 repetições, eheheheh.
(Poderiam Axenstar ter seguido o exemplo? Talvez sim, talvez não! Apesar da decepção há todos os motivos que desconheço, por isso fica a dúvida, talvez as coroas suecas,... - Não, não são as velhotas assanhadas, seus depravados, mas sim a moeda corrente desse país nórdico.)
Excelente disco, excelente vocalista, super recomendado!!!McLeod Falou!.
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
AGUSTIN HARO - VIAJE ALREDEDOR DE MI MENTE (2014) ARGENTINA
Assim é que é! Ainda há poucos dias patrocinamos o nosso amigo e frequentador deste vosso blog, Agustin Haro, músico amador de Tucuman, Argentina; numa sua recente edição, e acaba agora de completar mais uma obra de cariz intimista. Agustin grava em casa as suas ideias e compartilha-as conosco. A sua musica pode ser considerada experimentalista, progressiva, psicadélica mas acima de tudo provém das raízes do blues, soul, jazz. Tem ideias e exposições fantásticas, qual fotografias numa exposição, e merece ser ouvido. Desta vez, a sua viajem dentro da sua mente expõe recortes da sua vida, algo que no geral resume esta nova obra digital. Tucuman, é a provincia mais pequena da Argentina, mas pelos vistos é onde crescem os maiores pares de tomates, .... é isso mesmo, se são músicos e gravam algumas coisas, cresçam um bom par deles e afirmem-se que nós vos daremos os vossos 5 min. de fama, nem que sejam só esses que algum dia poderão vir a ter, mas terão! Ouçam -no que um dia, quem sabe, não será algum de vós, ou alguns de vós, a serem promocionados?
McLeod Falou!Temas:
01. Preludio (Prelude) 00:15
02. Amaneceres (Sunrises) 04:24
03. Pasto y Naturaleza (Grass and nature) 05:35
04. Blues del tabique nasal (Septum blues) 01:56
05. Los libros (The Books) 06:45
06. Viaje alrededor de mi mente (Journey around my mind) 01:52
07. Conocimiento (Knowledge) 04:00
08. Ingressus in tenebris (Entrada en la Oscuridad/Entrance in the darkness) 03:58
09. Tenebrae (Oscuridad/Darkness) 01:31
10. Interludio (Interlude) 01:17
11. Claridad (Clarity) 04:25
12. Futuro (Future) 03:56
13. En algun lugar perdido en el tiempo (Somewhere lost in time) 01:46
14. Para toda la vida (For life) 04:04
***
Publicada por
mcleod
à(s)
23:49
1 comentários
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quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Majesty of Revival - Iron Gods (2013) Ucrania
É o segundo álbum dos Majesty of Revival. Gravado com a participação de músicos convidados: Jouni Nikula (REQUIEM, ALTARIA, iSanta meidan), Magnus Norhd (MAJESTIC, HORA REQUIEM, BLIND FAITH). Talvez não seja nada de excepcional e de certeza que não é um marco na música, mas o trabalho é inspirado e impressionante! Muito forte a nível de desempenho europeu. Mesmo assim é um trabalho RECOMENDADO!
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