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terça-feira, 25 de junho de 2019

Solar Corona - Lightning One (2019) Portugal


Corona Solar apresenta o álbum de estreia intitulado Lightning One. Os Solar Corona são uma banda de rock que vibra como um motor na cabeça dos ouvintes. Formados em 2012 em Portugal, o power trio composto por Rodrigo Carvalho (guitarra / sintetizadores), o mentor desta banda, José Roberto Gomes (baixo) e Peter Carvalho (bateria) estão totalmente empenhados em arrancar a tua consciência e levar-te numa Odisseia desenfreada através de paisagens distorcidas e batidas firmes. A comparação é frequentemente a maneira de descrever a música em palavras. Eu sugiro que tu imagines Hawkwind se Lemmy nunca tivesse sido expulso. Lightning One é o seu álbum de estreia, lançado em maio de 2019. Um dos principais talentos da cena do rock psicadélico português. Excelente disco instrumental de space-psychedelic-stoner rock.



terça-feira, 18 de junho de 2019

DeWolff - Live & Outta Sight II (2019) Holanda


A banda holandesa de psychedelic-blues DeWolff lançou seu último álbum de estúdio em maio do ano passado e agora está lançando o álbum Live & Outta Sight II. Como o nome sugere, é o seu segundo álbum ao vivo, com o “Live & Outta sight” original sendo lançado em 2015.
Este novo álbum foi gravado em vários locais holandeses - Tivoli Vredenburg em Utrecht, Luxor Live em Arnhem, Paard van Troje em Den Haag e EM2 em Groningen em dezembro de 2018 e janeiro de 2019. Como seria de esperar, os shows ao vivo continham várias músicas do último álbum de estúdio (Thrust) - seis delas, na verdade, compondo mais da metade das músicas deste álbum ao vivo. Estamos sempre á espera algum material de um novo álbum em turnê, mas geralmente são de 2 a 4 músicas, então o fato de eles se sentirem confortáveis em fazer tantos é uma indicação de quanto bem o álbum foi recebido pelos fãs.
Eu realmente gostei de “Thrust” quando eu o ouvi e este álbum ao vivo é outro grande álbum. A seleção de músicas é ótima e seu estilo anos 70 influenciaram o som com bastante órgão Hammond que realmente funciona bem num ambiente ao vivo. Pessoalmente eu teria preferido que eles pulassem o solo de bateria, já que eles nunca são tão interessantes num álbum ao vivo e perdem muito do ritmo, mas essa é a minha única crítica ao álbum.
É um ótimo álbum ao vivo que os fãs da banda vão gostar. Se ainda não ouviste DeWolff antes, dá a este álbum uma oportunidade - definitivamente vale a pena ouvir.



segunda-feira, 26 de março de 2018

Palace of the King - Get Right with Your Maker (2018) Austrália



Há certas bandas que te tocam no ponto certo e os Palace Of The King fizeram isso quando eu ouvi pela primeira vez o seu álbum de estreia ' White Bird / Burn The Sky '.
Depois seguiu-se um lançamento igualmente grandioso ' Valles Marineris ', e eu queria saber se seria igualmente bom pela terceira vez!
Bem, eu posso facilmente dizes que ' Get Right With Your Maker ' segue na mesma linha como seus antecessores.
O álbum começa com o primeiro single ' I Am The Storm ', uma faixa que te tece e envolve num som familiar abrangendo todos os álbuns anteriores. A voz única do vocalista Tim Henwood ainda tem aquele toque áspero de Brian Johnson misturado com Donnie Vie, dos Enuff Z'Nuff, o que realmente ajuda a dar às músicas um pouco de força.
Esta é uma banda que não deixou o facto de serem da Austrália impedi-los de terem uma agenda de turnês incansável, que por sua vez ajudou a reforçar este álbum com essa experiência acumulada que por sua vez levou a um som que tu não consegues separar.
A mistura de guitarra dos anos 70, harmonias e batidas que certamente fazem bater o teu pé e abanar a tua cabeça, tu não podes deixar de chegar ao botão de volume e dar-lhe um grande aumento em decibéis.
É difícil fazer uma análise imparcial de algo que preenche todas as suas medidas.



segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Omega - Volt Egyszer Egy Vadkelet (2017) Hungria


Alguns dos novos álbuns dos Omega foram feitos com músicos amigos. Especialmente com os europeus orientais.

Quem está no disco?
"János Kóbor" - Decidimos ir da antiga Checoslováquia aos Jogos Olímpicos, em parte porque estão no terreno há cinquenta anos. Petr Janda ficou muito entusiasmado, ele disse que lamentava que não pensasse nessa ideia. Ele também escreveu uma nova música rapidamente, mas finalmente selecionamos uma música antiga, Jasná zprává. Da Polônia, trabalhamos com a banda SBB Józef Skrzek. Gravamos uma música de Czesław Niemen, Dziwny jest ten swiat, em sua memória. Já faz quinze anos que ele morreu. O cantor e guitarrista de Puffer, Dieter Birr, do nosso antigo parceiro NDK, Der Grosse Magnet, lançado no ano passado. Com a maravilhosa música de Ennio Morricone uma vez num filme do Wild West, o álbum já foi chamado de águia selvagem. Dois hits da Europa Ocidental também serão adicionados ao álbum, Scorpion, Still Loving You, e Brian Mayl, com a música Too Much Love Will Kill You. Criamos uma versão intrumental deste último, ou mais precisamente, no final do coro.



quinta-feira, 11 de maio de 2017

Earth Electric - Vol. 1: Solar (2017) Portugal/Noruega


EARTH ELECTRIC é a nova e excitante criação de Rune "Blasphemer" Eriksen (MAYHEM, AURA NOIR, AVA INFERI, TWILIGHT OF THE GODS) e sua parceira Carmen Simoes (AVA INFERI, MOONSPELL). O músico norueguês é conhecido e elogiado pela sua produção estilisticamente diversa dentro de uma estrutura principalmente de metal.
EARTH ELECTRIC é uma banda sem precedentes e surpreendente nas obras do famoso guitarrista / Compositor norueguês.
Com o seu álbum de estreia "Vol.1: Solar", Eriksen e EARTH ELECTRIC apresentam algumas influências de clássico rock que incluem gigantes como os DEEP PURPLE, BLACK SABBATH e PINK FLOYD. Essas raízes são mais sugeridas do que claramente visíveis, o músico nórdico sempre gostou de tocar de sua própria forma.



terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Witchcraft - Nucleus (2015) Suécia


WITCHCRAFT separaram se recentemente com a saída do baterista Oscar Johansson e o baixista Ola Henriksson, foram substituídos por Rage Widerberg e Tobias Anger, respectivamente.
WITCHCRAFT, que se formou em 2000 em homenagem aos heróis da banda Roky Erickson e Bobby Liebling (PENTAGRAM), criam heavy, blues base rock aumentado com toques de psychedelic e pop anos 60. Canções de primeira classe do quarteto a referenciar o lado mais sombrio de hard rock, permanecendo surpreendentemente acessível. Voando em grande parte sob o radar da música popular, WITCHCRAFT é um nome sagrado em círculos underground e encontrou-se defendido por uma combinação diversificada de adeptos de música distintos, incluindo o ator americano Elijah Wood, que publicamente chamou a banda de incrível, e vocalista dos DOWN Philip Anselmo, que em 2009 proclamou orgulhosamente WITCHCRAFT como sua nova banda favorita.

sábado, 28 de novembro de 2015

Grateful Dead - The Best Of Fare Thee Well Celebrating 50 Years Of Grateful Dead (2015) USA


Duplo álbum com o melhor dos espectáculos que os The Grateful Dead deram em Chicago no passado mês de Julho perante 200.000 espectadores naqueles que foram os últimos 3 concertos da banda. Os shows, sob o nome de Fare Thee Well: Celebrating 50 Years of Grateful Dead", contaram com a participação de vários músicos convidados como Trey Anastasio (Phish). Este será o último disco dos The Grateful Dead a ser editado em 2015, ano que foi marcado por uma série de eventos que assinalaram o 50º aniversário da banda.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Daturana - Crossroad Man (2011) Alemanha


Dois anos após o surpreendente álbum de estreia “Ghosts In The Flowers” da banda de rock Psychedelic alemão Daturana está de volta com um novo trabalho. Com o “Crossroad Man” os cinco músicos levantam a questão de limites e cruzamento de fronteiras. Até que ponto um artista é capaz e autorizado a olhar por trás dos bastidores? Em que medida ele ou ela pode ver a rua de segredos escondidos e passa para o outro lado? As sete canções deste álbum contam a história de uma protagonista sem nome, que leva consigo o ouvinte em uma viagem mágica e deslumbrante, em que solos de guitarra esférica com sons Hammond e synthie.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Hair Of The Dog - The Siren's Song (2015) Escócia


Hair of the Dog é um power trio formado em Edimburgo, na Escócia, pelos irmãos Adam (vocais e guitarras) e Jon Holt (bateria) e um velho amigo de ambos, Iain Thomson (baixo), todos amantes do rock dos anos 70 que desde os seus tempos de escola como muitos de nós, em parte ficaram presos ao som de Zeppelin, Hendrix e Black Sabbath.
“Siren´s Song” começa como uma tempestade, riffs implacáveis de "Into the Storm" agitando fortemente para dar-te e colocar-te de aviso sobre o que podes esperar destes 46 minutos seguintes. “You Soft Spoken Thing”, tem o som anos 80, hard, mas com os vocais harmoniosos e limpos, cativantes, os riffs de Adam se reafirmam até ficares preso ao tecto. Facilmente poderia vir junto a “Don´t Know My Name”, tema que começa cru mas que muda para um delicioso blues com o Adam Holt impecável. Vocalizações perfeitas, notas ao estilo Coverdale e Glenn Hughes aveludando calorosamente a base rítmica, tudo acontece de uma forma consistente, a transição entre temas, linhas de baixo e percussão robusta. “The Spell” traz a primeira quebra, o envelhecido de sabor de blues, entre Lonely Kamel e Mount Carmel, um dos pontos mais altos do disco mais pela energia que respiram do que pela originalidade que podem ter. “Weary Bones”, foi o segundo single que nos apresentaram, uma balada que pode trazer-te a recordação de alguns dos temas mais soul de Graveyard, também pode invocar Whitesnake, assim como podem chegar a soar aos anos 80.
O lógico seria pensar que o disco está perfeito mas que em algum momento pode descer em qualidade ou intensidade, mas isso não vai acontecer, “Gypsy Eyes” segue a linha de “The Spell”, dinâmicos blues rock de alto calibre, as vocalizações são impressionantes, uma grande voz tem este rapaz e uma tremenda habilidade na guitarra. “My Only Home” é uma diferente demonstração de talento, combina passagens de clássico rock com toques modernos mais stoner com muita energia. “Wage With The Devil” foi o primeiro tema que mostraram de “Siren´s Song”, tem um toque Clutch que misturado com o som hard rock o põe como um dos melhores temas do disco, um tema vibrante. Reservado para o final ficou o tema principal “Siren´s Song”, separado em 2 partes, a primeira instrumental, carregada de atmosfera psicadélica anos 70, muito ambiente e finos detalhes, a segunda parte, é como começaram, com os elevados decibéis de hard rock, guitarras pesadas e agudas mais algumas das melhores vozes do disco. Um final de luxo, este tema poderia ter aberto o álbum, mas como o tema principal, Hair of the Dog constrói música simples e sem complexos, só pelo prazer de tocar.
“Siren´s Song” não tem momentos altos, todo o disco é bom e de grande nível, muito homogéneo na estrutura mas com vaivéns harmónicos que atribuem um dinamismo que é um prazer ouvir. Hard Rock em estado natural, sem condimentos desnecessários, claro em todas suas linhas instrumentais, grandes momentos vocais e grande inspiração.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

PINK FLOYD - LOUDER THAN WORDS [Single] (2014) UK



E agora aqui, e em estreia mundial, Eis o 1º tema do mais que aguardado novo disco dos gigantescos Pink Floyd. "Louder Than Words", é o 1º e oficial corte a ser apresentado do próximo ensemble "Endless River". Faz 20 anos desde a edição do último disco, "The Division Bell", e muito já se tinha escrito sobre ter sido esse o derradeiro disco de originais da banda. Mas como se vai dizendo por aí, só se acaba quando a senhora gorda assim o decide; isto num tradução banal do ditado; e por isso cá está mais um. Infelizmente para Richard Wright, a Senhora Gorda já o decidiu há 6 anos, mas,... os rapazes decidiram assim mesmo colocar na mistura final o trabalho que Wright fez neste disco. Por isso são as teclas tocadas por Wright que ficará definitivamente para a posteridade 6 anos depois da sua demise. 
Quanto a este novo tema, apenas dizer que foi líricamente escrito por Polly Samson, esposa de Gilmour, e que é um clássico prog rock lento "à lá" Pink Floyd e com a sua característica guitarrada como marca de identificação. Um trabalho que homenageia Richard Wright  que a banda, alega mais uma vez, ser o último. Será?
McLeod Falou!

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

POST DA SEMANA

TRACII GUNS' LEAGUE OF GENTLEMEN - THE SECOND RECORD (2014) USA



Se a revolução musical dos anos 60 fosse hoje, eis o que iriam ter: Tracii Guns' League of Gentlemen! Uma Pornorockada ? l? Mike Miyers - Austin Powers e a esbulhação do rock! eheheheh. Lembram-se daqueles jovens grupos em que o vocalista cantava como se estivesse electrizado? é isso aí.
O fundador dos Guns'n'Roses e LA Guns, entre outras coisas; quis voltar ás origens, aquelas onde ele se inspirava, o rock clássico e o psicadélico, e em 2012 fez de Alan Quartermain do rock e criou a sua liga de rockeiros extraordinários. depois dessa primeira edição, eis agora a segunda com o original titulo "the second record". E ao contrário do primeiro disco, este 2º é quase 100% um disco de covers, originais, só um, se não se contar com as duas faixas bónus. Desde Beatles a Rolling Stones; Jefferson Airplane a Neil Young são onze temas de rock clássico, psicadélico e algum Rhythm & Blues tipo the black crowes. E um original, o tal electrizado. Agora como expor-vos isto? Disco para ouvir e repetir várias vezes? Sem dúvida! Disco para agradar a todos? Nem por sombras! Esta é uma daquelas obras para especialistas da musica, malta do eclético e dos bares soturnos. E não só, rockabillies também. O melhor? O vocalista, texano. Será? Engana bem. E a musica também. Um disco obrigatório para todos aqueles que querem mesmo conhecer sobre o rock e as suas origens. Parabéns, T. Guns!
McLeod Falou!

terça-feira, 8 de julho de 2014

Daturana - Crossroad Man (2011) Alemanha



Dois anos após o surpreendente álbum de estreia “Ghosts In The Flowers” da banda de rock Psychedelic alemão Daturana está de volta com um segundo trabalho. Com o “Crossroad Man” os cinco músicos levantam a questão de limites e cruzamento de fronteiras. Até que ponto um artista é capaz e autorizado a olhar por trás dos bastidores? Em que medida ele ou ela pode ver a rua de segredos escondidos e passa para o outro lado? As sete canções deste álbum contam a história de uma protagonista sem nome, que leva consigo o ouvinte em uma viagem mágica e deslumbrante, em que solos de guitarra esférica com sons Hammond e synthie.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

LIGHT MY FIRE - A CLASSIC ROCK SALUTE TO THE DOORS (2014) INTERNATIONAL


01. L.A. Woman - Jimi Jamison (SURVIVOR), Ted Turner (WISHBONE ASH) & Patrick Moraz (MOODY BLUES)
02. Love Me Two Times - Lou Gramm (FOREIGNER), Thijs van Leer (FOCUS) & Larry Coryell
03. Roadhouse Blues - Leslie West (MOUNTAIN), Brian Auger & Rod Piazza
04. Love Her Madly - Mark Stein (VANILLA FUDGE) & Mick Box (URIAH HEEP)
05. Riders On The Storm - Joe Lynn Turner (RAINBOW), Tony Kaye (Yes) & Steve Cropper (BOOKER T. & THE M.G.'S)
06. The Crystal Ship - Edgar Winter & Chris Spedding
07. Intro (People Are Strange) - Keith Emerson, Jeff "Skunk" Baxter & Joel Druckman (JOHN FAHEY)
08. People Are Strange - David Johansen (NEW YORK DOLLS) & Billy Sherwood (YES)
09. Touch Me - Robert Gordon, Jordan Rudess (DREAM THEATER), Steve Morse & Nik Turner (HAWKWIND)
10. The Soft Parade - Graham Bonnet (RAINBOW), Christopher North (AMBROSIA) & Steve Hillage (GONG)
11. Hello, I Love You - Ken Hensley (URIAH HEEP) & Roye Albrighton (NEKTAR)
12. Spanish Caravan - Eric Martin (MR. BIG) & Elliot Easton (THE CARS)
13. Alabama Song (Whiskey Bar) - Todd Rundgren & Geoff Downes (YES, ASIA) & Zoot Horn Rollo (CAPTAIN BEEFHEART)
14. Break On Through (To The Other Side) - Mark Farner (GRAND FUNK RAILROAD) & Chick Churchill (TEN YEARS AFTER)
15. Light My Fire - Ian Gillan (DEEP PURPLE), Rick Wakeman (YES) & Steve Howe (YES)
16. The End - Pat Travers & Jimmy Greenspoon (THREE DOG NIGHT)

Entre tantos discos de homenagem e tributo aos míticos Doors, este poderia ser mais um que passaria despercebido não fosse este vosso amigo lembrar-se que está em falta convosco há já alguns meses, mais precisamente, desde a partida deste mundo de Ray Manzarek, em que nessa altura aludi ao facto de "Light my fire" ter uma linha melódica muito ingénua, naive, e que quase dava para embalar bebés, mas que ficaria para uma outra oportunidade falar sobre esse tema. E eis então que não podia ser mais a propósito esta nova compilação com o titulo de "Light My Fire". Fale-mos primeiro do que este disco nos oferece de novo.
De novo trás interpretações das lendas vivas do rock blues e hardrock ainda no activo como Ian Gillan, Leslie West, Edgar Winter, Pat Travers; e sem desrespeito ou desconsideração para os restantes que não vou mencionar agora, porque a lista é extensa e todos são por demais conhecidos; fazem um apanhado dos temas mais radiofriendly dos miticos rockers de LA. desde LA Woman, Roadhouse Blues, Break on Through, Riders On The Storm e Light My Fire, entre outros, temos aqui um disco que merece a pena ouvir. Decidi desta vez colocar a playlist em primeiro para que logo de imediato vos abra o apetite para ouvir este manancial de história intemporal passado em revista pelos melhores entre os melhores. é obvio que faltam muitos dos melhores e mais carismáticos, mas estes que aqui estão estão no topo dos topos, e apesar de faltarem bastantes, se fazem parte dos melhores não há como não referi-los como os melhores, e pronto!
E assim ficamos falados relativamente a este disco, que deixo ao vosso critério gostar ou não. Sem dúvida que ouvir o "desconectado da realidade" que era Jim Morrison soa melhor; pois, o original é o original e foi por isso mesmo que The Doors se tornaram no mito que são e serão. São insubstituíveis, mas ainda assim, é bastante agradável ver novas abordagens desses temas e apreciá-las quase tão bem como os originais, afinal não são grupos de bailaricos nem de festarolas que estão a fazer covers destes temas, são simplesmente os melhores dos melhores do ramo. Experimentem que não vos vai doer nada.

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