The Ftw - Vendetta Kind of Mood (2015) USA



The FTW, com Michael Dolan de The Turbo ACs , o guitarrista Major Nelson e o baterista JJ Meraz , lançanram seu mais recente álbum Vendetta Kind Of Mood digitalmente em 19 de maio de 2015.
Banda área de New York The FTW, fique sabendo que sua atitude é assim quando leres o nome da banda (não, ele não significa "For The Win"). Michael Dolan é bastante bem conhecido por fazer parte da banda de surf punk The Turbo ACs, mas sua nova banda é mais pesada, graças a sua união com o guitarrista The Major Nelson. JJ Meraz completa a formação, e o trio toca NWOBHM com influência do rock and roll que é bem resumido por " Who Crowned You King ", que pode ouvir mais abaixo.

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Koritni - Night Goes On Days (2015) Austrália



Koritni é uma banda australiana de rock and roll de Sydney, Austrália que nasceu das cinzas da banda Green Dollar Colour.
Após a dissolução do Green Dollar Colour, Lex Koritni decidiu formar uma nova banda. Ajudado pelo guitarrista francês Eddy Santacreu, o baixista Matt Hunter, guitarrista Luke Cuerten e Chris Brown na bateria, eles formaram a banda Koritni em 2006. Misturando hard rock dos anos 70 e sleaze rock americano, a banda não esconde as suas preferências para bandas como Aerosmith, Guns N 'Roses, Van Halen ou AC / DC.
Em 2007, Koritni lançaram seu primeiro álbum Lady Luck , elogiado pela imprensa, Lady Luck foi misturado por Mike Fraser ( AC / DC , Aerosmith e Van Halen ). Após o lançamento do álbum, a banda realizou uma turnê europeia.
No início de 2009, a banda lançou seu segundo álbum, Game of Fools, novamente misturado por Mike Fraser, o álbum ainda está numa veia hard rock que fez sucesso. Koritni juntamente com bandas como Airbourne ou The Answer é considerada como o renascimento do hard rock.
Em 18 de maio foi o lançamento do novo álbum da banda de melódico hard rock Koritni "Night Goes On Day" e é a sequela do álbum de 2012 "Down at the Crossroads", onde, entre outras coisas, colaborou com o vocalista Jeff Scott Soto (Talisman, WET).

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Hogjaw - Rise to the Mountains (2015) USA



"Rise To The Mountains", sucessor de "Sons of the Western Skies" já foi lançado. Este é o quinto álbum de estúdio da banda de Southern Rock, uma das mais populares da nova geração e em franca ascensão.

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Ironsword - None But The Brave (2015) Portugal


Os IRONSWORD foram criados em 1995, numa altura em que Tanngrisnir era guitarrista dos Moonspell. Com escola feita em bandas como Grog e Decayed, o músico da linha de Cascais reduziu o pseudónimo para Tann e, responsabilizando-se pela voz e todos os instrumentos, gravou as primeiras maquetas caseiras de um projeto que, quando transformado em banda “a sério”, ganhou um culto considerável à sua volta. Provavelmente nem o próprio músico imaginaria que, duas décadas depois, estariam entre os nomes mais reverenciados no underground do som eterno. O primeiro passo deu-se na viragem do milénio, no momento em que Tann decidiu expandir a formação e, com a ajuda do baterista Ricardo Hammer e do baixista Axemaster, deu os primeiros concertos. Em 2002 é editada a estreia homónima e foi com «Ironsword» que se cristalizaram as diferenças abismais em relação ao ambiente gótico dos Moonspell, com o trio a adotar uma postura épica perante o battle metal tradicional, assumidamente inspirada nos ícones do género, os norte-americanos Manilla Road, e nos livros de Robert E. Howard, o autor de “Conan, O Bárbaro”. Dois anos depois surge o segundo álbum e «Return Of The Warrior» apresentou uma versão ainda mais sólida da banda. A nova formação, com Rick Thor no baixo e Maalm na bateria, ambos dos Filii Nigrantium Infernalium, era uma espécie de super-grupo do underground nacional e, muito graças a aparições estratégicas em alguns dos maiores festivais europeus do género, começou inevitavelmente a dar que falar. Mesmo depois de quatro anos sem que se ouvisse falar muito deles, surpreendem toda a gente com o lançamento de «Overlords Of Chaos», o primeiro disco com o selo de culto da Shadow Kingdom Records, recebido com pompa e circunstância pelos fanáticos do género. E depois... Novo silêncio prolongado. Em 2015, ano em que comemoram as primeiras duas décadas existência, estão finalmente de volta, aos discos e aos palcos, com «None But The Brave».

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S.A.Y - Orion (2015) Suécia




MelodicRock Records está muito animada por ter assinado contrato com a nova banda sueca S.A.Y, que caracteriza dois artistas veteranos sob o novo nome da banda, refletindo a sua decisão de gravar um álbum de melódico hard rock juntos. S.A.Y foi idealizada pelo guitarrista Jan Åkesson e pelo vocalista Peter Grundström, parceiros musicais desde 1984 onde estavam juntos na banda Stonelake e gravaram seis álbuns de estúdio entre 2006-2013.
Decidiram gravar um álbum com power e finesse, mas numa veia melódica mais comercial, Jan e Peter determinaram um novo nome para o projeto – S.A.Y
S.A.Y lança seu álbum de estreia "Orion" via MelodicRock Records/ Cargo Distribution em 22 de Maio. O álbum contém 11 faixas de polido e poderoso melódico rock e apresenta os vocais distintos de Peter Grundström e o trabalho de guitarra duro e afiado de Jan Akesson, que trará imediatamente comparações com TNT, Westworld e Final Frontier.

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V8 Wankers - Harden The Fuck Up (2015) Alemanha



Este álbum marca os 15 anos de V8Wankers - 15 anos a ser a bandeira do navio alemão do Rock 'n' Roll. Estão a comemorar seu aniversário não só com a sua marca de oitavo álbum de estúdio, mas sim ter uma festa de rock excessivo com convidados de prestígio. Uma seleção de companheiros na música de longa data, como Peter Pan Speedrock, The Carburetors ou duetos com Gerre dos Tankard, Schmier dos Destruction ou Angry Anderson dos Rose Tattoo reforçam a sua pretensão ao trono....

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HINDER - When The Smoke Clears (2015) USA


When the Smoke Clears é o quinto álbum de estúdio da banda de rock americana Hinder. O álbum lançado em 12 de maio de 2015 pela sua nova gravadora The End Records e será seu primeiro álbum, sem o ex-vocalista e membro fundador Austin Winkler. Ele também será o primeiro álbum com Marshal Dutton como novo vocalista, e permite que apenas dizer que Dutton traz uma nova vibe a Hinder.
When The Smoke Clears é um álbum curto, que me dá a impressão de que eles vão fazer um segundo álbum em breve para isso exageram a capacidade de Dutton para trazer uma nova vida a esta banda.

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VA - Let's Get Rocked vol.50 (2015)


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POST DA SEMANA

PAT BENATAR & NEIL GIRALDO - 35th ANNIVERSARY TOUR (2015) USA




Eis aqui um disco que trás uma carga emocional enorme. Pat Benatar é um ícone do rock\hard rock melódico, uma diva que fica na história tanto pelo seu empenho musical como pelos enormes êxitos que nos ofereceu ao longo dos seus anos de carreira e que são hoje temas universais, pertencem a todos, são a banda sonora de muitos romances e desgostos; de muitos sábados à noite em pura febre adrenalitica. "All Fired Up"; "Shadows Of The Night"; Hit Me With Your Best Shot"; Love Is A Battlefield"; entre muitos outros, são temas que quase todo o universo conhece, tanto é o airplay que estes temas têm tido e irão ter durante a eternidade que falta. 
Por estas alturas, Pat faz 35 anos de alta rotação no mundo da industria musical, e junto com o seu fiel companheiro de décadas; Neil Giraldo; decidiram editar um disco gravado ao vivo com alguns dos seus melhores temas, durante a tour de 2014 que levava esse mesmo nome; 35th anniversary tour. 
Primeiro aviso, e este é para os nostálgicos e saudosistas; não estejam à espera de um disco que vos traga o passado de volta no sentido em que esperem por repetições do que já estava gravado; este é um disco actual e actualizado. Gravado ao vivo na sua terra natal, Long Island, New York; os 14 temas aqui apresentados, são aqueles que conhecem, e não há dúvidas quanto a isso; agora, estão sónicamente reestruturados numa base mais rocker e forte, algo que explica o espírito rebelde e ao mesmo tempo sensível de Pat, e que se expõe em toda a sua grandeza, adaptada e trabalhada durante toda a sua carreira, iniciada em 79.
Do alto dos seus 62 anos, Pat mantém intacta toda a sua força emotiva e demonstra-a assim mesmo em palco como se o tempo não existisse. Este disco, leva como interpretes não só Pat mas também o seu companheiro de vida Neil Giraldo, que divide o estrelato com a companheira e esposa, e sem nenhum favor, Neil é aqui, no que à parte instrumental se refere, a estrela maior, o seu trabalho de guitarra é,... Fenomenal! 
Segundo aviso; este é um fabuloso disco, ao vivo é certo, mas depois de o ouvir por mais do que uma vez, não estou a concebê-lo de outro modo; todos estes grandiosos temas estão perfeitos tanto na essência como em conteúdo neste formato, é uma lembrança de um passado, que não é na realidade passado nenhum, porque quase todos os dias ouvi-mos um ou outro tema do duo, e por isso é mais uma nova forma de os olhar-mos, ou de adaptar-mos ao presente para os próximos futuros anos, é assim a vida, avança e adapta-se, e Pat & Neil fizeram o mesmo; está perfeito!
Não só é um disco recomendado pelo passado, mas pelo o que conseguiram trazer para o presente reformulando o futuro. Quanto a mim, um disco obrigatório a todos, pelo menos a sua audição. 
Gostaria que daqui a 62 anos ainda cá estivesse e que estes artistas também, em plena posse das nossas faculdades fisicas para ver qual a nova reestruturação que estes temas poderiam vir a ter; realmente a musica é imortal e ou intemporal. Recomendo-vos ainda o respectivo DVD, é o testemunho provado do que estive a expôr-vos.
McLeod Falou!


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NELSON - PEACE OUT (2015) USA



O oitavo álbum dos irmãos Nelson, lançado em Frontiers Records com o nome de "Peace Out".
Depois de 25 anos como duo musical, Gunnar e Matthew Nelson, conhecidos coletivamente simplesmente como Nelson, têm crescido com os ídolos da música pop como compositores e intérpretes experientes. Agora, como os irmãos celebram um quarto de século na vanguarda da cena musical internacional, eles estão de volta com "Peace Out", seu álbum de estúdio mais ambicioso até à data. "Peace Out" marca um retorno às canções pop bem trabalhadas que colocou a banda no topo das paradas da Billboard na década de 1990.
"Peace Out" é por excelência Nelson do início ao fim. Os Nelsons trabalharam numa série de estilos musicais, incluindo pop, hard rock e até mesmo Country. Agora, "Peace Out" leva-os para a zona musical onde se sentem melhor: conduzidos por harmonia pop rock cujas melodias são tão contagiosas quanto eles são duradouros.

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MAXX EXPLOSION - DIRTY ANGELS (2015) USA



MAXX EXPLOSION lançam segundo álbum, a banda é composta por elementos do House of Lords, mas sem James Christian! GRANDE! Excelente trabalho antes lançar um novo álbum em junho de House of
Lords.

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POST DA SEMANA

CIVIL WAR - GODS AND GENERALS (2015) Suécia




Será que não conhecem mesmo os Civil War? Ninguém? claro que sim! Um bom apreciador sabe que metade da banda era metade dos Sabaton. E posto isto já sabem o que vos espera; Metal melódico, poderoso, épico, marcial, em muitos casos com o selo de Accept; ouçam bem "Bay of Pigs". Já dá para perceber por aqui, que estamos perante um disco bombástico a todos os níveis; na qualidade, som, produção, arranjos e acima de tudo, temas que não se esquecem fácilmente. 
Perguntarão alguns: - então será algo similar a Sabaton? Em certa maneira sim. Ambos têm a temática da guerra como inspiração, uns mais WWII ou moderna e outros mais épica e clássica como é o caso destes Civil War que neste seu 2º trabalho, continuam a preferir homenagear os heróis da guerra civil americana. Um excelente disco de puro heavy metal, com elementos modernos, mas que tem consigo uma portabilidade deveras interessante; no carro sabe melhor do que ouvir no sofá! Será por causa do efeito velocidade? Se assim fôr, meus irmãos de armas, estão proibidos de o fazer no carro. Os acidentes acontecem e pior é quando mete inocentes; por isso, se vão de autocarro, comboio, metro, avião para o trabalho; estão autorizados a incomodar os parceiros de viagem; de outro modo, fiquem-se pelo sofá; ou então no carrinho de rolamentos, EHEHEH
Banda sueca, formada a partir da divisão dos Sabaton, contempla 7 músicos no seu line-up. São todos músicos experimentados e razoávelmente conhecidos, provávelmente não em nome individual, mas as bandas por onde passaram são o seu atestado de enorme competência. Acreditem que vão ficar satisfeitos; é um daqueles discos que apesar de não trazer nada de novo, vale bem a pena o seu valor, uma boa aquisição. RECOMENDADO!!!
McLeod Falou!


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REINXEED – A NEW WORLD (2013) SWEDEN


Como na maior parte do ano não há muito que fazer devido ao inverno glaciar, a unica coisa que se pode fazer é compor e tocar musica, isto no caso de a musica ser a força predominante no espirito dos vikings. Os prolificos Reinxeed, apresentam-nos mais um opus de symphonic power metal melódico com descargas uptempo e sinfonismos melódicos que agarram a nossa vontade e se torna dificil despegar; depois de começar a ouvir, queremos ouvir mais um bocadinho, e depois mais um pouco e de repente o disco termina e voltamos a colocar a rodela de novo a tocar. É assim o power metal destes nórdicos, ultra melódico e cativante. Desde 2008 que estes rapazes não param e e têm editado àlbums ao ritmo de mais do que 1 por ano, e com este já lá vão 7. Temas de contorno épico e de espirito positivo, em partes fazem lembrar peças da broadway, algo que não é estranho neste grupo visto que o disco anterior, "Welcome To The Theater" alúde a isso mesmo.
Tommy Johansson, o mentor desta banda é um workaholic; Charlie Shred, Golden Ressurrection, Megin, Majestic Vanguard e Hulex são os outros projectos a que se dedica nos intervalos destes Reinxeed. Vindo da suécia já sabem como é, excelente som, boa produção e bons arranjos, isto no japão sai como pirulitos. Para a malta do género é um disco a não perder, para o pessoal mais macho, pode passar á frente porque aqui as vozes são agudas e limpas até rebentar timpanos; as vozes guturais com litros de cerveja estão noutras paragens.
McLeod falou!

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WILD FRONTIER – 2012 (2012) Alemanha


Running Wild! E assim começa este novo disco dos germânicos Wild Frontier, mais pop é certo mas sem dúvida que "To the end of the world" é Running Wild. Desde de 1995 a fazerem rock com muito boa qualidade e impacto; mas apenas 5 discos em 17 anos; e nada de artistas extraterrestres a debitar excelência técnica, só rock para levantar do sofá e partir a mobília da sala. Apesar de começar mais épico o disco tem mesmo uma orientação mais euromelodic rock, boas e cativantes melodias bons coros fáceis de acompanhar e tem até uma versão; e por sinal muito boa; da mais que versionada "gimme, gimme, gimme" dos ABBA, já deve ser para aí a milionésima vez que alguém regrava esta canção, mas vá lá, esta escapa e sem ajuda. 2012 foi o tema escolhido para dar titulo ao disco, já vai a caminho de clichê, mas sempre há espaço para mais alguém exprimir o seu descontentamento por essa ideia de que o mundo vai acabar. Como já o disse noutras alturas, acabar não acaba de certeza, sinto-o com muita força, mas que algo vai acontecer e vai mudar o curso das nossas vidas é mais que inevitável, e no caso deste país já vem é tarde. Alguns elementos techno mais na percursão atiram este disco para uma distinção hard fm com alguns ambientes atmosféricos cortesia dos teclados, a divergirem para outros géneros acabando por ficar um pouco confuso nas primeiras audições, sendo o caso de "stay tough"; mas a ideia principal de nos fazer rockar prevalece. Bonfire e Def Leppard são difinitivamente as referências neste disco, sem a ambição destes mas também sem descrédito nenhum. Ainda temos direito a algumas faixas mais festivaleiras e modern punk muito em voga por estes dias, e noutros idos. Por estas alturas, junto com o que vem de mais a norte, da escandinávia, como Rydell And Quick e outros voltamos a ter motivos para ter-mos as rádios a fervilhar com tanta oferta boa. Ouçam que não vos faz mal nenhum, é ... como vitamina C, só faz bem e quase toda a gente gosta do sabor a laranja.
McLeod Falou!

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Amaze Me - Guilty As Sin (2013) Suécia


Os suecos da Amaze Me estiveram fora de cena por quinze longos anos, enquanto se dedicaram a outras atividades. Mas o clamor dos amantes dos bons sons foi ouvido e agora, Conny Lind e Peter Broman retornam com "Guilty As Sin", trabalho que mantém a sonoridade característica da dupla. Todo gravado no novo estúdio de Broman, o álbum foi masterizado pelo veterano Martin Kronlund, responsável pela produção de álbuns de gente como Steve Overland, Phenomena, Joe Lynn Turner, David Reece, Rob Morati e outros. Com um tracklist bastante coeso e cheio de grandes canções, "Guilty As Sin" é um álbum que merece toda a sua atenção.
O álbum abre com "Everybody New", um radio friendly rocker que incorpora elementos de AC Rock de maneira acertada, não descaracterizando a veia AOR da banda. O andamento e métrica são bem bacanas e o refrão explosivo cumpre seu papel com facilidade. Ótima canção que surge como um dos destaques do álbum e que merece múltiplas audições, assim como "Lost In A Dream", rocker que traz peso e melodia em perfeita harmonia. A alternância no arranjo entre versos e refrão pode não agradar à todos, mas no auge da melodia essa canção ganha força em um refrão pegajoso e moderadamente agressivo. Bela mistura que merece ser ouvida cuidadosamente no volume máximo. Já o rocker "Can't Stop Loving You" é um AOR absolutamente fiel à sonoridade da Amaze Me. A base de baixo e guitarra acústica prepara o terreno onde as guitarras elétricas se apresentam no refrão explosivo, bem tradicional e que tanto gostamos. Andamento certeiro e métrica bem montada fazem dessa canção um dos grandes destaques do álbum, merecendo múltiplas audições e volume máximo sempre. A ótima "Save Me" também remete aos trabalhos anteriores da banda, mas agregando mais peso e sem prejudicar o aspecto melódico. Gosto do andamento e do refrão memorável, além da interpretação de Mr. Lind, e são essas características que fazem dessa canção outro destaque do álbum.
Seguimos com "Endless Love", mid-pacer arrepiante que conta com guitarras acústicas ao longo dos versos, sendo que as mesmas são substituídas por suas equivalentes elétricas no refrão pegajoso, o que confere mais energia e pegada à canção. O arranjo e andamento funcionam tranquilamente e o conjunto de qualidades faz dessa canção outro destaque do álbum, sem dúvida alguma. Outro rocker que merece sua atenção é o descomunal "With Or Without You", cujos versos são envolvidos por uma linha de baixo em primeiro plano, pontuada por guitarras ocasionais que, aos poucos, se tornam mais constantes até se apresentarem completamente no refrão mais que pegajoso. Belíssima canção que está entre os grandes destaques desse álbum. Já "The Pain" é mais um radio friendly rocker que remete aos trabalhos anteriores da banda, mas apresentando guitarras mais pesadas. O arranjo é agradável, assim como o andamento, mas o refrão não tem o mesmo impacto de outras canções. Ainda assim, ela merece múltiplas audições para que você tire suas próprias conclusões, mas posso atestar desde já que "Guilty As Sin" é um verdadeiro radio friendly anthem, com andamento mais dinâmico e doses controladas de teclados, essa canção equilibra peso e melodia perfeitamente, especialmente no refrão arrepiante. Uma belíssima canção que merece múltiplas audições no volume máximo e janelas abertas mesmo em dias chuvosos.
Na sequência temos "On The Run", radio friendly rocker que tem guitarras mais amenas nos versos, sendo que o refrão as apresenta com uma dose calculada de peso. Gosto bastante do andamento e métrica dessa canção, e recomendo múltiplas audições da mesma, assim como da bacana "Dying To Be Loved", balada que me faz lembrar de "Looking For Love", do Whitesnake. Gosto bastante do andamento e do arranjo mais enxuto, além do refrão que traz backing vocals muito bacanas. E mesmo sem ter o impacto das canções anteriores, ela não passa batida e merece sua atenção. Na reta final temos "Love Is Blind", rocker descomunal que apresenta uma base de piano acompanhada por um baixo intermitente, cuja base é entrecortada por guitarras contidamente agressivas que ganham mais volume no refrão arrepiante. Eis aqui mais um dos grandes destaques do álbum, juntamente com "On Fire", power ballad que conta com teclados discretamente distribuídos dentro de um arranjo bastante tradicional, assim como o andamento da canção e seu refrão, mas nada disso lhe tira o brilho e a coloca entre os destaques do álbum.
Finalmente, Conny Lind gentilmente me enviou uma maravilhosa versão acústica para "Guilty As Sin", onde o rocker original teve seu arranjo convertido para uma envolvente balada onde os vocais ganham mais destaque, e onde a melodia pode ser apreciada mais cuidadosamente. O próprio Lind me disse, em mensagem via Facebook, não saber se essa versão será usada como bonus track.
Em resumo, caríssimas e caríssimos, afirmo sem medo de errar que valeu a pena esperar pelo novo álbum da Amaze Me. Atualizando sua sonoridade sem descaracterizar as marcas registradas que tornaram a dupla reconhecida, Lind e Broman voltam à cena com a produção de Kronlund, que resgatou o aspecto mais orgânico dos bons sons da banda, deixando a produção super polida no passado. O excelente "Guilty As Sin" traz a Amaze Me de volta ao universo dos bons sons em grande estilo, com um álbum consistente e desde já incluído na minha lista dos melhores do ano. Material mais que recomendado...
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Sirenia - The Seventh Life Path (2015) Noruega



A banda norueguesa Sirenia chega a seu sétimo trabalho, The Seventh Life Path, já não precisando provar nada para mais ninguém. E mesmo assim, são capazes de impressionar. Depois do bom Perils Of The Deep Blue (2013), o quarteto mostra que mantém seu estilo metaleiro sinfônico e gótico, os mesmos timbres de guitarra e a mesma alternância entre vocais limpos, líricos e guturais, mas deixando a estrutura musical mais livre.
Das 11 faixas do álbum, apenas três têm menos de 6 minutos de duração. Além disso, apenas a última música, “Tragadienne”, é mais lenta. O restante é uma paulada atrás da outra, cheio de orquestrações bem encaixadas e de corais góticos que engrossam a sonoridade do grupo. Mas quase todas as faixas possuem seus momentos mais lentos e, não raro, mais bonitos e emocionais, o que compensa a falta de baladas.
Após a introdução climática “Seti”, “Serpent” abre o álbum trazendo o heavy metal inspirado do grupo e os lindos vocais de Ailyn, em contraste com a voz gutural Morten Veland. Uma das melhores faixas do trabalho, congregando o clássico e o barroco do metal nórdico. “Once My Light”, música de trabalho, passa dos 7 minutos e apresenta um ataque combinado de bateria, guitarra e baixo que garante a agressividade da música. Cada instrumento tem seu lugar de destaque e soam muito bem na gravação. “Elixer” é a faixa mais acessível do trabalho, com acordes mais diretos (fugindo das bases cheias de riffs), proeminência dos vocais de Veland e uma base eletrônica nas partes menos pesadas.
Não há nenhuma faixa instrumental em The Seventh Life Path, mas fica clara a ênfase na instrumentação, na criação de solos bonitos e no aproveitamento dos elementos sinfônicos para complementar o som, e não para roubar totalmente a cena. “Sons of the North” é um metal mais tradicional, mas com um breve interlúdio bastante interessante com narrações sobre uma linha de piano digna de filme de terror e outra passagem sinfônica mais colorida, completada pelas baterias insanas de Jonathan Perez.
“Erendel”, que é do tipo voz-lenta, instrumental acelerado, coloca uma valsa romântica no meio da faixa, criando um clima quase medieval antes de voltar com tudo ao metal. “Concealed Disdain” alterna entre passagens power metal com outras mais pulsantes abusando da boa interação entre baixo e bateria, colocando a participação dos violinos em momentos estratégicos da faixa, trazendo um colorido diferente à vertente gótica do Sirenia. “Insania” tem riffs mais progressivos, mas não se desenvolve para esse lado. Ela se mantém ainda dentro dos limites do death metal, contendo também um interlúdio eletrônico em sua metade e seu final. “Contemptuous Quitus” tem ares de épico, o que justifica os vocais mais líricos de Ailyn. Entre um power metal e outro, “The Silver Eye” não se destaca tanto no álbum, mas foi feita para soar grande.
Como é característico nesse tipo de obra, o metal ganha ares de trilha sonora também, mais uma características da ênfase na instrumentação. Veland, praticamente o único compositor do Sirenia, soube pegar pesado e oferecer momentos de respiro em todas as faixas, tornando o som da banda, no geral, um pouco mais complexo. Além de vocais masculinos e guitarras, ele também é o responsável pela gravação dos teclados, baixos, programações eletrônicas e produção do disco. Menos deslumbrado com as orquestrações clássicas do que Tuomas Holopainen, do Nightwish, soube manter The Seventh Life Path equilibrado entre o metal tradicional, o sinfônico, o power e gótico. Qualquer excesso dura apenas alguns segundos, sendo logo trocado por outra parte da canção, o que mantém o interesse do ouvinte. Seu vocal gutural não é o melhor que o metal europeu apresentou, mas cria um contraste com a voz mais vivaz de Ailyn que funciona.
Apesar dos sete álbuns lançados, o Sirenia não é uma banda grande e rica como o Nightwish ou outros medalhões do metal europeu. Embora cantem em inglês na grande maioria das faixas, ser uma banda da Noruega também dificulta um pouco as viagens e o acesso a novos mercados – visto que o metal sinfônico é um nicho. Ainda assim, há preocupação de ir propondo coisas novas dentro do velho estilo do grupo. Relativamente pouco dinheiro para investir não é desculpa para uma produção desleixada ou falta de ideias. A banda não é enorme, mas The Seventh Life Path soa grande e vai satisfazer os fãs.
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